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Notícias | 19 de junho de 2019 - 13:30


Você é um cristão Baltazar?

Analise a sua vida, veja que tipo de cristão você tem sido e, se for o caso, mude. Entenda

Quem assiste a macrossérie Jezabel acompanhou a perseguição ferrenha que a rainha idólatra ordenou que fosse feita aos profetas do Deus de Israel.

Mas, mesmo diante das ameaças de morte e de prisão, eles não se intimidaram e, muito menos, negaram a fé. Muito pelo contrário. Embora tenham se escondido em cavernas para escapar da fúria da rainha, em nenhum momento retrocederam. Permaneceram empenhados na luta contra a idolatria e fiéis ao Deus único.

Micaías e Baltazar

O profeta Micaías, por exemplo, se destaca pela sua ousadia, coragem e fé. Não se acovarda diante de nada e, em algumas ocasiões, chega até a ser inconsequente, tamanha é a indignação que sente diante de tantas afrontas da rainha Jezabel ao Deus de Israel.

Mas, há outro profeta que também se destacava, não pela qualidade de fé que possuía, mas pela vulnerabilidade dela.

Enquanto os outros profetas e discípulos se uniam no propósito de proteger uns aos outros e combater a idolatria disseminada em Israel – após a aliança do rei Acabe como os fenícios -, o profeta Baltazar estava preocupado em salvar a própria pele. Mesmo que para isso tivesse que fazer algumas concessões em relação à sua fé. Afinal – na concepção dele – era por um motivo justo.

Isso ficou evidente, principalmente quando ele se dispôs a trabalhar na construção do templo de Baal – deus fenício -, em troca de água. Essa atitude de Baltazar deixou provado que a fidelidade dele a Deus estava condicionada às circunstâncias.

Quando a fidelidade a Deus depende das circunstâncias

E Jezabel soube se aproveitar muito bem disso para conseguir o que queria. Pois, a atitude dele não deixou dúvidas para a rainha que – ao contrário dos demais profetas, que preferiam a morte a trair os companheiros –, a fim de salvar a própria vida e a de sua família, Baltazar não hesitaria em trair aos amigos. Se foi capaz de trair ao próprio Deus, que dirá a Elias.

Veja a cena em que Jezabel propõe a Baltazar revelar o paradeiro do profeta Elias, em troca da vida de sua filha, Chaya:

Baltazar ficou visivelmente constrangido ao perceber que Jezabel sabia que ele não era tão fiel assim ao Deus de Israel. Em outras palavras, que era fraco, que sua fé era fajuta.

Naquele momento, a fé dele, mais uma vez, estava sendo provada. Mas, apesar de Baltazar se sentir envergonhado por ser considerado um provável traidor em potencial, não foi o suficiente para fazê-lo despertar espiritualmente e mudar. Ele preferiu se corromper,  mostrando, mais uma vez, que Deus estava muito longe de ser o Primeiro em sua vida.

Cristão Baltazar

Infelizmente, Baltazar é o retrato de muitos cristãos de hoje. Frequentam a igreja, participam da Santa Ceia, mas quando se deparam com as lutas e perseguições, abandonam a fé que dizem ter.

Ainda existem aqueles que são “meio barro, meio tijolo”, ou seja, quando estão no ambiente da fé, se mostram fervorosos, verdadeiros homens e mulheres de Deus. Mas, no trabalho, em casa, diante dos amigos, assim como Baltazar, abrem concessões à sua fé e, obviamente, sempre arrumam uma boa desculpa para justificar sua falta de caráter cristão e infidelidade a Deus.

É uma mentirinha aqui, outra ali. De vez em quando escapa um palavrão. Continuam frequentando a mesma roda de amigos e mantendo as mesmas conversas que, certamente, não teriam coragem de ter com pessoas verdadeiramente cristãs. Cedem, frequentemente, aos desejos da carne, afinal, ela é fraca, não é mesmo? Mas, a verdade é que fracos são aqueles que não conseguem dominá-la.

Presas fáceis

Enganam-se, acreditando que é possível agradar a Deus sem desagradar ao mundo.

“… não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” Tiago 4.4

Enquanto viverem dessa forma, indefinidos e fracos na fé, serão presas fáceis nas mãos do diabo. Fatalmente e, infelizmente, serão marionetes nas mãos dele para lhes servirem aos seus propósitos malignos. Assim como Baltazar foi nas mãos de Jezabel!

Qual a sua escolha?

Assumir e viver a fé no Deus vivo e pagar o preço que for necessário para se manter fiel a Ele, mas, no final, receber a coroa da vida, a salvação eterna, ou continuar sendo um “cristão Baltazar” e obter algumas vantagens e satisfações momentâneas, porém, no final de tudo, ser envergonhado e condenado ao fogo eterno, preparado para o diabo e seus demônios?

E, então, que tipo de cristão você vai ser a partir de hoje: Baltazar ou Micaías?

A escolha é sua.

Escola da Fé Inteligente

Se você deseja se tonar um cristão como Micaías, ter o caráter de Deus e uma fé forte e genuína, participe todas as quartas-feiras da reunião da Escola da Fé Inteligente, que acontece no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Consulte aqui os endereços.

 


  • Jeane Vidal / Fotos: Reprodução 



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