Relações que destroem: mulher, se afaste!

Saiba como transformar sua vida amorosa

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“Mãe de família é assassinada após retomar relacionamento abusivo e esconder das filhas”. Não é apenas o título dessa matéria, noticiada no R7, que choca; o ocorrido é ainda mais impactante, inclusive, quando temos a consciência de que 49% das brasileiras já sofreram algum tipo de violência em relacionamentos segundo levantamento da MindMiners – empresa brasileira de pesquisa de mercado e tecnologia -, ou seja, quase metade das mulheres entrevistadas relatou ter experimentado algum tipo violência durante um relacionamento.

O que aconteceu com essa mãe de família

Em síntese, na notícia acima, Michelle, de 42 anos, havia se livrado de um relacionamento tóxico com Wesley e começou a se envolver com um homem supostamente chamado Rafael. Desconfiadas, as filhas investigaram e descobriram que, na verdade, Rafael era o próprio Wesley, que, inclusive, já a havia ameaçado de morte.

Sem que elas soubessem, Michelle retomou o relacionamento, saiu para encontrá-lo e foi assassinada na casa do ex. Após o crime, ele jogou o corpo no rio, fugiu para a casa do irmão, foi preso e confessou.

Relacionamentos tóxicos

Esse não é um caso isolado. A verdade é que muitas mulheres se mantêm em relacionamentos tóxicos e, normalmente, nem sabem como sair deles. Inclusive, recentemente, a autora Márcia Pires abordou o tema “Ele é Tóxico, e Agora?” em um vídeo recente publicado no UNIVER Podcasts. Vale ressaltar que, Márcia escreveu o livro “Da Ferida à Cicatriz”, obra que narra a história dela com relação aos abusos, rejeição e, sobretudo, superação. Logo no início, ela questiona:

  • “Você acha que um relacionamento que começou de uma forma tão linda, mas que passou a te sufocar e até mesmo a te confundir, tem futuro?”

A pergunta não é apenas retórica, mas um chamado à consciência.

Ciúme excessivo

A autora direciona o foco para um dos principais sinais de alerta em um relacionamento tóxico: o ciúme excessivo. Márcia explica que tudo começa de maneira sutil, muitas vezes mascarado de cuidado.

  • “Ele começou com aquele cuidado e agora passa a se preocupar excessivamente com quem você está se relacionando, tanto no âmbito profissional quanto no social.”

Ou seja, o que antes parecia atenção e zelo transforma-se em vigilância e controle. Com o tempo, essa dinâmica evolui para a manipulação psicológica.

Segundo Márcia, o companheiro começa a confundi-la, fazendo-a pensar que disse coisas que não disse, que foi a lugares a que não foi e que está interagindo com pessoas que nem conhece. Em suma, essa confusão mental passa a ser constante, levando a vítima a duvidar da própria memória e percepção.

A autora também destaca o comportamento de monitoramento nas redes sociais. Esse rastreamento alimenta suspeitas infundadas e discussões recorrentes. Nesse contexto, qualquer interação pode ser interpretada como ameaça.

  • “Sempre ele vai achar que você está dando atenção a alguém ou olhando para alguém que não é ele”, o que explica por que a intensidade e o excesso marcam esses comportamentos. Como ela conclui: “por isso que a palavra intensa, excessiva, é muito presente nos comportamentos, nos sinais de alerta de uma pessoa tóxica.”

Quem já passou por um relacionamento tóxico

Quando duas pessoas feridas se unem, o resultado pode ser um relacionamento tóxico. Foi assim que começou a história de Ketlym e Matheus — um casal que enfrentou traumas, abusos e dores para buscar a cura e, então, descobrir o verdadeiro amor.

Aliás, confira no vídeo abaixo como eles alcançaram a cura para esse relacionamento conturbado:

Como construir um relacionamento feliz

Dessa forma, o Bispo Renato Cardoso explica que um relacionamento feliz, um relacionamento de sucesso, começa antes mesmo de existir.

  • “Ele começa quando você não está em nenhum relacionamento. Quando você está sozinho, bem consigo mesmo, resolvido, não está carente a ponto de entrar em uma relação apenas para suprir essa carência. Então, relacionamentos felizes começam lá atrás, quando a pessoa ainda nem está pensando em entrar em um relacionamento. É muito importante você aprender isso”, alertou ele.

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Colaborador

Débora Picelli / Foto: iStock