Aprisionada pelo medo
Durante anos, Rita Azuma viveu atormentada por uma suposta profecia
Durante anos, a cuidadora Rita Azuma, hoje com 52 anos, viveu aprisionada pelo medo causado por uma suposta profecia. Tudo começou em uma viagem para outro estado, quando foi visitar a avó e aceitou acompanhá-la a uma igreja. No entanto, o que viu e ouviu naquele lugar a marcou de forma negativa.
Uma profecia que gerou medo
Ao chegar, o cenário já causou impacto. “Eu fiquei assustada: havia pessoas gritando, outras caíam no chão e algumas se arrastavam entre os bancos”, relembra. Ao perceber o temor da neta, a avó tentou tranquilizá-la. “Ela disse para eu ficar calma, que aquelas pessoas estavam recebendo o Espírito Santo.”
Durante o culto, o pastor se aproximou de Rita e disse que Deus lhe havia revelado algo. “Ele disse que me via debaixo de um carro de modelo específico, na cor branca, que iria ocorrer um acidente, mas que Deus mandou dizer que vai dar o livramento.” Essas palavras a deixaram com muito medo.
Vivendo sob tensão
A partir daquele dia, o medo passou a acompanhá-la constantemente. Aquela revelação ficou martelando em sua mente e mudou completamente seu comportamento. “Eu não conseguia ver um carro com aquelas características sem sentir pavor”, conta. Até atravessar a rua se tornou uma tarefa difícil.
A situação piorava porque seu sogro possuía exatamente o veículo mencionado e costumava levá-la a diversos lugares. “Eu evitava ao máximo entrar naquele carro. Preferia ir a pé ou de ônibus. Vivia aterrorizada”, afirma.
Livre do trauma
Anos depois, um convite feito por uma evangelista da Universal trouxe uma nova perspectiva. “Ela insistiu para que eu fosse à Igreja Universal e disse que ali era a última porta.” Ao participar das reuniões, Rita conheceu uma fé diferente e libertadora. “Compreendi que o Espírito Santo não produz medo, confusão ou tormento.”
Decidida, ela passou a buscá-Lo e teve uma experiência que transformou sua vida. “Senti uma paz e uma alegria que nunca havia experimentado.” Hoje, Rita garante ser uma mulher forte e livre dos traumas. “Não vivo mais baseada em profecias ou adivinhações. Busco direção na Palavra de Deus”, conclui.
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