O time da família deu uma goleada

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Em um mundo assolado por conflitos, separações e lares profundamente feridos, milhões de pessoas deram um passo de fé que ecoou mais alto do que qualquer discurso: colocaram suas famílias ao pé da cruz. Na Sexta-feira da Paixão, 3 de abril, o Família ao Pé da Cruz reuniu multidões em todo o Brasil e em 150 países, ocupando estádios, arenas, ginásios e igrejas. O movimento revelou uma verdade que permanece viva: a família continua sendo um tesouro precioso, pelo qual sempre valerá a pena lutar.

Foi um dia marcado por lágrimas, abraços, reconciliações e, sobretudo, fé n’Aquele que entregou Sua vida na cruz. Uma oportunidade única para levar a Jesus aquilo que muitos já não sabiam mais como resolver: brigas, traumas, distanciamentos e dores silenciosas vividas dentro de casa.

Essa multidão não se reuniu para torcer por um time de futebol ou por uma seleção, nem para entoar os tradicionais gritos de guerra dos estádios. A torcida ali tinha outro propósito. Um clamor que ecoou pelos cinco continentes em uma só voz: pela paz no lar, pela restauração dos relacionamentos e pela salvação das famílias.

O impacto foi colossal. Presencialmente, mais de 2,9 milhões de pessoas participaram dos encontros realizados no Brasil e no exterior. Só em território brasileiro, 2.811 municípios, de norte a sul, foram mobilizados. Grandes concentrações marcaram cidades como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Salvador (BA), Belém (PA), Porto Alegre (RS), Teresina (PI) e Belo Horizonte (MG). Mais de 69 milhões também puderam acompanhar ao vivo pela TV e pela internet, totalizando um alcance superior a 72 milhões de pessoas.

Mas, acima dos números, ficou gravada uma certeza: quando a família se coloca diante da cruz, o impossível pode se transformar em recomeço.

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Redação / Fotos: Cedida