“A minha cura comprova o poder de Deus”

Conheça a história de Talita Carneiro, que contou com a ajuda da irmã, Renata Carneiro Augusto, para recuperar a saúde


Por Por Maiara Máximo / Fotos: Demetrio Koch e Arquivo Pessoal

No mês de abril deste ano, a dona de casa Talita Carneiro, de 30 anos (foto acima), começou a passar mal depois de comer uma sobremesa. Talita sentiu ânsia de vômito e uma forte dor abdominal, o que chamou a atenção de uma vizinha, que ligou para a família da jovem e relatou o problema.

A mãe de Talita, Celia Carneiro, de 58 anos (foto a esq.), e seu padrasto, José Sales de Faria, de 75 anos, buscaram a filha na casa dela e a levaram para o hospital. Eles entraram em contato com a irmã de Talita, a auxiliar de logística Renata Carneiro Augusto Rodrigues, de 32 anos, para que fosse acompanhá-los.

Renata, que é muito próxima de Talita, conta como tudo aconteceu: “quando chegamos no hospital, Talita já foi logo medicada. Achamos que poderia ter sido alguma intoxicação alimentar, mas a situação estava bem grave. Pedi para transferi-la para um hospital particular que eu conhecia”, recorda.

Ao chegarem ao hospital privado, localizado na cidade de Caieiras, região metropolitana de São Paulo, o médico pediu uma ressonância magnética para verificar a situação da jovem. O primeiro diagnóstico foi de pedra no rim.

Talita recebeu medicação e voltou para casa. Renata lembra que a irmã continuou se queixando de dores e que precisou retornar para o hospital no dia seguinte.

Diagnóstico errado

A médica que estava de plantão pediu novos exames e a cada momento surgia um diagnóstico diferente. “Uma hora era infecção de urina, depois infecção no sangue; no final, ninguém sabia ao certo o que estava acontecendo.”

Talita deu entrada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e continuou sendo medicada. “Todos os dias Talita tomava um coquetel de remédios, mas nada parecia resolver. Ela continuava reclamando das dores abdominais.”

O problema

No sétimo dia de internação, Talita foi submetida a uma ultrassonografia abdominal, que diagnosticou uma inflamação nas trompas uterinas. Ela foi encaminhada para fazer uma cirurgia. O médico informou à família que seria feito um procedimento cirúrgico de no máximo 20 minutos. O objetivo era inserir uma câmera para verificar a situação das trompas da jovem. Renata lembra que não foi bem isso o que aconteceu e a cirurgiaacabou durando sete horas.

Depois do procedimento, a equipe médica informou que o problema não estava nas trompas, mas no intestino de Talita. O órgão da jovem estava começando a necrosar e foi necessário tirar 20 centímetros do intestino, o que prolongou o tempo da cirurgia.

Segundo o gastroenterologista Rogério Toledo, membro titular da Academia Brasileira de Medicina, os diagnósticos confusos são normais nesse caso. “É aconselhável realizar exames mais específicos, como ultrassom, tomografia computadorizada com contraste ou a própria ressonância magnética.”

O especialista ainda afirma que a necrose do intestino pode decorrer de um problema vascular, uma infecção bacteriana ou até mesmo da distribuição de uma bactéria boa. “Às vezes, o paciente está tratando outro problema e algum tipo de medicamento acaba matando as bactérias que protegem aquele órgão”, explica.

Depois da cirurgia, Talita voltou para a UTI. Renata, que já frequentava a corrente do Ritual Sagrado no Templo de Salomão, em São Paulo, começou a fazer os propósitos pela irmã com a água consagrada. “Eu levava a água para a Talita, que mostrava melhoras. Ela não andava, começou a passear pelo quarto e fui vendo Deus agir”, ressalta Renata.

Talita precisaria ficar em observação no hospital por algum tempo. Porém, depois de 14 dias de internação, ela queria receber alta. Foi quando a irmã assinou um termo de responsabilidade e a levou para casa. “Mas eu disse que só a tiraria do hospital se ela fosse comigo fazer o tratamento da cura e ela aceitou”, diz Renata.

O médico Rogério Toledo afirma que a retirada de 20 centímetros do intestino não afeta de forma grave a saúde do paciente, mas ressalta que, sem dúvida, a fé foi um dos pontos essenciais na recuperação de Talita.

Renata diz que tinha certeza que a irmã estava curada, mas ainda não tinha uma comprovação médica. As duas continuaram a frequentar as Correntes de Cura. Em maio deste ano, Talita fez novos exames e a cura foi finalmente confirmada. “A minha cura comprova o poder de Deus”, afirma a dona de casa.

Reunião da Saúde restaurada

Direcionada a quem sofre com uma doença, dores ou problemas de saúde persistentes. Todas as terças-feiras, no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Para saber os horários, acesse aqui.

* A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente

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