Restrições contra crenças religiosas cresce no mundo, aponta relatório
De acordo com o Pew Research Center, tensões são cada vez maiores
Um relatório do Pew Research Center mostrou que as restrições religiosas têm aumentado pelo mundo.
Entre os anos de 2007 e 2017, leis, políticas e ações têm sido recursos usados pelos governos para restringirem crenças religiosas.
Além disso, a violência social e os ataques contra indivíduos também aumentaram no âmbito do tema.
Forte controle do Estado
No total, 52 governos foram destacados pelo relatório com altíssimas restrições. Entre eles, a Rússia, a China e a Indonésia.
O texto acrescenta que parte dessas restrições envolve a obrigatoriedade de registro dos grupos religiosos. Há, ainda, o favoritismo por parte dos governos para com algumas instituições específicas.
Já os casos envolvendo assédio vão desde ataques promovidos por pequenos grupos até violência em massa.
Outro fato que chamou atenção dos pesquisadores foi a violência promovida por grupos organizados. Como, por exemplo, os neonazistas – que resgatam as ideias de Adolf Hitler – e os grupos islâmicos terroristas – entre eles, o Boko Haram.
Em janeiro de 2017, por exemplo, o Universal.org noticiou sobre um grupo de cristãos que foram mortos por radicais da tribo fulani em uma aldeia na Nigéria, no continente africano.
O que é importante entender?
Por fim, o relatório apontou que a mensagem mais importante da pesquisa é que as tendências apresentadas sugerem um aumento no controle de crenças religiosas pelo mundo.
Segundo o relatório, o objetivo desse estudo foi analisar até que ponto os governos e as sociedade do mundo todo influenciam as crenças e as práticas religiosas.
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