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Notícias | 30 de setembro de 2018 - 00:05


Universal completa 21 anos de evangelismo no Gabão

Conheça mais sobre a Igreja no país africano


A República Gabonesa, ou Gabão, é um pequeno país africano que deixou de ser colônia francesa em 1960, depois de conquistar sua independência. Desde então, está em constante ascensão e já se tornou o território com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África Subsaariana – parte do continente situada ao sul do Deserto do Saara.
Apesar disso, infelizmente, esse avanço não é para toda a população. De acordo com o Bispo Fabiano da Conceição Telis, responsável pela Universal no país, a riqueza está concentrada na mão de poucas pessoas. Com isso, boa parte da população está na miséria, o que estimula a busca pelo crescimento financeiro por meio das práticas espirituais.
Desenvolvimento
O trabalho evangelístico existe no país há 21 anos, com reuniões realizadas em francês, a língua oficial do Gabão. O Bispo Fabiano conta que os primeiros pastores tiveram de lidar com rígidas restrições em relação à entrada e saída de estrangeiros. “Com muita luta e sacrifício fomos ganhando a confiança das autoridades e mostrando que o nosso interesse é fazer a Obra de Deus. Conquistamos nosso espaço, a Igreja tem se desenvolvido e é vista de maneira positiva.”

Atualmente, o território conta com três núcleos de oração e 15 igrejas, dentre elas a Sede nacional, situada na capital, Libreville. A inauguração foi em 9 de março de 2014 e se tornou o momento mais marcante da história da Universal no país.
“No início, as pessoas não acreditavam que pudéssemos construir uma Obra dessa dimensão sem a ajuda do governo, mas mostramos que não medimos esforços para dar aos sofridos um lugar que os ensine a encontrar a solução para os seu problemas e para alcançar a Salvação da alma”, diz o Bispo.
Ele acrescenta que, mesmo sendo um país bem diferente do Brasil, as barreiras culturais não foram capazes de impedir que o povo se identificasse com o trabalho. “O povo recebe muito bem a mensagem da fé inteligente, pois usa a cabeça, é menos emotivo. Mas a dança é algo marcante nas reuniões, a população gosta de expressar alegria por meio da música e da dança.”

Dentre os projetos que a Universal mantém no país estão o Grupo ABC, que realiza trabalho social com doações de diversos tipos; Grupo Calebe, para a terceira idade; o Centro de Alfabetização Universal, que promove diversos cursos como francês, inglês e informática; Godllywood; e Força Jovem Universal (FJU).
Foi a FJU que ajudou Essouki Golden Steph. “Eu era cheio de problemas sentimentais, familiares, estava desempregado e, para ter momentos de alegria e esconder a tristeza, mergulhava nas festas em boates, drogas e prostituição.”
Quando ouviu falar de Jesus, ele viu uma nova perspectiva de vida e, em 2013, começou a fazer parte da FJU. “No início não foi fácil, mas, me envolvendo com as atividades realizadas pelo grupo, fazendo as correntes e conhecendo a vontade de Deus, consegui mudar de vida”, afirma.


  • Rafaella Rizzo / Fotos: Cedidas 


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