Ela foi considerada louca
Conheça a história de Geovania Nobre de Oliveira que, aos 13 anos, se envolveu com drogas e bebidas
A cabeleireira Geovania Nobre de Oliveira, de 35 anos, passou por um momento difícil na adolescência e ele desencadeou inúmeros problemas ao longo da sua juventude. Tudo começou quando ela tinha 13 anos e perdeu o pai em um acidente de carro. A partir daí, Geovania fez uma péssima escolha que gerou más consequências para a sua vida: “revoltada por ter perdido meu pai, passei a usar drogas e bebidas. Eu era o oposto das minhas primas e sempre fui o problema da família”.
Dois anos depois da morte do pai de Geovania, a família começou a enfrentar dificuldades financeiras. “Depois do falecimento do meu pai, minha mãe começou a beber muito. Por causa do vício dela, as coisas começaram a faltar em casa”, relembra.
Por causa desses problemas, a adolescente, então, precisava pedir diariamente comida na casa de parentes, mas apenas uma tia ajudava. Então, cansada daquela situação de humilhação, Geovania decidiu arrumar um emprego.
Vida nos vícios
Com 15 anos, Geovania já trabalhava, mas também se entregava ainda mais aos vícios. Ela passava noites sem dormir e ficava consumindo drogas, como lança-perfume e cocaína. Além disso, usava diariamente medicamentos psicotrópicos (para tratamento de doenças psiquiátricas) por conta própria. Por causa do consumo de drogas e do uso excessivo de medicações, ela desenvolveu problemas psíquicos e foi parar duas vezes em um hospital psiquiátrico.
“Não sei explicar o porquê da minha loucura. Acredito que o próprio mal convencia as pessoas ao meu redor de que eu estava louca e de uma certa forma eu também acreditava que fosse verdade porque aceitava aquele problema”, analisa.
Geovania ressalta que diversos pensamentos de morte vinham à sua mente. Contudo, graças ao apoio de sua mãe, ela descobriu que ainda havia uma saída para a vida dela.
Mudança
Quando Geovania tinha 18 anos, sua mãe conheceu o trabalho da Universal e passou a frequentar as reuniões da Igreja. Com o passar do tempo, Geovania começou a perceber algumas mudanças no comportamento dela. “Minha mãe já não bebia mais, ela havia mudado e, com isso, passou a buscar também por mim nas reuniões.”
Ela lembra que a mãe começou a insistir para que ela também fosse à Igreja, mas o pedido dela era feito em vão. Naquela época, Geovania discutiu muito com ela, mas diante de tanta insistência, começou a frequentar a Igreja para agradar à mãe.
Apesar disso, a jovem não decidiu mudar de vida rapidamente e ia esporadicamente à Universal.
Contudo, há dois anos, ela tomou a decisão de firmar um compromisso com Deus. A partir daí, passou a ver uma transformação em sua vida. “Eu decidi buscar ajuda. Deixei de lado todo o preconceito. Entendi que tinha que mudar de vida e assumir um compromisso com Deus. Minha vida foi mudando assim que tomei a atitude de obedecer à Palavra dEle. Logo consegui me libertar dos vícios, dos problemas que antes eram considerados psiquiátricos e percebi que tudo era espiritual. Hoje estou livre e ajudo outras pessoas”, comemora.
Em Maceió, capital de Alagoas, Geovania é obreira voluntária e ajuda no trabalho do Tratamento da Cura dos Vícios, na catedral. Sua experiência a capacita a auxiliar muitas pessoas que também se encontram na mesma situação em que ela esteve no passado.
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