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Notícias | 22 de Junho de 2021 - 11:06


Você está cansado de ser quem é?

É possível deixar a vida de erros e fracassos no passado e obter uma nova identidade. A Fogueira Santa é a chance para você reconstruir a sua história

Você está cansado de ser quem é?

Quantos anos você tem e há quanto tempo você suporta a vida de erros e fracassos que leva? Há quem responda que desde que se “conhece por gente”, pois só enxerga em sua identidade o retrato de desarranjos familiares, tragédias, doenças, miséria, entre outros problemas. Quantos são, inclusive, conhecidos e apelidados por seus erros ou por suas derrotas? Essas pessoas, se pudessem, nasceriam de novo, só para que deixassem para trás tudo o que as fere.

Bem que o personagem bíblico Jacó gostaria também de ter nascido novamente e antes de seu irmão, Esaú. Ele se apoderou de fato do direito de primogenitura que era de seu irmão depois que deu um jeitinho de enganar o próprio pai, Isaque (Gênesis 27) e, por temer uma vingança por parte de Esaú, fugiu. Em Betel, ele teve um sonho em que ouviu as promessas de Deus e fez um voto com Ele, mas os seus conflitos internos continuaram. Embora Jacó tivesse experimentado as bênçãos de seu pai, em seu íntimo ainda restava uma insatisfação.

Anos depois, ao ouvir novamente a Voz dEle (Gênesis 31.13), Jacó se preparou para voltar à sua terra. Ele, porém, sabia que ao rever seu irmão reencontraria seu passado. E, no Vau de Jaboque, Jacó lutou para deixar de ser covarde, trapaceiro e dependente de situações e pessoas para ter uma nova identidade: “E levantou-se aquela mesma noite, e tomou as suas duas mulheres, e as suas duas servas, e os seus onze filhos, e passou o Vau de Jaboque (…); e fez passar tudo o que tinha. Jacó, porém, ficou só; e lutou com ele um homem, até que a alva subiu. (…) E disse:

Deixa-me ir, porque já a alva subiu. Porém ele disse: Não te deixarei ir, se não me abençoares. E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó. Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste.” (Gênesis 32.22-28).

Naquela ocasião, Jacó reconheceu que ainda lhe faltava uma bênção: conhecer de fato a Deus. Ele ainda era o velho Jacó que tinha o modo errado de ser. A luta dele com um Anjo, que tipificava a figura de Deus, demonstrou que ele estava cansado de ser quem era, que queria uma chance para mudar e que, a sós com Deus, estava na dependência dEle.

OBSTINADO EM CONHECER A DEUS
Durante uma reunião no Templo de Salomão, em São Paulo, o Bispo Adilson Silva observou que, apesar da vida de erros, Jacó tinha uma característica que chamou a atenção de Deus: a obstinação em conhecê-Lo. A Fé acesa de Jacó no Vau de Jaboque fez com que ele mudasse sua condição. Da mesma forma pode acontecer hoje. “Se você é sincero e deseja conhecer a Deus, você pode ser uma prostituta, pois maior esperança há numa prostituta sincera do que em um religioso hipócrita. Você pode ser um Jacó, mas se deseja conhecer a Deus, o Espírito Santo se revela e muda você como fez de Jacó uma nova pessoa. O Espírito Santo transforma sua essência, mas Ele tem que ver que você O quer mais do que tudo”, reforçou.

“EU MAL TINHA ARROZ COM CHUCHU”
Muitas pessoas conquistaram no Altar uma nova identidade. É o caso do empresário Darlei de Aquino Alves, (foto abaixo) de 53 anos, que teve uma vida marcada por dificuldades. Um acidente deixou o pai dele acamado por dois anos. Ele, dentre os quatro irmãos, tornou-se o provedor da casa. “Eu trabalhava em uma indústria e na marmita que eu levava mal tinha arroz e chuchu. No horário do almoço, eu me afastava das pessoas para que elas não vissem o que eu comia.”

Você está cansado de ser quem é?

Há 22 anos, Darlei, já casado com Jucelene Andrade Castro Alves, mudou-se de São Paulo para Goiânia (GO) com os três filhos. Sua situação era de miséria. “Falei para a dona do local que os móveis chegariam, mas não era verdade. Minha esposa colocava um edredom no chão e dormíamos amontoados para não sentirmos frio. Aquela senhora nos arrumou um fogãozinho de duas bocas e dois cavaletes para prepararmos o que comer e a mamadeira dos nossos filhos. Na verdade, não tínhamos nem o alimento”, expôs.

Nesse cenário, Darlei se afundou nos vícios. “Comecei fumando maconha, mas meu fundo do poço foi o crack. Eu recebia R$ 1 mil com muita dificuldade e voltava para casa no outro dia só com a calça, porque deixava camisa, sapato, aliança, tudo pela droga. Minha esposa me pedia dinheiro para o leite dos filhos, mas eu não tinha.”

Não foram poucos os conflitos que ele vivia. “Eu me perguntava o motivo daquilo e não conseguia oferecer para as pessoas o que elas esperavam de mim. Isso me deixava frustrado e até pensei em acabar com minha vida. Eu era conhecido como caloteiro, marginal, mentiroso e drogado até que conheci a Deus.”

Darlei diz que a primeira vez que ele entrou na Universal, ainda em São Paulo, nutria preconceito contra a Igreja. Mas quando retornou, já morando em Goiânia, admitiu que não tinha outra saída. “Na primeira vez, o Pastor falou do dízimo e o chamei de ladrão. Então, esperei a reunião acabar do lado de fora, fumando um cigarro de maconha. Depois, já em Goiânia, pedi ao meu vizinho para me levar à Igreja que ele frequentava e, quando cheguei lá, era a Universal. Ali admiti que não tinha nada a perder.”

Ao aprender sobre a Fé, Darlei se lançou na Fogueira Santa. “No Altar, conquistei tudo, começando pelo Espírito Santo, que é o sentido da minha vida.” A identidade dele foi mudada. “Todos me conheciam como Darlei e as pessoas passaram a me conhecer como Aquino. Ou seja, meu nome mudou, assim como Jacó virou Israel.”

De sacrifício em sacrifício, Darlei colhe os frutos do Altar: “Deus tem nos dado saúde, paz e alegria. Moro em um dos melhores condomínios de Goiânia, tenho uma empresa com 60 funcionários, fazenda com gado, rancho de pesca, lancha, carro e moto. Podemos viajar e meus filhos são formados. Foi o Espírito Santo quem fez tudo. Sempre falo que meu alvo é a Salvação e que meu sonho é chegar no Reino de Deus”, finaliza.

“EU ME ESCONDIA DE QUEM EU ERA”
Por muito tempo, Sandra Maria Ferreira, (foto abaixo) de 52 anos, também quis ter uma nova vida, mas achava que nunca conseguiria. “Nasci e fui criada no sítio. Eu trabalhei na roça e lembro que meu pai dizia que a nossa caneta seria sempre o cabo da enxada. Então, estudei só até a quarta série.” Ela se recorda que as crises de convulsão que tinha desde a infância a limitavam. Além disso, seus pais precisavam gastar a renda deles para o tratamento
da doença.

Você está cansado de ser quem é?

Aos 19 anos, Sandra se envolveu com um homem casado e engravidou dele. Foi o início de uma vida amorosa marcada por decepções. “Recebi uma proposta para me tornar prostituta, pensando que, além de poder oferecer o melhor para meu filho, os homens não me usariam mais gratuitamente. Aí, me tornei frustrada.”

O sofrimento de Sandra se multiplicou. “Eu sentia um vazio interior e só pensava em morrer. Eu tinha nojo de mim mesma, pesadelos constantes, sensação de ser sufocada à noite, insônia, dores de cabeça, síndrome do pânico, medo e complexos.”

Ela diz que se sentia desvalorizada pela família. “Perdi meus dois irmãos em um acidente e minha mãe dizia que era preferível que eu tivesse morrido no lugar deles. Eu não conseguia honrar meus compromissos e mentia muito. Eu vivia me escondendo de quem eu era. Diante de tanta podridão, eu pensava que não tinha mais perdão para mim e que tudo estava perdido.”

Sandra tinha se cansado de ser quem era. Certo dia, com uma ordem de despejo para deixar a casa onde morava, ela assistiu a um programa da Universal. “Vi um testemunho de transformação de vida e o Pastor dizia que Deus poderia transformar também a minha. Eu cri na hora e fiz um voto com Deus que deixaria de ser prostituta para ter uma nova vida com Ele. Eu estava no fundo do poço e foi ali que Deus apareceu para mim.”

Sandra conta que chegou na Universal e se entregou no Altar. “Entreguei minha vida podre em troca de tudo que Deus prometeu me dar. Conheci a Deus, recebi o perdão dEle e o Espírito Santo. Me tornei uma nova mulher.”

Por meio do sacrifício da Fogueira Santa, a vida de Sandra foi escrita novamente. “Me tornei uma esteticista bem-sucedida, tenho duas clínicas, carro e terreno. Morei em Paris, na França, onde cheguei a montar uma empresa. Hoje sou respeitada e tenho valor para meus familiares, inclusive sou a conselheira deles”, finaliza.

MIOJO NA CAFETEIRA
Marivane Brasileiro Rocha, (foto abaixo) de 49 anos, chegou à Universal há 24 com uma trajetória marcada por decepções. No interior da Bahia, ela teve uma infância e uma adolescência de pobreza. “Não tinha televisão nem geladeira em casa. Para ter uma roupa, eu tinha que esperar alguém doar para mim. Meu pai bebia 24 horas sem parar e quebrava as coisas dentro de casa. Por conta disso, minha mãe ficou com vários problemas de saúde. Eu, a mais nova de seis irmãos, me lembro que minhas irmãs casaram cedo para se livrar daquela situação.”

Você está cansado de ser quem é?

Aos 16 anos, Marivane se mudou para São Paulo em busca de trabalho, mas também começou a ter problemas com bebidas alcoólicas. Alguns anos depois, ela teve um relacionamento frustrado que resultou em gravidez e passou a procurar um pai para seu filho. Ela até se casou, mas não por muito tempo. “Havia muitas traições e brigas e o casamento acabou em separação e com mais um filho. Meu ex-marido foi embora e me deixou com uma ação de despejo, contas de luz, de água e aluguel atrasados.” Ela conta que a sua renda não era suficiente para sustentar a casa. “Me lembro que um dia o gás acabou e eu não pude comprar por 15 dias. O que me restou foi uma cafeteira e eu fazia nela miojo e salsicha para dividir com meus filhos”, descreve. Nesse cenário, a vida de dificuldades só se agravava. “O proprietário da imobiliária chegou a me dizer que eu deveria arrumar um lugar debaixo da ponte para sair da casa onde morava.”

Nessas condições Marivane chegou à Universal em um domingo. “Comecei a ir à Igreja todos os dias. Eu tinha certeza que precisava do Espírito Santo e foi nEle que foquei. Depois disso, sabia que tudo mudaria. Participei de propósitos de Fé sem me importar quando Deus mudaria minha vida.”

Agindo a Fé nas campanhas de Fogueira Santa, Deus foi dando a Marivane visão. “Nunca tinha costurado, mas Deus me deu a ideia de pegar os retalhos em uma oficina e fazer bonezinhos de criança. O lixo do povo era o meu ouro.

Comecei a vender e depois aprendi a fabricar roupas.” O negócio prosperou e trouxe novas conquistas. “Para quem dependia de doações, hoje fabrico roupas para o Brasil todo. Tenho minha casa, carro, loja e oficina de costura. Meus filhos têm uma vida abençoada e há seis anos me casei.”

Marivane diz que sua vida está no Altar: “enquanto eu viver, minha vida será para honrar o meu Senhor, que é a minha maior riqueza. Não é marido nem filho, casa, empresa, nada disso”, conclui.

ONDE VER DEUS FACE A FACE?
Recentemente, o Bispo Renato Cardoso disse que a história de Jacó pode ser dividida em duas fases: a em que ele fazia qualquer negócio para receber a bênção da primogenitura de seu irmão e a que ele deixou de ser Jacó para se tornar Israel. “Quando ele entendeu que o mais importante não era ter a bênção mas o Abençoador que o faria outro homem, ele chegou aonde Deus queria que ele chegasse. É isso o que Deus quer para você.” O Bispo disse que “não há glória maior para o Senhor Jesus do que quando uma pessoa conhece a Deus e recebe o Seu Espírito”.

O Altar é o Vau de Jaboque de muitos que querem ser uma nova pessoa. Ali, face a face com Deus, o sacrifício é materializado pela entrega de vida. Se você deseja isso, participe de uma reunião da Universal. Acompanhe também as orações transmitidas de segunda a sexta-feira, às 23h30, pelos canais de TV 21 e CNT, Rede Aleluia de rádio, redes sociais da Universal ou Univer Vídeo.


Você está cansado de ser quem é?
  • Flavia Francellino / Fotos: Guilherme Branco, getty images e cedidas 


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