Sequestro de ônibus termina em morte
Jovem de 20 anos, que sofria com depressão, ameaçou incendiar o veículo e foi alvejado pela polícia
Na manhã do dia 20 de agosto, o País acompanhou pelos noticiários o sequestro de um ônibus na ponte Rio-Niterói. Um homem entrou no veículo por volta das 5h30 da manhã, pagou a passagem e se sentou. Minutos depois, ele ordenou que o motorista parasse o ônibus na ponte, ameaçando incendiar o coletivo. Ele fez mais de 30 reféns.
A ação durou mais de três horas e o desfecho ocorreu às 9 da manhã, quando o sequestrador foi morto por um atirador de elite. Todos os passageiros deixaram o ônibus sem ferimentos e a maioria dos presentes comemorou a ação.
O sequestrador havia espalhado garrafas com gasolina no interior do coletivo e, com um isqueiro na mão, ameaçava causar um incêndio. Identificado como William Augusto da Silva, de 20 anos, ele não tinha antecedentes criminais e, segundo a polícia, estava passando por um surto psicótico. A arma usada por ele era de brinquedo e o caso teve repercussão internacional.
A polícia ainda investiga o que teria motivado o sequestro. Em conversa com uma equipe de reportagem da Record TV, a irmã de William, que não quis ser identificada, afirmou que o jovem passou a apresentar um comportamento depressivo, triste e distante da família aos 18 anos e que a mãe deles buscou tratamento médico para o filho. A mulher contou ainda que o irmão gostava de trabalhar com o pai e sonhava em ser bombeiro. “Ele falava que o Brasil estava muito precário e precisava de ajuda”, disse.
Questionada sobre as motivações, ela disse acreditar que William não aguentava mais a pressão e sofrimento interno e que por isso queria ser morto. Abalada, ela disse que ele era um amor de pessoa, que amava o irmão mais novo e que sentirá muita falta dele.
Apoio espiritual
É comum que finais para casos como o de William sejam comemorados pela sociedade, mas é preciso amar ao próximo como Jesus ensinou. Infelizmente, o número de pessoas com depressão, a doença da alma, tem aumentado significativamente no Brasil e no mundo.
Por isso, a Universal investe em projetos sociais, em apoio espiritual e leva esperança àqueles que não acreditam que haja solução para seus problemas. São inúmeros testemunhos de pessoas que desejavam tirar a própria vida, se automutilavam e não tinham perspectivas e que, depois de conhecer o amor de Deus, encontraram a verdadeira saída.
O Força Jovem Universal (FJU) é um dos projetos que auxiliam os jovens e que tem como objetivo promover o desenvolvimento de talentos, o combate ao uso de drogas, a prática de atividades esportivas, a recuperação de jovens dos vícios e marginalidade, entre outros.
Se você conhece alguém que precisa de auxílio, leve-o a uma Universal perto de você. Quem sabe você não o ajuda e ainda encontra a mudança que tanto procura?
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