Dois remédios que reduzem a morte por COVID-19
Pesquisadores britânicos apontam eficácia em estudos
O Ministério da Saúde do Japão aprovou essa semana a utilização de dexametasona em pacientes diagnosticados com COVID-19. É o segundo medicamento aprovado com esse fim no país.
A dexametasona foi aprovada após um estudo, realizado pela Universidade de Oxford (Reino Unido), demonstrar a redução de 33,3% das mortes em pacientes com COVID-19, que necessitavam de ventilação mecânica. Entre aqueles que precisaram receber apenas oxigênio, a redução de mortes foi de 20%.
Todavia, pacientes que não precisavam de auxílio respiratório não tiveram grande ajuda ao utilizarem a dexametasona. Isso significa que a droga deve ser destinada a pacientes em estado moderado ou grave, pois, pacientes com quadros leves da doença não são beneficiados.
Nos Estados Unidos, a dexametasona também já foi aprovada e está em uso.
Remédio inalável também demonstra força
Outro medicamento que também demonstrou eficácia no combate à COVID-19 foi o SNG001, criado especialmente para tratar a doença. Ele é inalável e foi desenvolvido na Universidade de Southampton, também no Reino Unido.
O remédio reduziu as chances de mortes e o desenvolvimento de sintomas graves da doença em 79% dos pacientes testados. Mais testes serão realizados antes que o remédio chegue ao público.
No Brasil, também foram descobertas substâncias capazes de combater a COVID-19. Clique aqui e saiba mais sobre elas.
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