Você torna a sociedade melhor ou pior?
Nos últimos anos, muito pela influência manipuladora da esquerda que pilhou o Brasil e o enfiou em um caos nunca antes visto (apesar de alguns simpatizantes dela adorarem pensar que a coisa só piorou do impeachment de Dilma Rousseff para cá, um argumento digno de risos), cresceu uma mentalidade de que o cidadão é sempre um “coitadinho” sem responsabilidade direta ou indireta pelo que faz de bom e de ruim.
Na verdade, a sociedade é feita de indivíduos cujas ações, em conjunto, influenciam os rumos que ela tomará – inclusive economicamente. Daí vem o famoso círculo vicioso que, apesar de enorme clichê, é totalmente verdadeiro: indivíduos ruins fazem uma sociedade doente que, por sua vez, produzirá mais indivíduos ruins.
Pessoas que estão à margem da sociedade, aflitos e outros que cometem males sociais geram prejuízos à sociedade, independentemente de o fazerem conscientemente – e, infelizmente, alguns têm plena consciência disso e fazem assim mesmo.
Uma pessoa que caiu na miséria, por exemplo, causa prejuízos sociais e econômicos à sociedade. Ela mesma está sujeita aos perigos de morar na rua, a doenças, a injustiças, aos vícios, à exploração e ainda pode ser um agente infeccioso nas veias da cidade. Muitos não têm culpa disso, pois são vítimas de circunstâncias acima de seu controle humano; enquanto outros estão assim por envolvimento com drogas, impossibilidade de trabalhar e outras atitudes erradas. Tendo culpa ou não, é menos um cidadão na máquina da sociedade – e menos um contribuindo com seu imposto, falando de uma forma mais direta.
Um assassino, além da obviedade de tirar vidas sem ter esse direito, que compete somente a Deus (sendo que Ele mesmo não abusa dele), torna a realidade menos segura e, dentro ou fora da cadeia, também é menos um na contabilidade social positiva – financeira e moralmente falando. Uma prostituta (ou seu equivalente masculino) causa perigos e prejuízos a si mesma e à sociedade. Ela ajuda a disseminar doenças sexualmente transmissíveis, é explorada ou escravizada por cafetões e cafetinas, muitas vezes é privada do convívio com os entes queridos e corre riscos 24 horas por dia – inclusive espirituais, pela troca nesse sentido com os diversos “clientes”.
Um traficante de drogas ajuda a espalhar veneno pelo mundo, uma atividade que é a maior causadora de crimes violentos em todo o planeta – mais um que enche o próprio bolso de bilhões de reais e deixa de gerar impostos pelo trabalho honesto. Ele não se importa com as vidas de viciados e seus familiares, desde que lucre.
O usuário de drogas, por sua vez, tem metade da culpa citada acima. Seu dinheiro financia o crime, as armas, as mortes que acontecem em confrontos desnecessários com a polícia e outros bandidos, muitas vezes custando as vidas de quem nem tem nada com o assunto. Muitos até sabem desse triste custo social para cada cigarrinho de maconha que fumam, mas não estão “nem aí’ para o que causam, pois pensam somente em si mesmos.
Na contramão desses perigos entra a Igreja. Enquanto muitos criticam a realidade sem fazerem nada, uma instituição eclesiástica séria e realmente preocupada com o meio em que atua encara o mal diretamente. Munida da força espiritual de Deus, bate de frente com o mal e tudo o que ele produz.
Quantos hoje, por causa da boa evangelização dentro e fora dos presídios, deixaram de ser os criminosos que só sugavam da sociedade para serem construtores e mantenedores dela, tendo se tornado respeitáveis e exemplares chefes de família, profissionais sérios, empresários de sucesso? Da mesma forma como aconteceu com ex-prostitutas, ex-moradores de rua, ex-viciados, etc.
Vale pensar, antes de criticar, em como uma instituição que segue os preceitos do Senhor Jesus age diretamente para produzir um amanhã melhor – algo que Ele mesmo fez enquanto esteve no mundo em carne e osso e legou à Igreja tal papel. Assim como vale pensar em como você tem agido: com suas ações em todas as áreas da vida, você torna a sociedade melhor ou pior?
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