Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Núbia Siqueira | 18 de setembro de 2019 - 00:00


O pecado de Moisés

A incredulidade produz um comportamento tão insolente e desaforado que põe em xeque a confiabilidade na Palavra Divina

No deserto de Zim, o povo estava sedento e não havia água para o consumo. As pessoas começaram a reclamar e a discutir com Moisés, que rogou a Deus por uma solução. O Senhor lhe ordenou que falasse à rocha para que dela saísse a água que saciaria a sede de todos (Números 20).

Imagine um líder que, por mais de três décadas, conduzia uma multidão com cerca de três milhões de pessoas pelo deserto, as quais, sucessivamente, o culpava por qualquer dificuldade e frustração. Além disso, era um momento extremamente difícil para Moisés, pois, ele havia acabado de sepultar sua irmã. Silenciosamente aquele homem sofria a dor da perda de Miriã.

Então, por um instante de descontrole e ira, ele bateu na rocha duas vezes em vez de falar a ela. Essa atitude entristeceu sobremaneira a Deus, que o impediu de entrar na Terra Prometida.

Talvez você esteja pensando que o ato de Moisés não foi tão grave assim e que certamente sua fraqueza deveria ser compreendida por Deus, não é verdade? Não, não é verdade. Justamente porque Deus julga a raiz do pecado e penetra onde os olhos humanos não conseguem ver e avaliar. Para o Altíssimo não importam as justificativas dadas por uma pessoa para defender o seu erro, pois Ele não é convencido por nenhuma desculpa usada para a prática do pecado. Ele enxerga o pecado em si.

Irrefletidamente, Moisés desobedeceu ao que lhe foi mandado fazer. A água jorrou para saciar a sede do povo, porém, Deus os repreendeu severamente: “Visto que não crestes em Mim, para Me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso, não fareis entrar este povo na terra que lhe dei.” Números 20.12

Repare que o pecado de Moisés não foi carnal, cometido por uma fraqueza ou uma tentação, mas espiritual. Ele desobedeceu porque foi incrédulo. E vindo de Moisés, Deus considerou um duro golpe, como a traição de um amigo, visto que Ele o honrava diante de todos e agora estava sendo desonrado na frente do próprio povo. Seu Nome não seria santificado e nem receberia a glória de vida. Moisés e Arão prevaricaram contra Deus e usaram sua posição de liderança com motivação errada (Deuteronômio 32.51).

A incredulidade produz um comportamento tão insolente e desaforado que põe em xeque a confiabilidade na Palavra Divina, como se o Todo-Poderoso não fosse capaz de cumprir o que promete.

O pecado custou a Moisés o que ele mais desejava: terminar sua missão. Ele teve o prazer, ou o pesar, de avistar a Terra Prometida de longe, mas não pôde entrar, apesar de insistir, e muito, com o Altíssimo. Para um líder como ele, não poderia haver nada mais doloroso.

Diante do que aconteceu com Moisés podemos considerar uma preciosa lição: quanto mais conhecemos a Deus e a Sua Palavra mais temor e tremor devemos ter, pois Ele tratará as nossas falhas com critérios justos e individuais, e ninguém estará imune às consequências das faltas praticadas.


  • Núbia Siqueira / Foto: reprodução 


reportar erro