É possível não ter medo do fracasso?

Conheça o exemplo de quem pode lhe inspirar na área empresarial



Por Por Eduardo Prestes / Fotos: Demetrio Koch

Não é segredo que muitas pessoas têm o sonho de deixar de ser trabalhadores assalariados para se tornar donas do seu próprio negócio. Como a grande maioria teme o fracasso, ter sucesso financeiro parece não ser um caminho fácil de trilhar, não é mesmo? A respeito disso, é possível afirmar que se trata de uma ocorrência comum na vida de todos. Isso vale para homens e mulheres, para os que são jovens ou mais velhos e também para patrões e empregados. No entanto, parece que o sucesso não é uma questão de posição que se ocupa ou idade e mais uma consequência de como se aprende a superar situações adversas.

Para a mentora de negócios e coach Flávia Lippi, hoje, mais do que nunca, o ser humano enfrenta uma frustração existencial que causa a falta de ânimo. “Isso vem da percepção de que as coisas não acontecem exatamente como queremos. Diferentemente dos animais, nós, seres humanos, não temos instintos do que fazer e somos constantemente condenados a tomar decisões sobre nossas atividades e nos vemos diante da necessidade de ter maturidade empresarial”, afirma.

Perfil para empreender

O problema é que o ser humano encontra dificuldades para chegar nesse patamar e perde muito tempo acomodado. “É incrivelmente reconfortante saber que enquanto você não cria nada em sua vida ninguém pode criticar a sua criação, mas lembre-se: a infelicidade é confortável. Por isso, muitas pessoas preferem isso. Já a felicidade requer esforço e também requer coragem”, alerta Flávia.

Para a especialista, são muitos os aspectos que podem levar alguém a empreender. “A grande maioria das pessoas vai adquirindo habilidades empreendedoras ao longo do tempo tanto por meio da experiência diária como de cursos. Contudo, pouco menos de 2% das pessoas demonstram que têm habilidades natas. Por outro lado, o que as leva a empreender, de forma geral, também pode variar: pode ser por meio de uma oportunidade ou por necessidade”, explica.

Necessidade e habilidade

O empresário Gabriel Reis, de 20 anos, (foto acima) parece se enquadrar na pequena parcela dos que possuem habilidades naturais. Porém, o primeiro impulso para que se tornasse um empreendedor aconteceu durante a infância e ocorreu principalmente pela necessidade. O pai dele faleceu quando ele tinha 1 ano de idade. Ele, os três irmãos e a mãe ficaram na miséria total.

Para piorar sua situação, até os 8 anos ele não falava. Somente depois de ser curado, ele percebeu que, diante das dificuldades da família, precisava trabalhar. “Conforme fui crescendo, fui entendendo que precisava ajudar em casa. Qualquer presente que eu ganhava eu vendia e guardava o dinheiro. Tomei a iniciativa de vender bombons na rua. Logo eu, que pouco tempo antes nem falava direito, comecei a vender bombons e brigadeiros na porta do shopping”, conta.

Vendo as oportunidades

Depois de algum tempo, o jovem compreendeu que poderia ganhar não só com seu esforço e chamou alguns amigos para vender os seus chocolates. Mas a jornada do jovem empreendedor estava apenas começando. “Aos 16 anos, estava vendendo no escritório de um amigo e ele me ofereceu a oportunidade de crescer e evoluir na área de networking e marketing. Era preciso fazer um investimento, mas eu não tinha o dinheiro. Apesar de muitas pessoas não acreditarem no meu potencial e afirmarem que eu poderia fracassar, decidi tentar”, relata.

Gabriel conta que foi preciso, inclusive, emancipar-se para conseguir um empréstimo bancário, pois ele era menor de idade. “Depois dessa adversidade, consegui fazer o investimento. Algo que me ajudou muito foi o fato de já participar das reuniões empresariais na Universal, que foram ampliando a minha visão e me ajudando a não ter medo de fracassar. Percebi que a mesma fé que me curou também poderia ser usada para prosperar”, avalia.

Novos rumos

Com o passar do tempo, o jovem empresário firmou-se em sua área, mas não ficou estagnado. “No começo de 2013, fui a Dubai (nos Emirados Árabes), conheci a moeda digital Bitcoin e percebi que poderia ser um ótimo investimento. Mesmo com novas afirmações de que eu poderia fracassar nessa nova empreitada e que era um jovem imaturo, resolvi investir”, conta.

Gabriel encontrou um banco que estava trabalhando com essa moeda e novamente decidiu enfrentar riscos. “Vendi um carro para fazer o investimento. Hoje já tenho os frutos disso. Tenho dois veículos importados e um apartamento de quase R$ 1 milhão. Meus irmãos trabalham comigo na minha empresa e posso dar uma boa vida à minha mãe”, diz.

E quem pensa que o plano do jovem empresário é parar por aí está enganado. “Faço palestras de negócios pelo mundo todo e ainda tenho o sonho de fazer faculdade em Harvard, a única que tem o curso de networking e marketing”, planeja.

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