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Notícias | 14 de outubro de 2018 - 00:05


Você é uma mulher "bolinha de gude"?

A explicação para que muitas vivam infelizes, mesmo com tanta informação, pode estar aqui

Por causa da fábula que se deve “fazer o que o coração mandar”, muitas mulheres abraçam como verdade absoluta a ideia que “só se vive uma vez”. Mas, ao seguir esse caminho, muitas pegaram o atalho certo para quebrar a cara. Há, por exemplo, casos de mulheres que se casaram com alguém que as ofendia no namoro e que, depois do casamento, ousou levantar a mão para elas. Ou seja, deram ouvidos à voz do coração e não tiveram sabedoria para evitar os erros que estavam bem debaixo do próprio nariz.
Rígidas e inflexíveis
Uma teoria propagada por um escritor norte-americano apresenta uma comparação entre uvas e uma sacola de bolinhas de gude e reitera que cada um tem o poder de escolha. Neste caso, pessoas que agem como bolinhas de gude apresentam atitudes inflexíveis. Se relacionarmos ao campo espiritual, são aquelas resistentes e pouco humildes para receber uma orientação. Não estão prontas a ouvir e, por isso, pouco aprendem e sempre insistem nos mesmos erros. Mas também há as que se parecem com uvas: são “doces e passíveis de agregação, cada uma fluindo na vida das outras”. Segundo o pesquisador, as do tipo “bolinhas de vidro produzem feridas, cicatrizes e muito barulho” e “as uvas se entregam para produzir alegria e vida”.
A mulher que busca sabedoria tem essa condição de “ser uva” ao seu alcance. Ela prioriza o conhecimento espiritual, uma espécie de bússola para quem deseja fazer escolhas acertadas ao longo da vida. Em uma de suas postagens no universal.org, a colunista Nubia Siqueira pontua que podemos aprender mais desse assunto com a leitura do livro de Provérbios, escrito pelo sábio rei Salomão. O primeiro capítulo narra a sabedoria não como uma virtude, mas como uma pessoa, como ela explica: “ela é personificada pelo Próprio Deus, que Se esforça para Se comunicar conosco”.
Nos versículos 20 e 21, vemos que a sabedoria clama pelas ruas, ou seja, se faz acessível a todos. No entanto é preciso que a mulher se coloque à disposição de ouvi-la. O que acontece é que muitas se fazem de surdas diante de tantos convites. “Nossa época parece a geração do “fone de ouvido”, expôs a colunista. “Uma geração que não quer ouvir a Deus, que vira as costas aos Seus conselhos e cuidados.”
Um grande alerta
Há quem se ache sábia por frequentar uma instituição religiosa ou ter diplomas, mas temos um alerta em Tiago 4, dos versículos 13 ao 17, capaz de provocar uma autoanálise: “Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria. Se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito faccioso há perturbação e toda obra perversa. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia.”
Para Nubia, a “sabedoria é algo espiritual e não intelectual”, ou seja, “não se alcança com a leitura de livros ou na convivência com os outros. Quem a deseja, precisa se submeter à Voz de Deus. Sem isso, não adianta fazer mais nada”, esclarece.


  • Flavia Francellino / Foto: Fotolia 


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