Quando o trabalho é reconhecido por autoridades

Por Maria do Rosário / Fotos: Cedidas pelo UNP/Piauí


Admirado com o trabalho realizado pelo Universal nos Presídios (UNP) na instituição penal que gerencia — a Casa de Custódia Prof. José Ribamar (localizada em Teresina, no Piauí) —, o tenente Jean Carlos Bezerra não poupou elogios aos dirigentes e voluntários do grupo.

O local mantém atualmente cerca de 1.050 internos, entre regime fechado, semiaberto e presos provisórios. “Nenhuma outra igreja se importou tanto ou se importa com os detentos quanto a Universal”, destacou recentemente.

E ele continua: “E isso é muito salutar; a gente vê hoje dentro dos pavilhões um clima de mais harmonia e tranquilidade, tudo isso é fruto da pregação da Palavra de Deus”.

Ouvir isso de um profissional militar, acostumado a presenciar as mais diversas situações de conflitos em sistemas penitenciários, dá uma ideia da dimensão da dedicação dos voluntários do UNP.

Ninguém nasce criminoso, ninguém nasce errando. A vida, as más companhias, as circunstâncias, os exemplos, a miséria são ferramentas das quais se aproveita o mal para influenciar as pessoas. Mas só há uma maneira de tirá-la desse mundo sombrio: fazê-las crer que nada é impossível. Que se pode, sim, começar uma nova vida, dirigida pelo Espírito Santo. E é isso que o UNP faz em suas visitas, levando e explicando a Palavra a apenados.

O resultado desse trabalho também é resumido no depoimento do major Cleiton Lima, diretor da Colônia Agrícola Major César Oliveira, localizada na BR-343 entre Teresina e Altos, no Piauí:

“Muitos detentos são carentes de uma palavra amiga de forma que os incentive a sair do caminho errado. Na verdade, esse trabalho da Universal leva o interno a querer sair daqui e procurar ser alguém melhor. A gente tem observado que muitos têm se entregado a Deus e, com isso, a tranquilidade dentro dos presídios tem aumentado, porque muitos deles começam a se afastar e a evitar as más companhias, problemas, já pensando nessa doutrina, nessa disciplina, que eles recebem quando conhecem a Deus, por meio desse trabalho da Igreja”.


O batismo nas águas

Após esse período de conhecimento da Palavra, de mudança, o outro passo a ser dado é o batismo nas águas, o que tem ocorrido com frequência em todas as unidades em que o UNP atua. No Piauí não tem sido diferente.

No fim de outubro, na Penitenciária Mista Juiz Fontes Ibiapina, após uma reunião ministrada pelo bispo Josué Amorim, responsável pelo trabalho da Universal no estado, ao lado do bispo Souza, coordenador do UNP no Piauí, e 32 presos, entre homens e mulheres, foram batizados nas águas. Após a cerimônia, todos foram presenteados com uma Bíblia.

Ao todo, no estado, 60 presos foram batizados, demonstrando com este ato o desejo de trilhar um novo caminho: o da Salvação.

Na ocasião, o bispo Josué lembrou que o empenho do grupo é em obediência à ordem de do Senhor Jesus: “Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo? (Isaías 58:6)

Quer saber mais detalhes a respeito do grupo no Brasil e em diversas partes do mundo? Acesse e curta a página oficial do coordenador geral do UNP no Facebook, bispo Eduardo Guilherme, clicando aqui.

E, se quiser fazer parte do grupo de voluntários, saiba como em uma Universal mais perto da sua casa.

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