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Notícias | 5 de junho de 2020 - 10:30


Você acredita em amor à primeira vista?

Entenda o que essa crença traz de errado

Imagina um homem ter de trabalhar por anos para poder se casar com a mulher que ama. Hoje em dia, o amor apregoado por aí é tão instantâneo que fica até difícil de imaginar uma história dessas. Mas, a Bíblia relata que foi essa a disposição de Jacó. E em uma passagem bíblica que, com certeza, não se encaixaria em nenhum roteiro de filme romântico da atualidade:

“Assim serviu Jacó sete anos por Raquel; e estes lhe pareceram como poucos dias, pelo muito que a amava.” Gênesis 29.20

Porém, para entendermos este versículo é necessário conhecermos o contexto e o que ele tem a ver com o amor inteligente.

A explicação foi dada pelo Bispo Adilson Silva, em companhia da esposa Rosana, durante a palestra da Terapia do Amor, realizada na noite de quinta-feira (04) e transmitida diretamente do Templo de Salomão.

Uma herança valiosa

Há pais que trabalham para deixar aos filhos uma herança garantidora de um futuro com certo conforto material. No caso de Jacó, ele até recebeu uma grande herança também. Entretanto, ela não se tratava de bens materiais, mas da bênção do próprio Deus. E isso só foi possível não por causa da riqueza que sua família tinha, mas, sim, pela obediência de Abraão, seu avô, e Isaque, seu pai.

Essa bênção que Jacó herdou dos patriarcas de sua família fez toda a diferença em sua vida. O começo não foi fácil. Ele chegou a dormir no relento e usou uma pedra como travesseiro. Entretanto, por Jacó ter seguido os caminhos do avô e do pai, ele também veio a ser próspero em todas as áreas da vida. “A maior herança que você pode deixar para seus filhos é: obedecer a Deus e andar de acordo com a Palavra dEle”, destacou o Bispo Adilson.

O amor por Raquel

Mas antes de se tornar um homem rico, Jacó, em busca de um refúgio, foi até a casa de seu tio Labão. Chegando lá, a primeira pessoa que ele viu foi Raquel (leia em Gênesis 29.9-11).

Mas este amor foi provado pelo tempo. O Bispo explicou que naquela época para se casar, o homem deveria pagar um dote ao pai da noiva. Como Jacó não tinha nada, ele se dispôs a trabalhar de graça para o pai de Raquel durante 7 anos. E tal esforço não foi nada, em comparação ao amor que Jacó sentia por ela.

Porém, Labão, que era trapaceiro, enganou Jacó. Ao término dos 7 anos, no dia da festa do casamento, ele deu a mão de sua filha mais velha, Lia, em lugar de Raquel. Obviamente, Jacó se sentiu injustiçado e se indignou. Então, o sogro propôs que ele trabalhasse por mais 7 anos para ter, finalmente, a mulher que tanto amava. Jacó aceitou.

Amor vem com o tempo

Durante esses sete anos, o Bispo destacou que Jacó pôde conhecer Raquel melhor. “Com o tempo e a convivência com a pessoa amada, mesmo conhecendo os defeitos dela, sua humanidade, o amor verdadeiro torna possível você continuar sentindo aquele encanto do início, mesmo depois dos anos se passarem”, explicou o Bispo.

É por essa razão que o relacionamento não pode pular as etapas. Pois, no início, há apenas uma atração física. Amor, de verdade, vem na medida que um conhece o outro.

Rosana pontuou que por idealizarem uma pessoa para suas vidas amorosas, muitos se frustram conforme começam a ver os defeitos do outro. Assim, baseiam o relacionamento no “se me agrada, eu amo; desagradou-me, não amo mais”. Esquecem-se que “o que existe são pessoas reais, diferentes e que precisam ser moldadas de acordo com a Palavra de Deus”, destacou.

Para finalizar, o Bispo Adilson disse que muitos tem usado o tal “amor à primeira vista” para justificar o pular das etapas do relacionamento e dizem: “eu te amo tanto que não preciso nem esperar”. Sendo que o amor verdadeiro está atrelado ao sacrifício e não é ansioso: “eu te amo tanto que eu espero o tempo que for necessário”.

Assista no vídeo abaixo à reunião na íntegra:

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  • Núbia Onara / Foto: Getty Images 


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