Você é o padrão que Deus pode usar?
Reunião dos Obreiros reforça que caráter, renúncia e exemplo prático definem quem verdadeiramente serve ao Altíssimo
Com base em 1 Timóteo 4:12, no último Encontro Nacional dos Obreiros (02), destacou-se que quem serve a Deus precisa ser padrão. Assim como Paulo orientou Timóteo, cada servo deve ser exemplo entre os fiéis, especialmente na forma de falar, agir e se comportar.
Nesse sentido, a Palavra enfatiza que a credibilidade está diretamente ligada ao que se vive. Ou seja, o “sim, sim” e o “não, não” revelam o caráter de quem está no Altar. Além disso, a maneira como as pessoas são tratadas também comunica o Senhor Jesus por meio de cada atitude. Portanto, amar as almas não deve ser apenas um discurso, mas uma prática diária.
O padrão que Deus procura
Ao longo da reunião, também foi lembrado que Deus sempre trabalhou com padrões espirituais. Diferentemente do mundo, que estabelece modelos superficiais, o Altíssimo busca referências de fé genuína.
Foi assim com Abraão. Mesmo vindo de uma família idólatra, ele foi escolhido porque demonstrava uma fé alinhada à de Deus. Ainda que não O conhecesse plenamente, já vivia princípios como fidelidade, inclusive no relacionamento conjugal. Por isso, Deus viu nele o potencial para gerar uma nação.
Em contrapartida, foi citado o exemplo de Ló, que escolhia o que era mais fácil e conveniente. Dessa forma, fica evidente que o padrão Divino não está ligado à facilidade, mas à fidelidade e à obediência.

Renúncia: a base do verdadeiro discipulado
Outro ponto central abordado foi que o Evangelho se sustenta em três pilares: renúncia, abnegação e sacrifício. Conforme está escrito em Lucas 14:33, não há como seguir a Cristo sem abrir mão da própria vontade.
Assim, ficou claro que ninguém ganha almas sem sacrifício. Inclusive, o próprio trabalho evangelístico da Igreja Universal é prova disso, já que muitos homens e mulheres de Deus se dedicam a ir até os confins do mundo para levar a Palavra de Deus.
Portanto, servir a Deus exige “agredir o próprio eu”, ou seja, contrariar desejos pessoais em favor de um propósito maior.

Servir a Deus não é fácil — e nunca foi
Além disso, foi reforçado que a essência do serviço a Deus envolve entrega constante. Quanto maior for a responsabilidade, maior também a necessidade de abnegação.
Ao lembrar de Isaías 53:11, destacou-se que o Senhor Jesus viu o fruto do Seu sacrifício e ficou satisfeito. No entanto, surge uma reflexão importante: pode o discípulo ser maior que o Mestre?
Dessa forma, entende-se que o preço de servir a Deus não é leve. Assim como Jesus Cristo precisou pagar um alto preço para obedecer ao Pai, aqueles que se colocam como Seus servos devem agir da mesma maneira.
No entanto, muitos, atualmente, procuram evitar esse custo ao buscar uma fé mais confortável, o que contraria diretamente os ensinamentos bíblicos deixados por Cristo.
O valor de uma alma
Em outro momento, foi apresentada uma comparação significativa: por que o ouro é valioso? Justamente porque é raro, difícil de encontrar e, por isso, precioso.
No entanto, uma alma possui um valor incomparavelmente maior. Por essa razão, para ganhar uma alma é necessário um grande esforço, à altura do seu valor inestimável.
Sendo assim, ninguém pode ensinar aquilo que não vive. O próprio apóstolo Paulo orientou que Timóteo fosse padrão para os demais. Portanto, cada servo deve se perguntar:
- O que eu sou?
- O que tenho feito?
- Como tenho me comportado?
- Minhas atitudes têm formado discípulos?
Com base em Atos 1:1, reforçou-se que o verdadeiro discipulado acontece ao ensinar e praticar. Portanto, é essencial refletir: se todos servissem como eu sirvo, como estaria a Obra de Deus?

De consumidores a provedores da fé
Por fim, a reunião trouxe um alerta direto: é necessário deixar de ser apenas consumidor e passar a ser provedor. Em outras palavras, não basta receber — é preciso transmitir o que se tem recebido.
Assim, cada obreiro é chamado a fazer as pazes com o sacrifício e a avaliar o exemplo que tem sido. Afinal, o crescimento da Obra depende diretamente do modelo que cada um decide representar.
Propósito do mês para os servos
Em suma, foi anunciado o propósito de maio: o “Mês do Discipulado”, que culminará no dia 6 de junho. Esse tema tem como objetivo levar aqueles que têm o Espírito Santo a ganhar almas e formá-las até que também se tornem referência, ou seja, padrão na fé.
Veja como os estados do Brasil realizaram a reunião:
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