Tempestade Leonardo castiga Portugal e Espanha com rastro de destruição

O evento meteorológico começou a se formar no Atlântico Norte. Saiba o que está acontecendo

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A Tempestade Leonardo é o mais novo fenômeno extremo que coloca a Península Ibérica em estado de alerta máximo desde o início de fevereiro. O evento meteorológico começou a se formar no Atlântico Norte devido a um forte gradiente de pressão. Por isso, a tempestade ganhou força rapidamente ao encontrar águas mais aquecidas que o normal. Infelizmente, a Leonardo já causou mortes, transbordamento de rios como o Sado e evacuações em massa na Andaluzia. Como o solo já estava saturado por chuvas anteriores, a terra não absorve mais a água. Dessa forma, as inundações ocorrem de maneira instantânea e devastadora em diversas cidades.

O histórico de catástrofes na Península Ibérica

A situação atual não é um caso isolado. De fato, a Península Ibérica enfrenta uma sucessão de eventos atípicos. Recentemente, a Tempestade Kristin já havia castigado a região com ventos e umidade persistente. Além disso, o ano de 2026 registra um recorde de seis tempestades nomeadas em apenas dois meses.

Anteriormente, o cenário era o oposto, mas igualmente mortal. No verão de 2025, Portugal e Espanha sofreram com ondas de calor históricas. Em Mora, os termômetros atingiram 46,6°C. Esse calor extremo secou a vegetação e alimentou incêndios florestais gigantescos. Especialistas explicam que a região vive agora um ciclo de “chicote climático”. Ou seja, as comunidades saltam de secas severas para inundações catastróficas em pouco tempo.

O alerta do Fim dos Tempos e o socorro do Unisocial

As Escrituras Sagradas já alertavam sobre o aumento desses sinais nos últimos dias. Certamente, o aumento da frequência de desastres naturais confirma os avisos sobre o Fim dos Tempos, descritos na Bíblia. Contudo, diante do sofrimento, a Igreja Universal não permanece de braços cruzados.

Assim, recentemente, o Unisocial em Portugal mobilizou voluntários para oferecer auxílio imediato às vítimas das recentes catástrofes. Além da assistência material, a ação focou no suporte emocional e espiritual, levando conforto aos desalojados em momentos de desespero. O trabalho conjunto com autoridades locais garantiu que o socorro chegasse rapidamente às regiões mais isoladas.

Entretanto, é importante notar que o mundo passa por mudanças em diversos temas. É verdade que terremotos, guerras e outros “sinais do fim” (Mateus 24) já ocorreram em outros momentos, mas a diferença, agora, está na velocidade, intensidade e potência transformadora desses eventos dentro de um mesmo contexto. E isto não é normal.

Embora não seja possível saber quando exatamente o fim propriamente dito ocorrerá, o nosso papel é atender ao alerta do Senhor Jesus: “Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem” (Lucas 21:36). No final – quer tenham partido antes ou depois -, todos os seres humanos estarão diante do Juízo de Deus e prestarão contas do que fizeram em vida.

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Colaborador

Da Redação / Foto: iStock