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Notícias | 5 de fevereiro de 2020 - 11:14


Rio de Janeiro: Cresce o número de mulheres envolvidas com o crime 

Conheça o trabalho que a Universal tem realizado com detentas pelo País

De acordo com dados, divulgados pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap- RJ), em dez anos o número de mulheres encarceradas no Rio de Janeiro cresceu 52,16%, chegando à marca de 1.794 mulheres presas. 

Os dados também revelaram que em dezembro de 2019, o Portal dos Procurados exibia o perfil de 40 mulheres foragidas. Todas com recompensa pelas capturas.

Segundo a secretaria, os crimes que mais prendem mulheres são: tráfico de drogas, roubo e furto qualificado. 

Ajuda às mulheres

Diante do aumento no número de mulheres envolvidas com a criminalidade, o grupo Universal nos Presídios, tem ajudado mulheres presas, não apenas no Rio de Janeiro, mas em todo o território nacional. 

Mais de 27 mil voluntárias e mais de 200 missionárias do grupo visitam 116 presídios femininos em todo o Brasil. Levando apoio, produtos de higiene pessoal e, sobretudo, a Palavra de Fé, essas mulheres dedicam horas de seus dias para ajudar aquelas que encontram-se privadas de liberdade.

Segundo o Pastor Clodoaldo Rocha, responsável pelo trabalho da Universal nos Presídios no Brasil, os presídios femininos não possuem estrutura suficiente para abrigar essas mulheres. 

“Temos visto diversas dificuldades, entre elas a falta de comodidade. Não estou aqui falando que deveriam ter mobília ou uma cela com ar condicionado, mas, pelo menos, condições mais humanas. A maior parte das unidades existentes hoje foram construídas para o público masculino, por isso, a falta de estrutura causa inúmeras dificuldades”, destacou o Pastor. 

Além disso, essa população ainda sofre com o abandono e o distanciamento da família. “A maioria destas mulheres são mães que sofrem com a separação de vínculos afetivos com essas crianças. O público feminino sofre com o abandono, inclusive por parte dos seus companheiros”, reiterou o pastor que ainda pontua sobre a importância de ajudar espiritualmente essas pessoas. 

“Temos acompanhado o crescimento exorbitante de mulheres na prisão e temos trabalhado com afinco em uma base espiritual, pois são mulheres que se sentem inferiorizadas, desacreditadas e sem motivação. Quando chegamos e falamos que elas são importantes, que estamos ali para ajudá-las, ganhamos a confiança e podemos auxiliá-las ”, disse. 

Luz no fim do túnel

Esse auxílio chegou a Sandra Maria de Jesus, de 47 anos (foto ao lado). Nascida na Bahia, Sandra chegou em São Paulo aos 15 anos em busca de uma oportunidade de trabalho. No entanto, ao chegar na maior cidade do País, não encontrou oportunidade, o que a fez se envolver com o tráfico de drogas. 

“Cheguei a ser presa. Fui condenada a cumprir 5 anos e 10 meses, longe de tudo e de todos e abandonada até pelo meu próprio filho. Eu era uma pessoa muito perturbada”, disse Sandra em entrevista ao portal Universal.org.

Dentro da prisão, no entanto, Sandra encontrou uma oportunidade de mudança de vida. Enquanto cumpria sua pena, conheceu o trabalho evangelístico do UNP. Começou a frequentar as reuniões feitas lá dentro e decidiu entregar sua vida a Jesus.

Mesmo depois da conversão, Sandra ainda passou um tempo na prisão. Hoje, com liberdade, ela comemora a mudança de vida. “ Eu só fui livre dois anos depois de conhecer  Jesus. Hoje eu estou trabalhando, vivo bem, tenho saúde, paz e tenho tudo que preciso. Agradeço, primeiramente, a Deus, ao Bispo Edir Macedo e todos UNP que dedicam suas vidas”, comemora.

O UNP

Desde 2017, quando houve diversas rebeliões e massacres em presídios no norte do País, a Universal tem intensificado seus trabalhos dentro de prisões. Além atender mulheres, os milhares de voluntários também auxiliam homens e seus familiares por todo o País e no exterior. 

Produtos de higiene pessoal, apoio emocional e, sobretudo espiritual, são oferecidos às pessoas que são, verdadeiramente, excluídas pela sociedade. 

Acesse a página oficial do grupo e acompanhe o trabalho sério e especial que o UNP tem desenvolvido por todo o Brasil. Clique aqui e confira. 


  • Rafaela Dias / Fotos: Getty Images  


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