Cidade mexicana aprova sexo em rua pública

O mesmo pode acontecer no Brasil se você votar errado ou não votar


Por Andre Batista / Imagem: Fotolia

A partir de agosto de 2018, qualquer pessoa pode cometer atos de exibicionismo e ter relações sexuais nas ruas da cidade mexicana de Guadalajara, a terceira maior do país. A legislação vigente foi alterada junto a outras reformas pelo governo local.

De acordo com o novo texto da Lei, “ter relações sexuais ou cometer atos de exibicionismo de natureza sexual na rua ou em locais públicos, terrenos baldios, locais de espetáculo, dentro de veículos ou em locais privados à vista do público (será considerado ofensa administrativa), sempre e quando um cidadão registre queixa”.

Ou seja: esse é um ato que ofenderá muitas pessoas – inclusive, já há manifestações contrárias à Lei aprovada – e mesmo assim essas pessoas terão que presenciar a cena e chamar a polícia para que os exibicionistas sejam convencidos a pararem com o que estão fazendo.

Você imagina uma criança de dez anos presenciando esse tipo de cena nas ruas?

De acordo com a vereadora que propôs a mudança, Guadalupe Morfin Oterno, o objetivo é abolir a extorsão policial sobre os jovens, pois enquanto era proibido o exibicionismo os agentes da Lei costumavam cobrar suborno dos casais para não os prender. Mas não seria melhor combater a corrupção na polícia?

O que isso tem a ver com sua vida?

Tanto a vereadora Oterno quanto os outros políticos envolvidos na liberação do sexo em público foram eleitos pela população – a mesma população que agora regista várias queixas contra essa mudança da legislação. O problema é: agora que a Lei existe nada mais pode ser feito.

Esse é um dos motivos pelos quais o cidadão precisa escolher muito bem o candidato em quem vai votar. Uma vez que ele aprove determinada lei a população será obrigada a cumpri-la, gostando ou não.

No Brasil há vários projetos de lei aguardando aprovação legal para entrar em vigor, muitos deles prejudicarão a população caso sejam aprovados. Outros não têm qualquer relevância e ocupa verba e tempo que deveriam ser destinados, por exemplo, à Educação ou à Saúde. Veja alguns casos:

Liberação de jogos de azar. Proibidos no Brasil, eles causam vícios e servem de fachada para a lavagem de dinheiro. Qual benefício traria ao país?;

Aumento de mensalidade gradativo para idosos em planos de saúde. O SUS é vergonhoso, a aposentadoria também. E há quem queira que idosos paguem ainda mais para as grandes empresas de planos de saúde;

Proibição de nomes “de pessoas” dados a animais. Ou seja, um cachorro não poderia mais se chamar Steven. Essa já foi arquivada há algum tempo, mas gastou dinheiro público para sua discussão. Qual a relevância desse tema? E, sabendo que seria impossível fiscalizar, o projeto foi mesmo apenas uma perda de tempo.

Para evitar que esse tipo de proposta – ou outras piores – se transforme em Lei, é necessário pesquisar o histórico de seu candidato e votar com consciência. Em edição recente do programa Entrelinhas, sete bispos da Universal conversaram sobre esse assunto, esclarecendo a necessidade de votar em candidatos que representem os pensamentos e convicções do eleitor. Clique aqui para saber mais e assistir a esse debate.

Em outubro o Brasil elegerá legisladores e executores da Lei. Não se abstenha, pois, ao contrário do que muitos mentirosos dizem, a abstenção, o voto branco e o voto nulo não te beneficiam, apenas dão mais forças a candidatos que podem fazer muito mal à sociedade.

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