Ele tinha um tumor de 12 centímetros
Durante anos, Igor Guilherme sofreu com o crescimento silencioso de um câncer na garganta, que afetou sua vida em diversos aspectos e o submeteu a uma cirurgia de risco
O estudante de enfermagem Igor Guilherme Alves, de 23 anos, enfrentou durante três anos um tumor na região da garganta. Aos 14 anos, o problema começou a se manifestar por meio de um pequeno caroço no lado direito do pescoço. Como não parecia ser algo grave e não causava incômodo, ele não deu importância.
Com o passar do tempo, porém, o caroço começou a crescer. Foi então que ele percebeu que algo realmente estava errado e decidiu procurar ajuda médica. “Foram três anos para entender o que realmente estava acontecendo. Fiz consulta com vários profissionais e, a cada atendimento, o diagnóstico era diferente”, conta Igor.
No entanto, o problema foi se agravando. O caroço chegou a medir 12 centímetros, afetando a vida de Igor em muitos aspectos: socialmente, na saúde e até mesmo na autoestima. Por ser algo muito visível, o jovem foi vítima de bullying por parte dos colegas de escola. Ele relata que ouvia muitos apelidos desagradáveis, que o faziam chorar. Ao se olhar no espelho, odiava a própria aparência.
“Com o tempo, eu não conseguia mais comer nem dormir normalmente. Quando ia engolir algum alimento, ele era barrado pelo caroço. Então eu precisava puxá-lo para que o alimento passasse”, revela.
Cirurgia e o uso da fé
Depois de tanto buscar por respostas, em um dos exames realizados, foi constatado um tumor maligno. A cirurgia para a remoção era urgente.
Ele já frequentava as reuniões da Universal e sabia que a fé em Deus seria fundamental naquele momento.
“Seria uma cirurgia muito delicada. Eu corria o risco de ficar com sequelas. Mas usei a minha fé por meio das campanhas, correntes de oração e até mesmo com o uso da água consagrada, para que tudo ocorresse bem”, recorda.
Recuperação total
Após novos exames e consultas, a cirurgia foi realizada e o tumor removido com sucesso. Igor foi orientado a continuar o acompanhamento médico, realizando consultas e exames periódicos para monitorar sua recuperação e verificar a possibilidade de recidiva do câncer. Contudo, ele confiava na resposta de Deus. Meses depois, estava totalmente recuperado, sem sinais da doença e sem sequelas.
Vida transformada
Hoje, sete anos após a cura, Igor tem a saúde estável, realiza suas atividades normalmente e está prestes a se formar para atuar na área da saúde. Ele entende tudo o que viveu como uma forma de engrandecer o nome de Jesus.
“Eu não esperei a mudança por meio dos homens, mas confiei em Deus, e Ele fez o milagre. Vivo como se nunca tivesse tido esse problema e uso essa situação para ganhar almas”, conclui.
Saiba mais sobre o câncer de garganta
O câncer de garganta também denominado câncer orofaríngeo, costuma atingir toda a região da orofaringe, afetando a área de trás da língua, o palato mole, as amígdalas, os pilares, as paredes laterais e a parte posterior da garganta.
Causas
É comum que a doença seja causada por hábitos nocivos à saúde, como o tabagismo e o alcoolismo. No entanto, é importante considerar outros fatores de risco que podem parecer distantes de qualquer relação com o câncer de garganta, como, por exemplo, contágio com o papilomavírus humano (HPV), histórico familiar e envelhecimento.
Sintomas
Esse tipo de câncer atinge todas as células e tecidos que compõem a região da garganta. Sendo assim, é importante compreender alguns sintomas iniciais que podem indicar a presença da doença, sendo eles:
tosse;
- dificuldade para respirar e para engolir;
- alterações na voz;
- sensação de que há algo preso na garganta;
- garganta irritada com frequência;
- caroço no pescoço;
- dor de ouvido;
- perda de peso sem motivo aparente.
Tratamento
Para o tratamento da doença, a avalição é individual, considerando as características do tumor, como tipo, tamanho e extensão, além da idade do paciente e relação com HPV. E a depender do quadro do paciente, o tratamento poderá incluir quimioterapia, radioterapia, terapia-alvo, imunoterapia, cirurgia ou cuidados paliativos.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO)
A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente.
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