EUA: Comissão do Congresso aponta poder exagerado das empresas Amazon, Apple, Facebook e Google

Relatório foi divulgado no dia 6 de outubro. Entenda o caso

Imagem de capa - EUA: Comissão do Congresso aponta poder exagerado das empresas Amazon, Apple, Facebook e Google

Um grupo de deputados dos Estados Unidos divulgou um relatório, no dia 6 de outubro, acusando pesadamente as empresas Amazon, Apple, Facebook e Google de terem um poder exagerado, no mundo atual (algo que eles definiram como uma espécie de “monopólio” do setor de tecnologia). Foram 16 meses de atividades da comissão entrevistando cerca de 250 pessoas envolvidas e avaliando mais de um milhão de documentos sobre o assunto.

A conclusão da investigação foi que estas grandes empresas de tecnologia, ao longo do tempo, realizaram aquisições de outras empresas para riscar rivais do mapa, impuseram sobre pequenas empresas do setor propostas injustas, além de terem realizado outras maneiras de exercer e manter o poder. Vale lembrar, só para ilustrar, que o Facebook adquiriu duas empresas promissoras: o WhatsApp e o Instagram. Já a Amazon tem a sua própria linha de produtos concorrendo com os demais anunciantes da plataforma. Para o grupo de deputados, seria necessário o desmembramento dessas quatro grandes empresas para que elas perdessem força. Outra sugestão seria também uma fiscalização sobre as próximas aquisições de negócios.

Governo global

É um fato que este cenário de domínio global por um grupo seleto não ocorre apenas no setor de tecnologia. Segundo um levantamento da ONG Oxfam, que tem como bandeira a luta contra a pobreza, já em 2013, havia dez grandes marcas detentoras dos principais produtos alimentícios industrializados e de bebidas do mundo. Isso significa dizer que o controle mundial de alimentos e bebidas pode ser facilmente estabelecido por uma diretriz central, pois, basta haver um domínio sobre as marcas principais.

Em julho deste ano, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, havia afirmado que era necessária a criação de um “governo global”, diante do contexto geopolítico atual.

Portanto, é possível notar que a humanidade caminha a passos largos para um governo único e centralizado, dominado por um núcleo de pessoas, cujo líder máximo será o anticristo.

No livro “A Terra vai pegar fogo“, o Bispo Renato Cardoso explica: “O relacionamento entre as duas bestas (o anticristo e o falso profeta) será como um pacto entre o governo e a religião oficial. Neste contexto, surge uma tática para exercer total domínio sobre as pessoas: uma marca sem a qual ninguém poderá comprar ou vender”.

Se você deseja compreender mais sobre como será o fim deste mundo segundo a Bíblia, adquira o seu exemplar.

A Terra vai pegar fogo