Rede aleluia
“Se eu voltasse do coma, eu ficaria sem ouvir, sem ver e sem andar”
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCaraguatatubaCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 6 de Setembro de 2021 - 22:03


“Se eu voltasse do coma, eu ficaria sem ouvir, sem ver e sem andar”

Seis dias sem realizar a hemodiálise levaram a aposentada Ilka do Nascimento Bezerra Gomes a ficar 16 dias desacordada, mas o uso da Fé provocou uma reviravolta

“Se eu voltasse do coma, eu ficaria sem ouvir, sem ver e sem andar”

Em janeiro de 2017, a aposentada Ilka do Nascimento Bezerra Gomes, de 54 anos, foi ao hospital com seu esposo, Eduardo dos Santos Gomes, de 55 anos, pois o cateter femoral que usava para fazer hemodiálise estava frouxo. Por causa disso, ela ficou seis dias sem realizar o procedimento, que faz a filtragem do sangue, e precisou ser internada. Ilka foi direto para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e chegou a ter crises convulsivas. Eduardo relembra como foi aquele momento: “fui para casa e, ao voltar no dia seguinte, ela já estava intubada, inchada, usando sonda para se alimentar e um aparelho para respirar”.

HISTÓRICO
Ilka já realizava a hemodiálise havia nove meses para controlar um problema renal, decorrente de várias infecções que ela teve ao longo da vida. Aos seis meses de idade, ela apresentou a primeira infecção urinária. “Os médicos disseram que nasci com um problema congênito. Fiquei dos seis meses aos três anos em tratamento. Minha família tinha condições de contar com a ajuda de bons profissionais, mas nunca fiquei, de fato, bem. Aos 17 anos, comecei a passar muito mal e, aos 19, descobri que estava com um problema renal causado por inúmeras infecções”, diz.

Ainda jovem, Ilka teve duas filhas de seu primeiro relacionamento. “Aos 23 anos, no entanto, o médico falou que eu não poderia ter mais filhos.” Depois, ao visitar um especialista, ela recebeu a notícia de mais complicações de saúde. “Descobri que meu rim direito não funcionava mais. Fiz uma cirurgia e, além daquele rim, precisei tirar o ureter. O médico falou que faria tudo para poupar o rim esquerdo, mas, aos 32 anos, a função dele era de apenas 4%. Passei a pesar 38 quilos. Saí do litoral paulista para fazer tratamento na capital e achavam que eu fosse morrer.”

Foi nesse período que Ilka chegou à Universal e, já separada, conheceu Eduardo. Ela lembra que, logo nos primeiros meses de namoro, precisou fazer o transplante para receber um novo rim. “Depois de 12 anos do transplante, passei a fazer hemodiálise três vezes por semana.”

URGÊNCIA
Ilka precisava da hemodiálise para voltar a ficar bem, mas, pelo fato de ter ficado sem realizar o procedimento, ela piorou ainda mais. Dos 23 dias que esteve internada, ela permaneceu 16 em coma. Depois foram realizadas duas cirurgias para tentar a diálise de outra forma, contudo não houve sucesso. Para reforçar o tratamento, uma equipe de outro hospital foi acionada, mas, como não houve avanço, os médicos pediram para que a filha de Ilka reunisse a família. O aviso que o médico daria aos familiares era de que ela não resistiria até o dia seguinte. “A médica disse na ocasião que, se eu voltasse do coma, ficaria sem ouvir, sem ver e sem andar.” Então, a Fé foi a única opção para Eduardo, que participava das reuniões voltadas para a cura na Universal e usava a água consagrada a Deus.

RESPOSTA
Após duas semanas do aviso médico, Ilka abriu os olhos. “Só lembro de ver a enfermeira sorrir e dizer que meus olhos eram lindos. Minha recuperação foi difícil, porque, a princípio, eu não andava e falava pouco e de forma estranha, até que voltei a andar e a falar normalmente. Os médicos me chamaram de ‘milagre’. Hoje não tenho mais nada e sou saudável”, afirma Ilka, que observa que, depois da internação, ficou em tratamento por mais dois anos e três meses. Para ela, a Fé foi indispensável para que obtivesse a cura: “embora não acreditassem, eu tinha vida dentro de mim e então Deus me possibilitou voltar a viver normalmente”, finaliza.

FÉ EM AÇÃO
Atualmente, as reuniões de cura do corpo e da alma contam com o Corredor dos 70. O Bispo Misael Silva, que está à frente dos encontros às 10h e às 20h no Templo de Salomão, em São Paulo, pontua que “todas as terças-feiras na Universal realizamos orações de Fé para a cura das enfermidades”. Ele observa que o propósito do Corredor dos 70 “resgata a missão do Senhor Jesus dada aos 70 discípulos”, como pode ser lido em Lucas 10. 1-9: “E depois disto designou o Senhor ainda outros setenta, e mandou-os adiante da sua face, (…) a todas as cidades e lugares (…) E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o Reino de Deus.”

A cura pela fé

Se você também está enfrentado um período difícil em sua vida, ou na vida de um familiar, diante das dores e do sofrimento de uma doença, acredite, para Deus nada é impossível.

Portanto, participe da maior corrente de cura e libertação que acontece toda terça-feira, no Templo de Salomão.

Compareça a este encontro de fé. Para outras localidades, encontre os endereços e saiba onde há uma Universal mais perto de sua casa.


“Se eu voltasse do coma, eu ficaria sem ouvir, sem ver e sem andar”
  • Flavia Francellino - Fotos: Demetrio Koch e cedidas 


reportar erro