“Seu marido será um vegetal”
Depois de um grave acidente, os médicos, apesar de dedicados, só davam informações negativas à esposa de um paciente, que mostrou a eles que a busca da cura ultrapassa a medicina
Dois segundos podem mudar uma vida. Foi o que aconteceu com Antônio Jorge da Conceição, de 51 anos, de Salvador (BA). Em 2007, ao sair de seu trabalho noturno em um hotel, distraído porque estava com fones de ouvido, ele foi atropelado por um ônibus e ficou inconsciente.
Ele teve sérios danos por todo o corpo, foi atendido prontamente e levado para o hospital em estado grave. Ele teve hematoma subdural (quando estouram vasos sanguíneos que causam acúmulo de sangue que exerce pressão no cérebro) com deformação no crânio. Ele também teve pneumotórax (quando o ar escoa para o espaço entre os pulmões e a caixa torácica, pressionando os pulmões, que não conseguem se inflar) e acúmulo de líquido nos pulmões.
O organismo de Antônio sofreu tantos prejuízos que ele teve de fazer diversas cirurgias, como traqueostomia (em que um orifício é aberto na traqueia para favorecer a respiração) e gastrostomia (uma abertura feita no estômago para que o alimento chegue diretamente, já que o paciente não consegue comer normalmente). Além disso, uma placa de acrílico foi implantada no seu crânio para resolver o afundamento do osso, devolver o formato original à cabeça e para que não houvesse pressão contra o cérebro.

Essa grave situação fez com que os médicos relatassem várias vezes à família dele que a morte poderia acontecer a qualquer momento ou, se sobrevivesse, ele levaria uma vida vegetativa. No entanto Acelia Conceição, esposa de Antônio, apesar de ser enfermeira, tinha uma opinião bem diferente, que não era baseada na Ciência, mas em sua fé.
Forte base espiritual
O quadro de Antônio só piorou: ele teve pus no cérebro, convulsões e tromboses, que são bem perigosos, mas, mesmo diante dessas dificuldades, Acelia se manteve em oração com a sogra e o restante da família. “Participávamos das reuniões na Universal, sempre nos abastecendo de fé. Minha sogra e eu levávamos a água consagrada para ele e molhávamos sua boca, sua cabeça e seu corpo. Nos mantivemos na crença de que ele sairia daquela situação andando. Ele não se lembra do processo durante a hospitalização, apenas sabe da história com base no que informamos a ele. Apesar de tudo ter sido muito doloroso, tivemos que ter muita paciência, mas sempre tive fé de que ele sobreviveria, mesmo nas horas que os médicos me chamavam para passar os boletins com informações negativas.
Entre outras coisas, eles diziam que, se ele sobrevivesse, nunca mais andaria, não falaria nem reconheceria ninguém”, conta.

Ela não culpa os médicos pelas informações que lhe passavam. “Diante daquele quadro e com entendimento apenas da Ciência, eles não tinham mesmo nada positivo para informar. Eles tentavam preparar a família para cuidar de Antônio no processo que ele viveria pelo resto da vida, se sobrevivesse. A família se apegava à oração, mesmo com os boletins médicos nada favoráveis. As barreiras eram grandes, mas eram superadas, uma a uma, com muita fé”, relata.
Acelia diz que, quando a tragédia ocorreu, ela já frequentava a Universal há 20 anos, mas o esposo não. “Mesmo assim, desde que nos conhecemos, eu o ungia. Hoje percebo que foi uma preparação antes do acidente. Minha fé foi muito grande, fruto de anos na Universal, o que me serviu de força no momento mais difícil”.
Novo homem
Depois de sete meses de sofrimento, mas também de vitórias sucessivas, Antônio teve alta. Acelia explica que, desde então, “ele é um novo homem, completamente restaurado e está na fé, crendo mais e mais em Deus a cada dia, o que não fazia antes do acidente. Levando em conta a gravidade do acidente, as sequelas podem ser consideradas mínimas. Ele não tem dificuldade de falar e só de vez em quando tem uma sensação de peso ao andar, mas isso não o impede de se locomover. Ele vai sozinho aonde quiser e fica muito bem. Também tem bom apetite e restaram apenas algumas cicatrizes. Ele leva uma vida normal”, enfatiza.
“O processo exigiu muita paciência, mas sobretudo fé, amor, calma e a experiência da minha esposa que atua na enfermagem e sabe como cuidar de pacientes com o meu perfil”, esclarece Antônio. O casal agradece os cuidados dos médicos, mas ultrapassou as barreiras humanas ao agir a fé.
Como alcançar o milagre
O Bispo Misael Silva, responsável pela Corrente dos 70 no Templo de Salomão, em São Paulo, explica como ocorre a cura de quem busca forças em Deus nesses momentos: “as pessoas participam do propósito, usam a fé no Senhor Jesus e muitas são curadas. Por isso, as pessoas que vêm à Corrente e usam a fé alcançam milagres”.
Segundo ele, “a Bíblia diz que o Senhor Jesus ‘sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas’ (Salmos 147.3). Quando há essa humildade de se entregar e se usa a fé na Palavra de Deus, se obtém o milagre, que acontece não só para testar os sábios, mas para confirmar o verdadeiro poder de Deus”.
Se você quer usar a fé e determinar sua cura ou a de um ente querido, compareça à ‘Corrente dos 70’. As reuniões acontecem todas as terças-feiras, no Templo de Salomão, às 10h, 15h e 20h. Ou, participe em uma Universal mais próxima de sua casa. Clique aqui e encontre um endereço.
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