Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 12 de fevereiro de 2019 - 11:35


UNP ajuda detentas grávidas e lactantes em presídio na Paraíba

Grupo doou itens necessários para deixar berçário da unidade de Patos mais aconchegante. Saiba mais

Segundo uma apuração realizada recentemente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), existem mais de 400 mulheres grávidas e 265 lactantes nos presídios no Brasil.

Só no estado de São Paulo são 243 mulheres nesta situação, seguida por Ceará com 41 e Rio de Janeiro com 40 gestantes e lactantes. Já os outros estados possuem um número menor.

Regras na prisão

Depois de dar à luz, as mães podem ficar com seus filhos dentro dos presídios por um período de até seis meses. Neste tempo, elas passam o dia cuidando e amamentando os bebês. Infelizmente, muitas prisões que abrigam grávidas e lactantes têm acomodações precárias e alimentação inadequada.

Ao final dos seis meses, essas mães precisam entregar os pequenos para um parente próximo ou para a assistência social, no caso das mulheres que não tiverem família.

Espaço aconchegante

Pensando na situação precária que muitas dessas mulheres se encontram, o grupo Universal nos Presídios (UNP) do estado da Paraíba doou alguns itens necessários ao berçário da Penitenciária Feminina de Patos, localizada no sertão da Paraíba.

Foram doados colchão para berço e lençóis, além de roupas para os bebês.

“Uma detenta que foi dar à luz não tinha nenhuma peça de roupa para o bebê. Na unidade prisional também não tinha colchão para o berço, lençol, apenas os móveis. Levamos tudo que faltava e deixamos o ambiente arrumado e decorado com quadros na parede. Tudo adequado para a chegada dela da maternidade”, comentou uma das voluntárias da UNP.

O trabalho da UNP

O grupo UNP realiza um trabalho social e espiritual nos presídios do Brasil e de diversos países. Se você deseja conhecer as ações realizadas pelos voluntários, curta a página oficial no Facebook e veja as demais atividades.

Se deseja fazer parte desse projeto, procure uma Universal mais próxima de sua casa e se informe. Clique aqui e veja o endereço.


  • Sabrina Marques / Fotos: Cedidas 


reportar erro