"Rumores de guerra" no Oriente Médio: EUA, Irã e um mundo cada vez mais instável

Escalada de tensões entre grandes potências e nações árabes

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Os recentes conflitos globais levantam um alerta: o que esperar se houver uma nova guerra no Oriente Médio? Atualmente, o mundo observa com temor a escalada de tensões entre grandes potências e nações árabes. No entanto, para quem lê a Bíblia, esses eventos não são surpresa. Eles apontam para o que Jesus chamou de “Princípio das Dores”.

A situação envolvendo os Estados Unidos e o Irã

O Irã está passando por problemas muito sérios internamente: a população está muito indignada com os líderes do país, fazendo protestos nas ruas porque querem mudanças. As pessoas buscam o fim da crise econômica, maior liberdade civil (especialmente para as mulheres) e a substituição do atual regime teocrático por um governo democrático. Para tentar controlar a situação, o governo do Irã até desconectou a internet e agiu com muita força contra o povo.

Enquanto isso, os Estados Unidos estão acompanhando o caso de perto e ameaçam entrar nesse conflito para tentar resolver pela perspectiva americana, mas o Irã avisou que, se isso acontecer, vai revidar contra qualquer um que ajudar os americanos. É como se o Irã tivesse ligado uma “luz vermelha” de emergência em todo o país.

  • As consequências: se essa briga começar de verdade, o preço da gasolina e dos produtos nas lojas pode subir no mundo inteiro, porque o Irã fica em um lugar onde passa muito petróleo. O clima está muito tenso, como se todos estivessem esperando um balão estourar a qualquer momento. Enquanto isso, os outros países estão tentando entender como evitar que essa briga piore o cenário mundial.
  • Soma-se a isso: a situação crítica envolvendo a Groenlândia, Israel, Rússia, Ucrânia e outros países.

Assista ao vídeo abaixo:

O que é o “Princípio das Dores”?

É verdade que conflitos ao redor do mundo sempre existiram – inclusive, já tivemos duas Guerras Mundiais. Então, o que observar? Eventos como esses se tornam “pistas” do fim quando vêm acompanhados de um contexto: o surgimento de um novo governo mundial com o anticristo. A Bíblia afirma: “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim” (Mateus 24:6). Portanto, uma nova guerra no Oriente Médio pode ser um reflexo desse período de transição. O “Princípio das Dores” funciona como as contrações de um parto. Elas aumentam em frequência e intensidade à medida que o momento final se aproxima.

O Apocalipse: revelação e justiça

Muitos temem o livro bíblico de Apocalipse, mas ele significa, literalmente, “revelação”. Em resumo, o livro descreve a vitória final do bem sobre o mal e o estabelecimento do Reino de Deus – após milênios de pecados por parte da humanidade.

Mas por que um Deus bom permitiria tal fim? A resposta é simples: justiça. Deus respeita o livre-arbítrio humano. O caos atual é o resultado das escolhas de uma humanidade que virou as costas para o Criador. O fim é necessário para erradicar o pecado e a dor definitivamente.

Além disso, há a promessa Divina de um “Novo Céu” e uma “Nova Terra”. O apóstolo João, inspirado por Deus, nos antecipa esse período:

  • “E vi um Novo Céu, e uma Nova Terra. Porque já o primeiro Céu e a primeira Terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a Santa Cidade, a Nova Jerusalém, que de Deus descia do Céu, preparada como uma esposa adornada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do Céu, que dizia: Eis aqui o Tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o Seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (Apocalipse 21:1-4).

O surgimento do anticristo

A geopolítica atual prepara o cenário para o surgimento do anticristo. Ele será um líder político carismático que prometerá paz e segurança em meio ao caos global. Ele se aproveitará das crises econômicas e militares para unir as nações sob seu domínio. O intuito disso é que ele será controlado por Satanás, que deseja, no ápice de sua maldade, ser adorado como um deus entre a humanidade.

Dessa maneira, as movimentações no Oriente Médio – e em outras partes do globo – não são apenas políticas. Elas fazem parte de uma agenda espiritual. Elas pavimentam o caminho para que esse falso messias se levante como a “solução” para o mundo.

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Colaborador

Da Redação / Foto: iStock