Rede aleluia
Você já se cansou de tentar de tudo e nunca encontrar a resposta?
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
GaranhunsRecife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCaraguatatubaCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 3 de Julho de 2022 - 00:05


Você já se cansou de tentar de tudo e nunca encontrar a resposta?

Mesmo se empenhando para conquistarem o que desejam, muitas pessoas não veem a concretização desse esforço porque o alvo de suas buscas está no lugar errado. Mas há uma chance de mudar esta realidade

Você já se cansou de tentar de tudo e nunca encontrar a resposta?

Parece que para tudo existe uma fórmula para que se alcance êxito. Basta acordar mais cedo para ter um dia produtivo, diversificar as fontes de renda para prosperar com segurança, investir em conhecimento para ser reconhecido no trabalho, procurar os melhores médicos e tratamentos para ser curado de uma doença, obedecer a centenas de conselhos para lidar com os problemas no casamento, seguir uma fé doutrinária para ver sonhos se tornarem reais e tantas outras “receitas”.

Não é que elas sejam, de fato, erradas, mas qual é a garantia de sucesso delas? Poucas pessoas obtêm respostas assertivas com essas atitudes. A maioria trabalha arduamente e não consegue sustentar a própria família, possui uma coleção de diplomas e não conquista um emprego e há quem aparentemente tenha uma vida perfeita, mas, na realidade, convive com infelicidade, baixa autoestima, depressão e outros males.

Investir em si e em sonhos não é errado, mas a sinceridade, o esforço e a fé sozinhos não são suficientes para oferecer aquilo que tantos desejam. A pessoa pode até se dedicar fielmente à sua crença e, ainda assim, viver uma sucessão de frustrações, por exemplo. E não é porque ela está sendo ignorada por Deus ou porque é destinada a ter uma vida limitada, mas por outro detalhe: porque está empenhando sua força e se entregando no lugar errado.

Essa realidade não é nova, aliás, esse looping de crenças e descrenças, de ação e frustração se repete há gerações. Foi o que aconteceu com o povo de Israel, na época em que enfrentava seca e miséria. O profeta Elias reuniu o povo no Monte Carmelo para o desafio de provar quem era o Verdadeiro Deus a quem eles deveriam buscar. Pacientemente, ele observou centenas de profetas de Baal usarem a fé, clamarem e oferecerem seus holocaustos por horas a fio para obterem uma resposta, mas tudo foi em vão. Antes de chegar sua vez de fazer a prova, Elias disse:
“chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele, e restaurou o Altar do Senhor, que estava quebrado” (1 Reis 18.30).

Não era possível usar o mesmo altar que os profetas de Baal haviam utilizado. Foi necessário fazer a troca e restaurá-lo. “É muito fácil entender a troca de altar. Pense na sua fé como uma semente e o Altar como a terra. Há certas sementes que se você colocar em determinados solos, não vão germinar, nem brotar e não vão produzir nada, mas, no solo certo, elas vão produzir muitos frutos”, explicou o Bispo Renato Cardoso na oração da meia-noite, durante a preparação para a grande Fogueira Santa no Monte Carmelo.

Elias sabia que havia fé e sinceridade entre aqueles que serviam a Baal, mas eles não conseguiam fazer a seca acabar, a fome cessar e tampouco o fogo descer do céu. E por quê? Para uns faltava conhecer o Deus-Vivo, enquanto para outros faltava reconhecer o Altar certo. Então, depois que o Altar foi restaurado, o profeta ofereceu o sacrifício, derramou água sobre o local para intensificar o desafio, clamou a Deus e Ele prontamente lhe respondeu, revelando-Se como o Único e Verdadeiro Senhor (1 Reis 18. 36-39).

“Deus vê que há pessoas sinceras que estão no altar errado e servindo aos deuses errados. Mas essas pessoas não perdem a sua qualidade e grandiosidade diante de Deus, porque são sinceras.

Apesar de estarem no caminho errado, Deus vê aquele coração sincero e verdadeiro”, reforçou o Bispo Macedo no Monte Carmelo, em uma reunião com outros bispos responsáveis pelo trabalho da Universal em alguns países.

Em relação a Deus, o Bispo Macedo afirmou que “o povo tem o direito de saber quem é o Verdadeiro e quem é o falso” e que essa foi a proposta de Elias ao povo de Israel, que, no âmago daquela difícil situação, clamava e obedecia aos deuses, mas não via nenhuma solução. Em contrapartida, diante de todos no Monte Carmelo, Elias expressou uma fé audaciosa, revelando o Altar certo e o Deus que realmente responde.

Essa mesma fé, esse mesmo Altar e esse mesmo Deus continuam trazendo respostas nos dias de hoje por meio dos testemunhos de pessoas que entenderam que precisavam fazer algo a mais para ver a materialização daquilo que tanto desejavam. Foi necessário que conhecessem e reconhecessem o Altar certo, empenhando a fé e tomando a iniciativa de fazer uma prova real com Ele.

“Eu Estava decidido a matar a minha família”
Alexandre da Silva, (foto baixo) de 49 anos, teve uma vida difícil desde a infância e enfrentava frustrações depois de depositar sua confiança nos altares errados. Sua situação familiar era tão lamentável que seu irmão mais velho decidiu seguir a vida no mundo da criminalidade e do tráfico. No anseio de ajudá-lo, ele escolheu se tornar agente de segurança pública para mostrar que outro caminho poderia ser seguido.

Antes que Alexandre pudesse fazer algo, seu irmão faleceu sem ter a chance de mudar de vida. Ele, então, seguiu com seus sonhos, se dedicou à carreira que tanto almejou e constituiu sua própria família. Mas o que parecia ser sua grande realização começou a se esvair: “todo dia era um sonho realizado e eu dava o meu melhor. Eu trabalhava muito e ainda comecei a fazer um ‘bico’ para ajudar nas finanças, mas, com o passar do tempo, as cobranças por resultados me deixaram oprimido e busquei refúgio na bebida”.

Alexandre deixou a família de lado, foi perdendo o prazer pelo trabalho e sua vida tomou rumos inimagináveis. Depois de dez anos bebendo, o seu fundo de poço chegou com as drogas. Ele não se recorda de como começou a consumir cocaína, mas o novo vício o deixou agressivo com os colegas de trabalho e com a família.

Essa não era a vida que ele queria: se afundar nos vícios e viver alterado e depressivo. Também não era o marido e o pai que sua família merecia, pois, quando não estava ausente de casa, ele discutia sem motivos. Além disso, ele também não era o profissional que sonhava: ele faltava ao trabalho sem justificativa e perdia todas as chances de ser promovido. Ele ainda menciona que “combatia ocorrências, mas fazia parte delas. Às vezes, eu prendia alguém que estava usando drogas, mas também as usava”.

Ao longo de 15 anos de consumo de bebida alcoólica e dos quatro anos de uso de cocaína, Alexandre pensava: “até quando vou levar essa vida?, que futuro vou ter?, que futuro vou dar para minha família?” e até tentava mudar, mas não conseguia.

Certa noite, ao chegar em casa bêbado e sob efeito de drogas, ele queria acabar com essa realidade: “era madrugada quando veio o pensamento de que, já que a minha situação não mudava, eu tinha que tirar a vida da minha esposa, da minha filha e, depois, a minha própria vida”, relata.

Alexandre colocou a arma na cabeceira do sofá, se sentou e ligou a televisão, que exibia um programa da Universal. Sua esposa, Lucélia, e sua filha, Larissa, já frequentavam a Igreja e ele era simpatizante, mas, nos últimos anos, inventava desculpas para não ir com elas às reuniões. Contudo, naquela madrugada de 2014, segundo lembra, parecia que o Bispo conversava com ele ao dizer: “para você que se encontra bêbado e drogado há uma saída”.

Aquelas palavras fizeram com que Alexandre reconhecesse que precisava tomar uma atitude: “ou minha vida realmente mudava, ou eu iria cometer uma atrocidade, porque eu estava decidido a matar minha família naquela noite”. O que ele não sabia é que, antes, sua esposa e sua filha tinham manifestado a Fé em favor dele na Fogueira Santa. Assim, sendo ele próprio a resposta do Altar, logo reconheceu que sua transformação completa só poderia vir daquele Único lugar e que o primeiro passo dependia dele.

Usando a Fé inteligente no Altar certo, Alexandre abandonou os vícios, se livrou da depressão e alcançou a maior de todas as conquistas: o batismo com o Espírito Santo. “Entendi que manifestando a Fé nós conseguimos tudo nessa vida, porque viver pela Fé é viver na dependência de Deus.”

O homem que acreditava que seria capaz de resolver os problemas do irmão com o próprio exemplo, que tentava lidar com as dificuldades do dia a dia com os vícios e que pensava que a solução para seus problemas fosse a morte não existe mais. “Hoje sou um Alexandre transformado como homem, marido, pai e profissional. Deus fez essa transformação quando confiei em Seu Altar e usei minha Fé no Lugar que traz resultados”, finaliza.

Alexandre já foi promovido no trabalho duas vezes, é subinspetor, bacharel em Direito e está cursando gestão em segurança pública. Ainda é obreiro voluntário e faz parte do grupo Universal nas Forças Policiais (UFP). Ele realiza núcleos nos batalhões da Polícia Militar, no quartel do Corpo de Bombeiros e nas unidades da Guarda Civil Municipal. “Isso só foi possível porque Deus resolve, mas Ele só transformou minha vida a partir do momento que fui sincero com Ele e no Altar dEle”, conclui.

Eles deixaram o Altar da religiosidade
Cristiane Jensen, de 50 anos, se sentia rejeitada e se envolveu em relacionamentos que tinham tudo para dar errado. “Sempre namorei rapazes viciados em drogas, que me traíram e eram ‘losers’ [expressão em inglês], caras perdidos que não trabalhavam e não faziam nada além de usar drogas. Uns verdadeiros ‘mala sem alça’”.

Ela conta que no Japão, onde morava, depois do término de um namoro de quatro anos, ela foi apresentada ao espiritismo por um colega do trabalho e que “as coisas foram piorando, indo de mal a pior”. Sem esperança de melhora, ela decidiu que precisava recomeçar e então se mudou para o Havaí, onde começou, segundo afirma, a “manifestar com espíritos malignos” e, por isso, foi procurar ajuda em uma igreja evangélica.

Enquanto isso, o norte-americano Christian Jensen, (foto baixo)  de 45 anos, tinha se mudado da Califórnia para o Havaí, ambos nos Estados Unidos. Fruto de uma família destruída, ele consumia bebidas alcoólicas e fumava maconha todos os dias. “Eu não queria essa vida, mas não sabia como escapar dela. Então, no Havaí, comecei a frequentar uma igreja evangélica”, recorda. Cristiane e Christian acabaram por escolher a mesma denominação e se conheceram no local durante um estudo bíblico.

Eles pareciam felizes e chamaram a atenção um do outro, então, logo começaram a namorar, acreditando que, por terem assumido uma fé em Deus, tudo seria perfeito no relacionamento deles. Só que não foi bem assim. “A depressão e os pensamentos de morte haviam sumido e eu não tinha problemas com drogas ou bebidas, mas tinha com relações sexuais e isso acabou destruindo tudo.

Com dois meses de namoro, tivemos relações sexuais, voltei a manifestar com espíritos e permaneci assim durante 17 anos”, detalha Cristiane.

O casal se tornou missionário e assumiu uma missão no México para falar do amor de Cristo, mas o que a dupla pregava não condizia com o que vivia na própria casa e, assim, o casamento foi se deteriorando.

Ao visitar sozinha a família no Brasil, Cristiane acompanhou o irmão ateu em uma visita ao Templo de Salomão. Ela foi relutante e não escondia o desgosto por estar na Universal, mas se surpreendeu logo no início: “uma menina manifestou com espíritos malignos e, enquanto o bispo não os expulsava, ele não começava a reunião. Isso chamou minha atenção, porque eu manifestava da mesma forma há quase 20 anos no Havaí e ninguém conseguia me ajudar a me libertar, nem a própria igreja onde eu era missionária”, lembra.

Ao retornar para o Havaí, Cristiane passou a ver vídeos com testemunhos de pessoas que tiveram a vida transformada ao usar a Fé inteligente, mas duvidava que aquelas histórias fossem verídicas. Até que Christian propôs o divórcio e Cristiane decidiu, enfim, buscar ajuda na Universal.

Em 2016, o casal se mudou com os filhos para o Brasil e ele começou a frequentar a Universal. Christian acabou se surpreendendo com o que viu e conta o que pensou: “essa igreja coloca a fé em prática e a minha fé, antigamente, era só ler a Palavra e orar, mas a vida era igual a de um incrédulo. Eu nem sabia como usar a fé”.

Ao ouvir sobre a Fogueira Santa, o casal decidiu fazer uma prova com Deus para que o casamento fosse transformado. “Pensei que o Céu iria se abrir e os problemas se resolveriam imediatamente, mas não foi assim”, diz Christian. Mas, por terem feito o certo no Altar certo, eles foram perseverando. “Vi que a vida de sacrifício transforma, então voltamos para o Havaí felizes porque podíamos mudar e ter um casamento abençoado”, completa ele.

Morando novamente no Havaí, o casal não queria deixar de aprender mais sobre essa fé que é ensinada na Universal, mas a Igreja ainda não tinha iniciado o trabalho lá. Então, durante dois anos, eles assistiram às reuniões apenas pela internet.

A transformação do casamento foi gradual e eles só alcançaram êxito quando receberam o Espírito Santo. Christian relata que entendeu que precisava colocar toda a sua vida no Altar para ter a abundância que Deus promete em Sua Palavra: “eu queria ser um homem de Deus e, agora, o Próprio Deus está dentro de mim”. Notando a transformação do marido, Cristiane também buscou o batismo com o Espírito Santo. “Deus nos honrou e foi maravilhoso. Hoje nós somos Fonte de Água Viva e estamos vendo a Igreja crescer no Havaí”, diz Cristiane.

Entendendo a importância do Altar, o casal decidiu selar a transformação no relacionamento com a renovação dos votos matrimoniais. Eles, que se casaram em uma praia no Havaí há 20 anos, vieram novamente ao Brasil para participar da Celebração de Casamentos, no Templo de Salomão, em maio deste ano. “Foi glorioso casar no Altar em que o nosso casamento foi restaurado”, afirma Cristiane.

O próximo passo deles é investir na vida financeira: “Deus abriu nossa visão para termos nosso próprio negócio”, revela Christian, que abrirá a primeira loja, ao lado da esposa, no próximo mês.

O Altar da Decisão
O Deus que respondeu ao clamor de Elias e fez o fogo descer é o mesmo Deus que transformou a vida de Alexandre, restaurou o casamento de Cristiane e Christian e mudou a realidade de tantas outras pessoas. E, se assim decidir, você também poderá ver o Deus que vai reescrever sua história.

Deixe de fazer de pessoas, dinheiro, relacionamentos, trabalho e crenças seus deuses e, consequentemente, exercer a fé de maneira errada. Isso porque, em vez de obter respostas, o que você e todos verão será o fundo do poço minando seus sonhos até que eles desapareçam.

Com tantos testemunhos de transformação, já foi provado que manifestar a fé no Altar certo é o caminho para alcançar tudo o que se almeja. “Essa é a proposta da grande Fogueira Santa no Monte Carmelo, do Altar da Decisão: que as pessoas possam encontrar esse Deus que responde. Se você quer fazer um desafio, como fez Elias ao convidar o povo para colocar a fé à prova, nós vamos fazer essa prova nessa Fogueira Santa”, destacou o Bispo Renato Cardoso.

A Fogueira Santa do Monte Carmelo não é um desafio contra crenças, mas um chamado àqueles que alegam que já tentaram de tudo e até agora não obtiveram respostas ou cuja resposta alcançada foi apenas a degradação da situação. Ela é a última porta para aqueles que já estão cansados de investir em deuses e altares errados.

É hora de tomar a sua decisão. Procure a Universal mais próxima e “provai e vede que o Senhor é bom” (Salmos 34.8).


Você já se cansou de tentar de tudo e nunca encontrar a resposta?
  • Laís Klaiber / Fotos: getty images, Demetrio Koch, cedidas e reprodução  


reportar erro