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A falsa intenção da religiosidade
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Bispo Macedo | 21 de Outubro de 2009 - 21:40


A falsa intenção da religiosidade

Você já ouviu falar na mutilação genital feminina? É um tipo de incisão, na qual algumas partes do órgão genital feminino são extraídas para que a mulher não sinta prazer nas relações sexuais.

Acredita-se que essa prática ainda exista devido à influência de crenças em ancestrais africanos. Mas, de acordo com estudos, a razão predominante para este procedimento é a tradição. Esse tradicionalismo justifica-se por vários motivos que, em minha opinião, por nada neste mundo justifica tal brutalidade: 1 – preservar a virgindade da mulher até o casamento; 2 – proteger a honra da família; 3 – tornar a futura esposa mais dócil e menos propensa à promiscuidade, apesar de reduzir seu desejo sexual; 4 – aumentar o prazer do homem; 5 – evitar que as jovens sejam rejeitadas como esposas, caso não sejam circuncidadas; enfim. Poderia enumerar uma lista, mas nada, como já disse, justifica tal ato.

A religião atrai as pessoas, sem que elas percebam, para infiltrar em suas mentes pensamentos totalmente contrários ao que Deus ensina, fazendo, assim, com que sejam cauterizadas em seus entendimentos.

É isso o que o apego à religiosidade faz: tira a visão espiritual das pessoas. Justamente aquilo que as faria pensar acaba sendo retirado pela religião.

Não foi à toa que até um dos maiores filósofos do mundo, Karl Marx, classificou a religião como sendo o “ópio do mundo”. O ópio é um narcótico. E, como todos nós sabemos, a função de todo narcótico (droga) é entorpecer.

O espírito da religiosidade faz assim. Retira das pessoas o senso crítico para que, após estarem entorpecidas e alienadas, injete em seus intelectos suas falsas intenções. É por este motivo que temas como aborto e homossexualismo, por exemplo, insistem em ser considerados tabus pela religião. Não deveria ser assim. Acredito que o mundo seria bem menos hipócrita se as pessoas agissem como pensam, de verdade.

Pense nisto: se tivermos que tomar cuidado com alguma coisa, que seja com esse espírito enganador da religiosidade. E, além disso, que possamos ter o cuidado de guardar a nossa fé, que é a única capaz de nos manter com os olhos espirituais sempre abertos.

Mas, isso só irá acontecer se essa fé for a inteligente!

Um grande abraço!

Jaqueline Corrêa.


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