“A história que eu odiava começou a se repetir na minha vida"
O estelionato e os vícios fizeram parte da trajetória de Gabrielly Caroline de Aguilar. Hoje, aos 22 anos, ela conta como tudo mudou
A depiladora Gabrielly Caroline de Aguilar, de 22 anos, recorda que durante a infância sua avó e sua mãe frequentavam a Universal. “Eu ficava na Escola Bíblica Infantil (EBI)”, relata. No entanto os anos foram passando e essa lembrança ficou para trás. “Antes dos dez anos, minha família abandonou a Fé da Universal. Minha avó mudou de Igreja e minha mãe saiu completamente da Presença de Deus. Ela acabou se envolvendo com um rapaz que traficava. Ele tinha sido preso e, quando saiu, foi morar com a minha mãe, que engravidou e teve quatro filhos com ele. O inferno começou aí”, conta.
Gabrielly lembra que a casa em que vivia era um verdadeiro ponto de drogas. “Tinha muitos cartões clonados, muitos bens e muito dinheiro. Cresci vendo tudo isso e não compreendia o motivo de tantas brigas em casa. Esse rapaz tentou matar minha mãe várias vezes”, detalha.
CONSEQUÊNCIAS
A jovem destaca que cresceu com um sentimento de revolta. “Virei uma pessoa agressiva, pois acreditava que dessa forma poderia me defender das pessoas. Comecei a fazer coisas que nunca pensei que faria e a história que eu odiava começou a se repetir na minha vida. Aos 11 anos, comecei a sair e a frequentar casas noturnas. Passava os finais de semana me embriagando e arrumando brigas. Certa noite, fiquei curiosa para aprender a clonar cartão. Comecei a praticar o estelionato e dava muito trabalho na escola”, observa.
Gabrielly também conheceu os vícios. “Comecei a beber muito e experimentei maconha, tomava ‘balinha’ (ecstasy) nas baladas e frequentava motéis com homens casados. Só queria curtir o momento sem pensar no futuro.”
DE VOLTA
Na escola, Gabrielly recebeu um convite para ir à Universal, mas o rejeitou. “Uma jovem chamada Keity me fez o convite, mas o recusei. Fui a outra Igreja para não ir com ela. Contudo, aos 16 anos, fui à Universal decidida: a Palavra de Deus abriu meus olhos e decidi mudar. Me batizei nas águas. Descobri que a avó dos meus irmãos também buscava por mim e me lembro das vezes que eu chegava bêbada em casa, aos domingos, e tinha uma garrafa de água, um pão e a Folha Universal. Antes do convite da Keity, Deus já estava cuidando de mim.”
TRANSFORMAÇÃO
Desde então, Gabrielly conta que tudo mudou. “Passei a ser mais gentil e educada com todos, a ser boa amiga, irmã e filha. Me arrependi de roubar. Me libertei das bebidas, do vazio e da necessidade de buscar a aprovação dos outros.” Ela afirma que também ocorreram outras transformações: “na vida sentimental, tomei uma decisão e larguei toda sujeira. Hoje, Deus me abençoou e me colocou como obreira para ajudar as pessoas. Estou me preparando para casar, tenho ao meu lado um homem de Deus que me valoriza e me ama. Sou grata a Deus por me abençoar também na vida financeira e faço cursos para abrir um empreendimento com meu noivo. Neste ano me formo na faculdade. Hoje sou feliz”, encerra.
ATENÇÃO: Devido às novas restrições estabelecidas no estado de São Paulo, os cultos presenciais ficarão suspensos de 15 a 30 de março. No entanto, as reuniões serão transmitidas pelo Univer Vídeo, pelas redes sociais Facebook, Instagram, YouTube, rádio e pela TV Templo. Fique atento às recomendações e notícias aqui no Universal.org.
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