Príncipe critica um dos jogos mais famosos e lucrativos do planeta

Ele acredita que o jogo é viciante e não traz benefício algum. Entenda


Por Rafaella Rizzo / Foto: iStock

A indústria de games vive um ótimo momento. Em 2018, o mercado de jogos digitais arrecadou uma receita de cerca de US$ 137,9 bilhões em todo o mundo. Só o Reino Unido é responsável por movimentar U$ 6,4 bilhões anualmente.

Mas esse grande envolvimento com videogames parece preocupar o príncipe Harry que, no início de abril, em Londres, criticou um dos jogos mais famosos e lucrativos do planeta, o Fortnite. Ele acredita, afinal, que o game não oferece nenhum benefício aos jogadores.

“Esse jogo não deveria ser permitido. Onde está o benefício em jogá-lo? Ele foi criado para ser viciante. Um vício que te mantém em frente a um computador o maior tempo possível. É muito irresponsável”, disse.

Além disso, Harry aproveitou para falar que redes sociais “são mais viciantes do que o álcool e as drogas”.

E de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) ele não está errado. No ano passado, o órgão reconheceu o “jogo excessivo” como um transtorno de saúde mental.

Brincadeira fatal

Os jogos realmente têm atuado na sociedade e na mente de muitas pessoas como uma droga, afetando sua saúde física, mental e relacionamentos. “Tenho visto muitos casos de homens que quando chegam em casa do trabalho estão muito mais interessados no console (vídeo-game) do que na esposa”, afirmou o palestrante Renato Cardoso em seu blog.

Atitudes como essa mostram que a pessoa precisa urgentemente de ajuda ou, de alguma forma, será prejudicada pelo vício. Ainda que pareça algo inofensivo. “O problema é que esses jogos são programados para viciar. É difícil começar e parar. Mas o primeiro passo para ser livre dele é reconhecer que o tem. O segundo passo é admitir que precisa de ajuda. A marca de um viciado é mentir para si mesmo, dizendo ‘posso parar quando quiser’. Se você pudesse, já teria parado”, esclarece Renato.

O terceiro passo, e mais importante, é aliar a fé à busca pela libertação. “É esta ferramenta que usaremos para lhe ajudar. Escreva o seu vício em um papel e peça a Deus que lhe ajude a vencê-lo. Depois, venha à Reunião da Cura dos Vícios”, orienta.

O encontro acontece aos domingos, às 15h e 18h, na Avenida João Dias, 1800, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Também na Avenida Celso Garcia, 499, no Brás, zona leste da capital paulista.

Para saber os endereços em outros estados, acesse este link.

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