Rede aleluia
Juntos por uma confusão digital
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 24 de Janeiro de 2021 - 00:05


Juntos por uma confusão digital

Teoricamente, não era para Anderson Pereira Baliões ter sequer iniciado uma amizade com sua atual esposa, Caroline Baliões. Quando a bênção vem de Deus, no entanto, até o que era para ser um problema acaba ajudando

Juntos por uma confusão digital

Os vendedores Anderson Pereira Baliões e Caroline Aparecida de Oliveira Baliões, ambos de 33 anos (foto acima), se conheceram há três anos. Eles se casaram há pouco mais de dois meses, em 21 de novembro de 2020, na Universal do Parque Santa Madalena, em São Paulo.

Antes de se conhecerem, Caroline conta que passou por um período em que precisou se curar internamente. “Quando eu tinha uns 12 anos, houve um problema no casamento dos meus pais. Uma traição por parte do meu pai. Minha mãe ficou muito mal e eu sofri muito, fiquei com raiva e com ódio do meu pai. Também fiquei com ódio de todos os homens e nunca imaginei que me casaria um dia.”

Foi com esse pensamento que ela chegou às palestras da Terapia do Amor, reuniões voltadas à felicidade amorosa. “Comecei a fazer a Terapia do Amor primeiramente para tirar o ódio de dentro de mim.” Ela acrescenta que também enfrentou o medo de que o que havia acontecido com sua mãe se repetisse na sua vida.

MUDANÇA INTERNA
As palestras foram importantes para que Caroline conhecesse a si mesma. “Depois, precisei lutar com os pensamentos de que o tempo passaria e eu não seria realizada na vida amorosa. Minha necessidade, então, passou a ser vencer a ansiedade”, compartilha. Ela diz que, ao colocar os ensinamentos em prática, se livrou de dilemas e ficou bem consigo mesma – condição ideal para conhecer alguém.

HISTÓRIA INUSITADA
A forma como o casal se conheceu é algo, no mínimo, curioso. “Eu tinha um amigo na Igreja que me falou que havia uma pessoa interessada em mim e que ela me procuraria nas redes sociais. Nesse período, o Anderson me chamou por mensagem. Quando cheguei nesse amigo e falei que estava conversando com o rapaz, ele ficou contente. Eu comentei até que tínhamos nos conhecido pessoalmente. Só depois de um tempo eu o mostrei para esse amigo e aí ele falou: ‘mas não é esse aí, não.’ O Anderson não era a pessoa que esse amigo tinha me falado!”, diverte-se. No final das contas, tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus, como citado em Romanos 8.28.

FINAL FELIZ
Caroline conta o que avaliou ao buscar alguém para dividir uma vida toda. “O que me chamou a atenção no Anderson foi o compromisso dele com Deus, o cuidado e o amor que ele tem pela minha família.” Já Anderson diz que o caráter e a atitude de Caroline chamaram sua atenção. “Nós dois nos preparamos participando da Terapia do Amor”, comenta Caroline, que acrescenta: “estamos sempre um apreciando o outro e um colocando o outro para cima.”


Juntos por uma confusão digital
  • Flavia Francellino / Fotos: Cedidas 


reportar erro