Uma vida marcada pelo corte das lâminas no corpo

Fernanda procurava alívio ao se cortar, mas em Deus encontrou a solução para suas marcas


Por Camila Dantas / Fotos: Mídia FJU/RJ e Arquivo Pessoal

Fernanda Marriel, de 21 anos (foto acima), teve grande parte da sua vida marcada pelos cortes em seu corpo. Aos 7 anos, ela começou a sofrer abuso sexual do seu primo e do padrasto. “Passei por isso até os 14 anos. Comecei a odiá-los e a única coisa que queria era vê-los mortos de qualquer forma.”

Aos 12 anos, ela passou a se automutilar, mas os cortes não eram feitos com frequência. Ela se sentia culpada pelo fato de sofrer tantos abusos sexuais. Então, descontava em si mesma o ódio que sentia. “Me jogava na parede, tentava me machucar torcendo meu pé. Uma vez, por tamanha dor na alma, desloquei os meus dois ombros. Me sentia suja, vazia, por ser abusada tantas vezes.”

Depois de sofrer tantas violências sexuais, ela alega que se acostumou. “Eu desenvolvi desejo sexual pelo meu próprio agressor e ele já não me assustava mais”, reconhece.

Cada dia que passava, Fernanda tinha mais problemas interiores. “Desenvolvi transtornos de ansiedade e bipolaridade e passava por uma crise existencial. Eu não sabia quem eu era, sempre me rotulava com o que as pessoas diziam. Eu precisava da aprovação delas.”

Por causa das angústias e dos conflitos interiores, a jovem tentou o suicídio 76 vezes. “Tentei me enforcar, cortar meus pulsos, me jogar na frente dos ônibus, de pontes e da laje da minha casa. Cheguei a tomar chumbinho e remédios e a participar de jogos suicidas como o da ‘baleia azul’.”

Ao completar 17 anos, ela entrou em depressão. “Estava em um estado de angústia profunda. Passava madrugadas sem dormir e ainda me cortava todos os dias”, relembra.

As lâminas passaram a ser suas únicas “amigas”. “Cheguei a me cortar tanto que já não sentia mais dor, mas prazer. A lâmina era como um maço de cigarro para mim.”

O fundo de poço foi quando ela começou a conversar com espíritos malignos. “Eu conversava e via espíritos que diziam que eram meus amigos. Nas madrugadas tinha relações sexuais com eles. Eu os sentia.”

Depois de tanto sofrimento, ela conheceu a Força Jovem Universal (FJU). No início, não queria obedecer ao que era ensinado, mas, ao ver sua vida piorar, decidiu lutar. “Aceitei o convite de ir a uma vigília da FJU com uma amiga que era obreira. Naquela madrugada, me entreguei, fui sincera e Deus de imediato me perdoou.”

Depois de encontrar Aquele que curou as marcas da sua Alma, Fernanda superou os traumas, o ódio e o desejo de morrer. “Agora, sou feliz de verdade, tenho paz e Deus completou o meu interior. Sou muita grata à FJU, pois lá alguém acreditou em mim e me ensinou também a acreditar em mim mesma.”

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