Entrelinhas: por que conhecer o Evangelho não é o suficiente para agradar a Deus

Teólogo que tentou o suicídio contou sua experiência


Por Andre Batista / Imagem: Reprodução

O programa Entrelinhas do último domingo (13) trouxe a público uma importante discussão do mundo cristão: conhecer o Evangelho é o suficiente para agradar a Deus? É mais importante a teologia ou a fé?

Para a conversa, os apresentadores Bispo Renato e Cristiane Cardoso convidaram o Bispo Eduardo Bravo, o teólogo Walter Curty e sua esposa, Celia Curty.

“Muita gente, hoje, tem muita informação”, iniciou Cristiane. “As pessoas estão por dentro de muitos assuntos, mas elas estão deprimidas, estão mais vazias, mais necessitadas.”

E isso inclusive entre os cristãos. Haja vista que tantos pastores e membros de igrejas estão cometendo suicídio.

Na verdade, essas pessoas, por frequentarem reuniões e lerem a Bíblia, até conhecem a Palavra de Deus, mas não conseguem – ou não buscam – praticá-la. Conhecer o Evangelho não é o suficiente para que exista uma aliança com Deus.

“Conhecimento bíblico é bom, pode ajudar até certo ponto, mas não compensa a falta de prática. Jesus disse que os Seus irmãos, Sua mãe, Sua família espiritual são aqueles que ouvem e praticam a Sua Palavra”, explicou o Bispo Renato.

Conhecer o Evangelho não é vivê-lo

Walter Curty converteu-se ao cristianismo por volta dos 35 anos de idade. Naquele momento, ele se libertou do vício em álcool e cigarros que atrapalhava sua vida até então. Já era médico, mas passou a se dedicar ao estudo de Deus. Para isso, cursou teologia, fez mestrado e chegou a dar aulas para novos pastores. Durante muitos anos, Walter foi um cristão exemplar. Seus alunos e os membros da igreja que frequentava o admiravam. Contudo, em determinado ponto de sua vida, as discussões em seu casamento se tornaram tão constantes que ele se sentia como um ator em sala de aula, falando sobre algo que não vivenciava.

“Eu sentia a vida pregressa voltando com muita força e não sabia como iria resolver aquilo”, relembra. “Não voltei a beber, não voltei a fumar, mas a nossa vida virou um inferno.”

Foi ali que ele tentou o suicídio, pela primeira vez. Ao longo de sua vida, foram quatro tentativas. Em uma delas, a esposa, que estava grávida de seis meses, teve de salvá-lo. Em outra, ele tentou causar um acidente automobilístico fatal com a esposa e os filhos no carro.

Walter conta que se sentia “o expert, aquele que sabia tudo das coisas ligadas a Deus, à Bíblia”. Havia estudado grego e hebraico. Chegara o mais perto possível de Deus e mesmo assim as coisas não davam certo.

A solução veio de onde ele menos esperava

“Nós costumamos dizer que é muito mais fácil ajudar um pai de santo do que um professor da Bíblia, um teólogo, uma pessoa que tem um cargo em uma igreja evangélica e está perturbada”, relata o Bispo Renato. “E isso acontece aos montes. Infelizmente, isso acontece. A Bíblia fala de casos de pessoas que se converteram e se aventuraram a sair pregando o Evangelho. Mas eram pessoas problemáticas. Causaram vários problemas na igreja. E isso acontece muito mais hoje. É difícil ajudar.”

Essa dificuldade vem da pessoa não admitir o problema. Por falta de humildade ou por sentir vergonha, enganam a si mesmas. Até chegarem ao ponto do suicídio.

Walter, felizmente, não conseguiu se matar. Buscou ajuda em um lugar que odiava: a Universal. E a encontrou ao ser sincero consigo mesmo e com Deus.

Saiba como isso ocorreu assistindo ao Entrelinhas na íntegra:

O programa Entrelinhas vai ao ar todos os domingos, ao vivo, pelo Univer Vídeo. Clique aqui e veja os episódios anteriores.

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