Bullying afeta o cérebro dos adolescentes, mostra estudo


Por Rafaella Rizzo / Fotos: iStock - Cedidas

O bullying não é algo novo na sociedade, mas somente há alguns anos começou a ser discutido e combatido. Talvez seja quase impossível passar pela infância ou adolescência sem ser vítima de alguma piada ou brincadeira. Mas há casos em que todos os limites são ultrapassados e o que era para ser uma piada se torna uma violência com consequências para toda a vida.

A ciência já descobriu que além dos danos emocionais e psicológicos – como depressão, baixa autoestima, abuso de drogas e pensamentos suicidas –, existem as marcas físicas. Mais especificamente no cérebro das vítimas da humilhação.

De acordo com uma pesquisa britânica coordenada por Erin Burke Quinlan, do King`s College, garotos humilhados ou agredidos ao longo da adolescência chegam aos 19 anos de idade com alterações em sua estrutura cerebral, o que aumenta o risco de transtornos mentais.

No estudo, 682 adolescentes, de quatro países da Europa, responderam questionários e tiveram seus cérebros escaneados em três épocas diferentes. Do total, 36 deles foram classificados como vítimas crônicas de bullying, e apresentaram diferenças no volume do cérebro quando comparados a outros que foram vitimados ocasionalmente, ou sem muita gravidade. Eles também foram diagnosticados com níveis mais elevados de depressão, ansiedade e hiperatividade.

Solução

A fim de lutar contra o problema, a Força Jovem Universal (FJU) idealizou o projeto Help. Ele auxilia jovens vítimas de bullying ou qualquer problema emocional. Mensalmente os integrantes realizam ações de divulgação, distribuição de material de prevenção ao suicídio. Também podem acontecer visitas e palestras em escolas e faculdades.

O grupo já reúne dezenas de depoimentos de pessoas ajudadas pelos acompanhamentos oferecidos. O de Andressa é um deles. Por conta do fim de um relacionamento, ela tentou o suicídio tomando mais de 100 comprimidos de remédio. Confira no vídeo abaixo sua história:

Entre em contato

Atendimentos por meio das redes sociais e presenciais na Universal também são realizadas. Caso alguma instituição queira a visita do projeto, basta realizar uma solicitação com o coordenador da FJU mais próxima ou entrar em contato pelas redes sociais e o encaminhamento será feito para o Help de sua cidade.

Acesse as páginas do grupo no Instagram, Facebook e Twitter.

 

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