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Notícias | 23 de setembro de 2018 - 00:05


Roupas para meninos e meninas podem estar com os dias contados

Especialistas comentam o perigo da ideologia de gênero usar a moda infantil para alcançar as crianças

Você já deve ter ouvido falar da ideologia de gênero. Como o próprio nome diz, ela caracteriza uma ideia que algumas pessoas têm de que ninguém nasce homem ou mulher, ou seja, o gênero masculino ou feminino seria uma construção social.
Achou confuso? Agora imagina impor esse pensamento como único e verdadeiro para crianças e adolescentes por meio das escolas, filmes, novelas, etc.? Infelizmente, muitas pessoas já querem e tentam fazer exatamente isso.
E agora há uma nova frente: a moda infantil. Novas marcas fazem roupas sem distinção entre meninos e meninas. Segundo a psicóloga Cristiane Pertuzzi, a ideologia de gênero está por trás dessa tendência e, por isso, é preciso tomar cuidado. “A questão é o quanto isso pode induzir nas crianças que não existe o feminino e o masculino e que elas não podem estar identificadas com seu gênero. Realmente falta aos pais um filtro e que prestem atenção na possibilidade dessa questão gerar uma confusão sexual.”
O professor Felipe Nery Martins Neto esclarece que essa imposição já acontece em outros países e é mais uma tentativa de impor a ideologia de gênero para os jovens. “A Suécia foi o país que começou com as escolas que trabalham a partir da perspectiva de gênero e que, justamente, alteraram a questão das cores, da forma de se vestir. Não é tão inocente assim como parece mexer nas roupas, porque elas têm muito a ver com a maneira como nos compreendemos, vamos escolhendo uma maneira de nos vestir seguindo uma, entre aspas, moda.”
O número de crianças em tratamento, por causa de distúrbios causados pela ideologia de gênero, tem aumentado em diversos países. E uma das associações médicas de pediatria mais influentes dos Estados Unidos publicou uma dura nota contra a teoria de gênero e explicou que essa ideologia pode confundir muito a mente dos jovens.
“Pode não, mas está confundindo as crianças. Um exemplo disso é o Estado de São Paulo que, por meio de uma portaria, instituiu banheiros de gênero. Esses banheiros já foram implementados em alguns lugares do Brasil. Em Belo Horizonte ocorreram muitos problemas e voltaram atrás. A questão é que, na prática, quando o gênero é imposto traz muitos problemas”, acrescenta o professor.
Recentemente um vídeo em que uma menina, de apenas 4 anos, conta que recebeu ensinamentos de ideologia de gênero de sua professora “viralizou” na web. O pai da criança, Leoni Marinho, revelou como tudo aconteceu: “ela me relatou que a professora fez uma roda dentro de sala de aula e começou a ensinar ideologia de gênero, dizendo que meninos poderiam usar saia, brincos e esmalte nas unhas. A professora confundiu a cabeça da minha filha. Fui até a diretoria e a diretora me disse que não poderia fazer nada. Então, estou tomando minhas providências contra a escola. É por isso que, neste ano, devemos procurar eleger candidatos que sejam contra esse tipo de ensino”, observa.
Assim, embora não haja leis aprovadas que liberem o ensino nas escolas, muitos professores seguem impondo a ideologia de gênero. “Como não há uma proibição de ensinar o gênero, então eles trabalham nessa lacuna. Na prática, essas escolas estão desrespeitando a família, a verdade, a ciência e prejudicando muitos jovens”, constata o professor.
Por isso, é muito importante exercer o voto consciente no dia 7 de outubro. “Nós temos que observar nos discursos dos candidatos se eles estão fundamentados em um único princípio, que é sustentar, promover e auxiliar a família”, conclui Felipe Nery.


  • Ana Carolina Cury / Foto: Fotolia  


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