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Notícias | 3 de julho de 2020 - 21:01


Vício: Videogames consomem 3 anos da vida adulta e mais de R$ 100 mil

Quadro se agrava durante a quarentena. Entenda

Vício: Videogames consomem 3 anos da vida adulta e mais de R$ 100 mil

O tempo gasto por um jogador de videogames online é, em média, três anos da vida adulta. Foi o que descobriu uma pesquisa realizada pela empresa especializada Hyperoptic, do Reino Unido.

De acordo com o estudo, levando em consideração a expectativa de vida de 63 anos, um jogador adulto gasta 4,7% de sua vida útil jogando. São, em geral, oito horas semanais. E, durante a quarentena, foram acrescentadas mais duas horas.

A pesquisa envolveu mil jogadores adultos do Reino Unido. Esses jogadores gastam, ao longo da vida, o equivalente a R$ 100 mil com produtos relacionados aos jogos.

Vivendo “no limite”

Embora esses adultos gastem tanto tempo nos jogos, eles mesmos admitem que não estão fazendo bem a si mesmos.

O resultado da pesquisa mostra que apenas 37% dos jogadores se sentem motivados. A maioria (78%) tem a raiva como principal sentimento despertado. Outros 22% apontam a frustração.

Ademais, 52% dos jogadores que são pais admitiram que, durante a quarentena, estão permitindo que seus filhos joguem mais videogame e permaneçam conectados até mais tarde à noite.

Vício precisa de cura

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em maio de 2019, que o vício em videogame é uma doença real. É considerado vício quando o jogo atrapalha a vida do jogador. Alimentar raiva e frustração, por exemplo, pode acarretar muitas doenças.

Sendo um vício, é necessário entender que o problema é espiritual. É o que explicou o Bispo Renato Cardoso durante edição especial do programa Entrelinhas.

A própria pesquisa da Hyperoptic indica que a maioria dos jogadores se dedica tanto ao hábito para se sentirem menos sozinhos, especialmente durante a quarentena.

Assim, tratar o vício não se resume a parar de jogar. É necessário entender qual é a motivação por trás do vício e curá-la.

De acordo com o Bispo Renato, é por tratarem apenas do sintoma, e não da raiz do problema, que as pessoas não obtêm a cura.

“[As formas como as pessoas buscam a cura] não conseguem lidar com o problema real e causador do problema, que é espiritual. Então, quando a pessoa trata o problema do vício no nível espiritual, somente aí ele pode ser definitivamente resolvido. É por isso que se diz: não tem cura”, declarou o Bispo. “Isso acontece porque, humanamente falando, não tem cura. Você não pode tratar o vício humanamente falando se a origem dele é espiritual. Mas, quando se trata no espiritual, se tem a cura.”

Se você também é viciado, seja em videogames, drogas, alimentos prejudiciais ou qualquer outra coisa, participe do Tratamento Para a Cura dos Vícios. Ele foi desenvolvido justamente para auxiliar o combate ao vício no âmbito espiritual. Clique aqui e saiba onde e como participar.


Vício: Videogames consomem 3 anos da vida adulta e mais de R$ 100 mil
  • Andre Batista / Foto: Getty Images 


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