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Notícias | 28 de Novembro de 2021 - 00:05


A distinção que faz a diferença

Entenda o que Deus espera de uma pessoa e o que Ele pode fazer para que ela se destaque na multidão

A distinção que faz a diferença

Desde o início da Criação, Deus sempre quis habitar com o ser humano. No Jardim do Éden, Ele passeava com Adão e Eva, cercando-os de harmonia e paz. Entretanto eles deixaram de servir ao Altíssimo para servirem a si mesmos, instalando o caos no planeta.

Mesmo assim, o Criador não abriu mão do plano de habitar com sua criação. Ao libertar os filhos de Israel do Egito, Deus ordenou a Moisés que construísse um Tabernáculo no deserto. Desse modo, Ele poderia estar junto ao ser humano. Muitos anos se passaram e o rei Davi desejou construir um templo para Deus. Não seria mais uma tenda, a exemplo do Tabernáculo, mas um lugar permanente. O Altíssimo se agradou do desejo de seu servo e especificou cada detalhe da magnífica obra que seria executada não por Davi, mas por seu filho, o rei Salomão. O lugar, mais uma vez, seria a prova do maior desejo de Deus: habitar com Seu povo. Ali, Ele declarou: “Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar. Porque agora escolhi e santifiquei esta casa, para que o meu nome esteja nela perpetuamente; e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias”. (2 Crônicas 7.15-16)

Porém, o povo se manteve longe dEle, servindo a seus desejos e colhendo o resultado das más escolhas.

Centenas de anos se passaram e hoje Deus não quer mais habitar junto ao ser humano, mas dentro dele. E nisso é vista a diferença entre os dois tipos de pessoas que existem no mundo: as que servem a Deus e as que servem a si mesmas. O próprio Altíssimo quer revelar essa distinção quando diz: “Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não O serve”. (Malaquias 3.18).

Essa diferença não está entre quem frequenta e quem não frequenta a Igreja ou entre quem tem e quem não tem uma religião. A diferença é entre quem serve e quem não serve a Ele. E só é possível servi-Lo quando essa pessoa recebe o único capaz de gerar um novo coração e uma nova mente aptos a obedecer à Vontade do Altíssimo: o Espírito Santo.

A beleza que é vista no Templo de Salomão, que o próprio Deus desenhou, é a mesma que Ele desenha na vida dos que se entregam 100% em Seu Altar. Quem recebe o Espírito Santo passa a ter uma vida diferenciada, pois se torna o próprio Templo do Deus Criador nesta Terra.

Verdadeira prosperidade
O gerente de tecnologia da informação (TI) Hélcio Marques, (foto abaixo) de 40 anos, cresceu ouvindo que felicidade era ter uma vida econômica abundante. Assim, para conquistar isso, ele precisava ter uma boa formação e um bom emprego. Por causa desse entendimento, seu foco sempre esteve nas finanças: “eu fiz do dinheiro o alvo da minha vida”. A busca incessante pela estabilidade financeira gerava em Hélcio uma preocupação excessiva com tudo. “Eu tinha medo de fracassar como marido e como o homem da casa. Isso me fazia focar 100% da minha força no trabalho e na vida econômica”, revela.

Porém, apesar de todo esforço, ele conta que não conseguia se desenvolver: “tudo que eu começava, eu parava no meio do caminho porque sentia que não era capaz. Havia um vazio muito grande dentro de mim que eu não conseguia preencher”.

Hélcio tinha por volta de 20 anos quando sua mãe lhe fez um convite para ir a uma reunião na Igreja Universal. Pouco tempo depois, ele participou da campanha de Fé da Fogueira Santa. No entanto Hélcio não entendeu o objetivo da campanha, que é levar as pessoas a uma entrega verdadeira a Deus: “eu não entendi o sentido real do que o pastor estava pregando sobre a Fogueira Santa. Eu vi nela apenas a oportunidade para resolver o problema financeiro da minha vida. E foi o que aconteceu. Depois da campanha eu comecei a conquistar muito financeiramente”.

Foram quase dez anos tendo o foco apenas nas bênçãos e não no Abençoador, o Senhor Jesus. O fato de só enxergar os benefícios materiais não deixava que Hélcio entendesse o lado espiritual do sacrifício e, consequentemente, a necessidade da sua alma não era suprida.

Até que, em uma pregação, Hélcio finalmente compreendeu o que estava faltando: “o pastor falava que Deus não aceita 99% da nossa vida. A gente tem que dar 100% da nossa vida para ter o 100% de Deus. É tudo ou nada. Ali eu entendi que estava colocando minha força na minha vida financeira e não em Deus. Perdi muito tempo buscando coisas materiais”.

Logo veio uma nova Fogueira Santa e, com ela, a oportunidade para que Hélcio mudasse seu foco para o que realmente importava: ter o Espírito de Deus habitando em seu ser. “Além do sacrifício financeiro, abri mão do passado, dos preconceitos, do sentimento de inferioridade e dos traumas familiares por causa das dívidas do passado. Não pedi nada material. Eu só queria os 100% de Deus. E foi o que aconteceu pouco tempo depois.”

A primeira diferença que ele percebeu em si mesmo foi a paz: “aconteceu uma fusão da mente de Deus com a minha e eu comecei a ter um pensamento diferente, uma visão espiritual de tudo. Deus fez uma mudança na minha vida de dentro para fora. Quando eu recebi o Seu Espírito, aquele velho Hélcio cheio de dúvidas, medo e mágoa morreu e eu de fato nasci de novo. Me tornei um homem mais firme e seguro em minhas atitudes e decisões”.

A esposa de Hélcio, Flavia Helena da Silva, de 43 anos, destaca que a mudança do marido a inspirou: “depois do Espírito Santo, ele não vivia preocupado. Mesmo diante dos problemas, ele sempre confiava que tudo estava nas mãos de Deus. Eu via aquela mudança e queria o mesmo. Passei a buscar o Espírito Santo, até que fui batizada. Foi o dia mais especial da minha vida”.

Desde então, Hélcio entende que a Fogueira Santa “é uma ponte que nos aproxima do que é Sagrado”. Hoje seu conceito de prosperidade vai muito além da obtenção de bens materiais: “próspero é aquele que tem a vida 100% nas mãos de Deus e a certeza da Salvação, que só o Espírito Santo pode dar. Toda a riqueza deste mundo é passageira. A minha alegria é saber que tudo que eu conquisto Deus tem me dado para possibilitar que a Palavra dEle alcance outras pessoas”.

Faltava o mais importante
A história do gerente comercial Rogério Faria (foto abaixo) resume o que é a Fogueira Santa da Diferença. A campanha de Fé não é para as pessoas que querem apenas bênçãos, mas para quem reconhece que precisa do Abençoador.

Contudo, até que Rogério tivesse esse entendimento, ele foi do auge do sucesso ao limite do fracasso. Ele chegou à Igreja Universal aos 7 anos, com seus pais e o irmão. Ainda jovem, ocupou uma função na Igreja durante um ano por achar que tinha o Espírito Santo. Porém, com o passar do tempo, a falta do encontro real com Deus o levou a ter malícia com tudo o que era santo. Em uma Fogueira Santa, ele conta que desrespeitou o Altar e decidiu sair da Igreja um mês depois.

No mesmo período, ele foi promovido no trabalho. Com a promoção, veio o orgulho: “comecei a ganhar dinheiro, então achei que não precisava de Deus. O dinheiro passou a ser o primeiro em minha vida, a ponto de eu deixar a família de lado. Eu gostava de ostentar, de aparecer”.

A vida de ostentação de Rogério lhe rendeu uma dívida de R$ 700 mil, a destruição do casamento e o desejo de se matar. “Meu fundo do poço foi o dia que eu vi que nada do que eu estava fazendo valia. Peguei o carro que comprei para ostentar, liguei para meu irmão e pedi para que ele ficasse com minha filhinha, porque eu ia bater com o carro no poste e me matar. Meu irmão, que é pastor, pediu que eu parasse o carro, fez uma oração repreendendo aquele mal e me disse que o que eu estava passando na minha vida era porque alguns anos atrás eu tinha virado as costas para Deus”, conta.

A partir daquele dia, Rogério reiniciou sua caminhada de Fé. Seis meses depois, ele participou de uma campanha de Fogueira Santa e viu a oportunidade de resolver o que ele achava que fosse seu maior problema: a dívida. No dia de cumprir o voto, diante do Altar, o pastor alertou as pessoas que, se a vida delas não estivesse dentro do envelope, o esforço que tiveram em gerar a oferta não adiantaria. Rogério lembra que, ao ouvir o pastor, entendeu que estava cometendo o mesmo erro do passado. “Quando o pastor pediu que nos ajoelhássemos no Altar e colocássemos nossa vida no envelope, as primeiras coisas que coloquei foram a mágoa, o orgulho, meu passado podre e minhas mentiras. Rasguei a lista e falei: ‘Deus, esquece isso aqui. Eu quero te conhecer’. E o Espírito Santo veio sobre mim.”

As pessoas logo notaram a diferença na vida dele. Do lado de fora, ele lembra que os problemas não se resolveram rapidamente, mas, do lado de dentro, ele estava forte e, aos poucos, sua vida entrou em ordem. “Paguei as dívidas, recuperei a dignidade no trabalho e cresci na empresa. Hoje eu honro a minha esposa e sou feliz. Tenho certeza de que Deus me põe para dormir e me desperta todos os dias e me dá alegria mesmo em meio às lutas.”

Servindo ao Deus da paz
Aos 7 anos, Sandra Guido, (foto abaixo) hoje assistente fiscal de 50 anos, começou a servir a encostos. Segundo ela conta, três anos depois, ela recebeu de entidades a responsabilidade de conduzir cânticos durante as cerimônias de sua religião. Foram sete anos servindo a encostos com todas as suas forças, pois ela achava que assim haveria uma mudança em sua família, que sofria com brigas e vícios. “Aparentemente, as coisas na minha casa melhoravam, mas depois de alguns dias tudo virava de cabeça para baixo novamente. Quando eu perguntava aos encostos a razão de tudo isso, a resposta deles era que os trabalhos que eu fazia não estavam perfeitos.”

Na época, Sandra já era adolescente e guardava toda a mesada que seu pai lhe dava para fazer rituais. O desejo dela era preencher o vazio que sentia em sua alma. Porém, mesmo fazendo todos os tipos de trabalho, ela ainda não se sentia feliz. Foi então que, na expectativa de ter seu interior preenchido, ela passou a se envolver com rapazes. Foi quando conheceu o primeiro marido (hoje falecido). Ele quis a separação depois de três meses de casados. Para tentar restaurar o casamento, Sandra aceitou o convite de sua ex-sogra para ir à Universal. “Após essa reunião, travei uma guerra espiritual muito grande. Continuei frequentando a Igreja, mas meu orgulho me impedia de conhecer a Deus. Fiquei 14 anos da minha vida dentro da Igreja, ouvindo o que os pastores ensinavam, mas não colocava nada em prática”, revela.

Nesse período, o marido de Sandra faleceu. Com duas filhas para criar e sem saber o que fazer, ela desenvolveu síndrome do pânico e depressão. Foi quando ela decidiu participar da Fogueira Santa de uma forma diferente. “Deixei de querer ser eu mesma para que Deus fosse o Senhor da minha vida. Em uma vigília, fui batizada e selada com o Espírito Santo. Não era emoção nem sentimento. Foi algo inexplicável. Era a certeza de que o próprio Senhor Jesus havia me visitado naquele instante.”

Realizada em todos os aspectos de sua vida, Sandra atribui ao Espírito Santo a vida diferente que vive hoje. “Foi por meio da Fogueira Santa que reconheci que necessitava me entregar de fato ao Senhor Jesus”, conclui.

Templo de Salomão
A Fogueira Santa não existe para que as pessoas deem algo em troca de bênçãos. Quem a compreende dessa forma pode até ter de volta o que deu, pois Deus não deve nada a ninguém. Entretanto a pessoa não vai ter o que Deus gostaria que ela tivesse: o Espírito dEle próprio habitando em seu ser.

O Bispo Renato Cardoso, responsável pelo trabalho da Universal no Brasil, explica que a “Fogueira Santa é um termo para explicar o que Deus quer de todos: uma entrega total, irrestrita e completa, a entrega da alma, a entrega da vida”. Infelizmente, muitas pessoas, mesmo dentro da Igreja, não entendem o propósito da campanha de Fé e se frustram.

Em dezembro, em todas as Igrejas Universal, acontecerá a Fogueira Santa da Diferença. Neste ano, todos os pedidos da campanha serão levados ao Templo de Salomão, o único entre os mais de 37 milhões de templos existentes no mundo cujo arquiteto foi o próprio Deus. Para participar, procure a Universal mais próxima.


A distinção que faz a diferença
  • Núbia Onara / Fotos: Divulgação, Mídia FJU Santo André, Arquivo pessoal e Demetrio Koch 


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