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Notícias | 5 de agosto de 2020 - 17:40


Advogado angolano explica a situação criminal do grupo que invadiu a Universal

Especialista também ressaltou que não se trata apenas de um crime contra a Igreja, mas uma tentativa de ludibriar o próprio Estado

Advogado angolano explica a situação criminal do grupo que invadiu a Universal

O advogado angolano Angelo dos Santos concedeu entrevista ao Bispo Gonçalves, no último dia 05 de agosto. Durante a conversa, o especialista em Legislação de Angola explicou a situação judicial em que os ex-pastores que invadiram a Universal se encontram.

“Não se trata de um grupo de reforma, mas trata-se de associação de malfeitores. Que reuniram-se com única e exclusiva missão de cometerem crimes atrás de crimes”, declarou o advogado. “E mais: não é simplesmente um crime contra a Igreja, mas também uma tentativa de ludibriar o próprio Estado, sendo assim um crime de burla contra o Estado. Já está mais do que claro que não trata-se de um conflito ou crise interna”.

O advogado explicou que, diante das provas apresentadas esta semana de crimes cometidos pelos ex-pastores, está claro que é um crime de natureza pública. Sendo assim, cabe ao próprio Ministério Público tomar ações judiciais. Santos listou os crimes cometidos pelos invasores até o momento:

  1. Falsa qualidade de ministro da religião;
  2. Falsificação de documentos autênticos ou que fazem prova plena;
  3. Uso de documento falso;
  4. Associação de malfeitores;
  5. Ofensas corporais voluntárias simples;
  6. Ameaças;
  7. Introdução em casa alheia;
  8. Difamação;
  9. Calúnia;
  10. Injúria;
  11. Ultraje à moral pública;
  12. Furto;
  13. Furto ou roubo de objeto sagrado;
  14. Usurpação de imóveis;
  15. Burla por defraudação;
  16. Associação criminosa.

Santos ainda ressaltou que também é crime a coação a manifestantes que, pacificamente, exibiram uma faixa pedindo a devolução da igreja. Diante de todas essas ações, o advogado afirma:

“São crimes cometidos de forma continuada e que precisamos estancar. Estancar porque, quanto mais dilatarmos os prazos, mais crimes serão cometidos”.

Assista à entrevista completa do especialista clicando aqui.


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  • Andre Batista / Foto: Getty Images 


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