Todos admiravam sua força, mas ninguém conhecia sua dor
Por trás da aparência confiante e da personalidade marcante, Carvalho Santos escondia um sofrimento que mantinha em segredo
Após perder o pai para os vícios do álcool e do cigarro ainda na adolescência, Carvalho Santos, hoje com 45 anos, passou a viver apenas com a mãe e a irmã mais nova. Apesar de testemunhar o sofrimento causado pelos vícios na família, começou a seguir o mesmo caminho aos 11 anos.
“Me viciei nas drogas. Foram vícios que me acompanharam por muitos anos, a ponto de, muitas vezes, eu sair do trabalho para usar maconha”, relata.
Desejava a morte em segredo
Quem convivia com Carvalho via uma pessoa alegre e sempre brincalhona. No entanto, ele revela que, quando estava sozinho, era tomado por uma dor interior acompanhada de um profundo vazio e tristeza.
“Por ser muito conhecido, eu tinha muitos apelidos, mas o que mais me marcou foi o fato de me chamarem de ‘diabo’, porque, para mim, não existia tempo ruim. Eu sempre aparentava ser alguém forte, destemido e corajoso. No entanto, tinha vontade de morrer.”
Ele se via como um caso perdido
Carvalho se considerava um caso perdido. Não acreditava que poderia se tornar um homem digno e promissor, nem que um dia teria uma família. Preso à ideia de que não havia motivos para viver, recebeu um convite para conhecer a Igreja Universal, onde nunca havia estado até então.
A razão dos problemas
Ao chegar à Igreja Universal pela primeira vez, o que mais o impactou foi ver que um rapaz que havia usado drogas com ele estava servindo como obreiro.
“Aquilo chamou a minha atenção, e eu voltei à Igreja outras vezes. Ouvindo a Palavra de Deus, entendi que precisava me arrepender e que a tristeza que havia na minha alma era porque eu estava longe de Deus”, recorda.
Uma mudança completa
Ao entregar sua vida para Jesus e receber o Espírito Santo, tudo mudou. “Hoje, posso afirmar que ninguém é um caso perdido quando decide se voltar para Deus”, conclui.
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