Convencer alguém é uma prisão
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A prisão de ter que convencer alguém…
Muitas vezes atendemos pessoas na igreja que carregam o peso de ter que provar que Deus é Deus através de sinais.
“Eu preciso prosperar para minha família crer que Deus é comigo.”
“Eu preciso receber esse milagre para que as pessoas vejam Deus na minha vida.”
Isso é um fardo tão pesado!
Quando a pessoa está decidida a não crer, o próprio Senhor Jesus pode descer encarnado e ressuscitar um morto à sua frente, que ela vai continuar incrédula.
E, quando Deus quer se revelar a alguém, Ele tem os seus meios. Não foi assim com Saulo?
Entender isso foi um haja luz na minha vida. Porque, quando eu era criança na fé, eu carregava esse peso de ter que mostrar Deus na minha vida. É tão simples entender que, se Deus é comigo e eu com Ele, não preciso me contorcer pra que isso seja notório. Será, naturalmente. Mesmo que nada de extraordinário aconteça.
Quando nos livramos desse fardo, a caminhada com Deus fica leve, e Ele, por Sua graça, bondade e misericórdia, enche a nossa vida de sinais, sem que precisemos pedir.
Sinais que, muitas vezes, só nós vemos, e nas coisas mais simples, que mostram um amor e cuidado tão grandes para conosco, que nos constrange.
Sinais que são como pétalas espalhadas por onde andamos. Uma declaração silenciosa, como um grito suave, de um Deus que faz questão de dizer que nos ama e que nunca nos deixa só. Sinais que dizem: Eu te vejo, Eu te ouço, Eu te entendo, Eu estou aqui, Eu cuido de ti…
Ah, se as pessoas entendessem que o maior sinal de Deus nem sempre é a cura de um cancro, às vezes, é algo tão pequeno que mais ninguém viu, só nós e Deus.
Por Luciene Barba
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