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Notícias | 9 de fevereiro de 2020 - 00:05


Que vozes você ouve?

Que vozes você ouve?

Com quem você conversa no dia a dia? Quais programas você assiste? O que você lê? Os cursos que frequenta têm ensinamentos de acordo com a sua Fé? Não estranhe as perguntas. Não importa o quanto você se considere maduro e bem resolvido a respeito do seu relacionamento com Deus, tudo isso lhe influencia de alguma forma, mesmo que você não perceba. Quem ainda não tem o Espírito Santo dá atenção a essas influências e normalmente age conforme elas. Quem O tem e O obedece, sabe se blindar disso tudo.

O mundo pode moldar seu comportamento. Ele exerce esse poder sobre você para lhe consumir mais e mais, a ponto de não sobrar nada a ser salvo, se você não acordar a tempo. O Espírito Santo faz o contrário e lhe sopra cada vez mais vida, que vai se prolongar além de sua existência na Terra, ou seja, pela eternidade.

Quem ainda não recebeu o Espírito de Deus, não sabe distinguir o perigo. “Assim como há a luz e a escuridão, o calor e o frio, o seco e o molhado, há também pessoas boas e más neste mundo”, esclarece o Bispo Renato Cardoso em seu blog.

Ele continua dizendo: “as amizades nos influenciam. Gostemos ou não, somos afetados pelo meio em que vivemos. Se escolhemos pessoas que são más influências como nossos amigos, com certeza eles nos influenciarão para o mal”.

O Bispo dá pistas do que pode nos influenciar para o mal: “entre tantas outras coisas, más amizades podem levar a consequências como envolvimento com os vícios, ir a locais inapropriados, tomar más decisões, se envolver com promiscuidade, trair a pessoa amada e se afastar de Deus, que é o pior.”

O Bispo também propõe que você se questione: “talvez você diga que sabe separar as coisas, que não se deixa influenciar facilmente, mas faça uma análise do seu passado. Veja quantas coisas você acabou fazendo por influência de outras pessoas e depois se arrependeu. Se for honesto, verá que isso já aconteceu.”

O errado é “normal”?
Às vezes, as más influências vêm diretamente de pessoas, como disse o Bispo Renato, mas elas podem vir indiretamente e ter efeito igualmente danoso. No programa Escola da Fé Inteligente, ele esclareceu que quem está por trás dessa influência é o mal. “A pauta do inferno é enfraquecer os valores divinos, morais e éticos para atingir a Fé, a família e a Igreja. Por isso, há um ataque maciço às virtudes e à decência e engana-se quem pensa que vai parar por aqui”, diz, usando um trecho do livro Como Vencer Suas Guerras pela Fé, do Bispo Edir Macedo.

O Bispo Renato ainda explicou que para proteger sua família é preciso estar atento às influências. “Atualmente há quem promova a infidelidade, o casamento a três e o relacionamento aberto. Isso torna o ser fiel a uma pessoa só em algo impensável, incabível. O diabo não tem família, então não quer que ninguém tenha.”

Ele ainda complementa: “o diabo anda na contramão de tudo que é de Deus e faz com que tudo o que é errado passe a parecer natural. Ele lança os ‘veneninhos’ dele de que a Igreja é ruim, pois é nela que muitos aprendem a ter a visão espiritual. Ele não quer que vejam a verdade.”

Outro trecho do livro do Bispo Edir Macedo traz à luz algo que podemos não perceber no dia a dia. “Para dar voz a esse movimento de ridicularização a Deus e aos Seus ensinamentos, o diabo usa o que for preciso, como a TV, o cinema, a literatura, a internet, a música e os sistemas de ensino. Sua tática é fazer com que determinado comportamento ou ideia, oriundos dele, sejam aceitos por meio da repetição, até que ninguém mais discorde.”

“não pergunta se faz mal”
A analista de crédito Monike Silva Odorico, (foto abaixo) de 33 anos, de São Paulo, capital, quase sucumbiu às más influências. “Eu não fazia por mal, mas tudo que o mundo impunha eu seguia. Parece uma simples sugestão, mas é uma imposição disfarçada. Você segue e não questiona se faz mal a você. Isso pode vir de pessoas ou da mídia. O inferno sempre dá um jeitinho de chegar até você. A influência é intensa.”

Isso aconteceu com ela durante a adolescência e a vida adulta. “Tudo o que eu ouvia e via me dizia que minha vida espiritual nunca melhoraria. Eu me convencia de que nunca teria paz, me amava cada vez menos, não via minhas qualidades e focava nos defeitos, o que gerava um enorme complexo de inferioridade. Tentei o suicídio muitas vezes”.

Por causa desse complexo, ela era excluída de alguns grupos e tinha poucos amigos. “E os poucos que eu tinha nunca me influenciavam para eu melhorar, mas para me enterrar ainda mais com conselhos para que eu bebesse, fosse promíscua e não cuidasse de mim. Meus relacionamentos amorosos não davam certo.”

Seu corpo cobrou o preço: “tive transtorno da personalidade borderline, que causa instabilidade nos relacionamentos interpessoais, na nossa autoimagem e nas emoções. Perdi o controle de meus atos e tive que usar medicação tarja preta.”

Monike conta que isso a levou ainda mais para o fundo do poço. “Eu tentava ser igual a quem eu convivia para ser mais aceita. Os problemas físicos pioraram. Eu passei a desmaiar todo dia e em qualquer lugar. Tive que trancar a faculdade e não conseguia trabalhar.

Cheguei a enfartar, a tentar me enforcar e por pouco não pulei de um carro em movimento.”

Contudo enquanto muitos conteúdos da mídia influenciam negativamente, há aqueles que servem para salvar vidas. “Certa ocasião ouvia uma programação de rádio da Universal, na qual um bispo disse que não importava quais e quantos eram meus problemas, eles tinham solução, mesmo que eu achasse o contrário. Tomei aquilo para mim. Tive esperança e resolvi confirmar se era verdade.”

A jovem passou a frequentar a Universal e reconheceu a necessidade de mudar de comportamento à medida que foi assimilando os aprendizados. “Me batizei nas águas como um ato de entrega. Consegui pedir perdão, perdoar a todos de quem tinha mágoa e fui me libertando. No processo de chegar ao batismo, fui me limpando, sabia que tinha que ter foco para me entregar de verdade. Todo aquele meu ‘achismo’, minhas vontades terrenas, não me diziam mais nada. Sacrifiquei tudo no Altar.”

Ela entendeu que também precisava do Espírito Santo. “Eu O quis de corpo, alma e espírito e consegui. Apesar de as lutas persistirem, Monike era outra pessoa. Comecei a perceber que ouvia o Espírito de Deus e não as pessoas. Eu não me importava mais com os olhares de desconfiança, as acusações, as fofocas ou o preconceito.”

Ela teve sua vida transformada, mas tudo começou em seu interior. “Estou livre de qualquer influência maligna e protegida. Sei Quem está dentro de mim e que Ele é maior do que tudo e todos de fora e de que tudo o que vejo e ouço. Mas é preciso continuar a obedecer, caso contrário não adianta tudo o que busquei e consegui. Se hoje sou feliz é porque Ele me fez assim e quero continuar nesse caminho.

Não importa o preço, eu obedeço.”

“A Globo diz que o ruim é bom”
A analista de recursos humanos Vanessa Paz, (foto abaixo) de 26 anos, da capital paulista, diz que assistia muito à TV. “Apesar de não percebermos, a mídia molda nosso comportamento, por mais que nos consideremos seguros e maduros. Nossa carne passa a se alimentar daquilo e o que absorvermos alimenta nossa alma. Eu via as novelas da Globo, cheias de infidelidade, mau comportamento, famílias desfeitas, desobediência aos pais e tudo mais. Não entendemos, mas estão nos doutrinando para algo ruim. E as pessoas com as quais eu andava diziam que aquilo era normal, que não tinha nada de mais”, conta.

“Quando tive oportunidade de estar na Universal de corpo e mente, decidi estar de alma e espírito também. Aprendi que o Espírito Santo era a única boa influência. Com o passar do tempo, consegui tê-Lo”, revela.

Vanessa diz como age atualmente: “não importa o que as pessoas digam, nada mais exerce influência negativa sobre mim. Na TV, não vejo mais as mesmas coisas. Assisto ao Univer, com todo aquele conteúdo positivo. Tenho até nojo do que via antes, não consigo mais conviver com aquilo porque sei que é errado.”

Alimentar-se de conversas saudáveis e de conteúdo realmente edificante na mídia tornou-se algo natural para ela. “Me acostumei a procurar o que desenvolve meu espírito, meu paladar não aceita mais consumir o que me fará mal depois e não me acrescentará nada. O tempo que eu gastava com redes sociais, por exemplo, passo com minha família e nos aproximamos muito mais. Hoje valorizo
outras situações.”

“Aprendi a focar no Espírito”
As más influências levaram Lucas Gabriel Silva, (foto abaixo) de 26 anos, ao crime. “Vim de um lar infeliz. Trafiquei, roubei e fiquei detido em instituições para menores. Conheci o trabalho do Universal Socioeducativo e ganhei uma nova chance.”

Mas só sair da criminalidade não foi suficiente, justamente por causa dos apelos das pessoas e da mídia. “Minha ressocialização foi muito difícil. Eu já estava na Universal, mas ver notícias sobre crimes me lembrava do meu passado, quando eu roubava ou estava preso. Músicas também me recordavam o tempo das baladas e da prostituição.”

Lucas não sabia o que fazer, mas encontrou uma saída: “nos jejuns da Universal, pude expelir tudo isso que o mundo teimava em trazer de volta. Aprendi a focar no que o Espírito Santo me dizia e a me desligar de notícias e músicas seculares e de pessoas que questionavam minhas novas escolhas. Me ocupei com a leitura da Bíblia, de livros com conteúdo da Fé e assisti muito o Univer”.

Ele entendeu que a carne se fortalecia enquanto se alimentava com o que é ruim e conta como mudou isso: “quando a desliguei e alimentei meu espírito com informações importantes para ele, tornei-o mais forte. Minha carne foi perdendo aquela memória ruim aos poucos”.

Hoje Lucas tem paz e não se deixa mais atingir pelo que não agrega nada à sua Fé: o conteúdo secular e as pessoas de índole ruim não interferem mais em minha vida. Sinto meu espírito maior e mais forte, o que mantém a minha comunhão com Deus e ajuda a desenvolver o que me leva à Salvação”.

“Procurava parecer aquelas pessoas”
A recepcionista Tayla Gabriela Costa, (foto abaixo) de 23 anos, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, aprendeu quando chegou à Universal que não havia como estar realmente com Deus sem ter o Seu Espírito. “Como cheguei cheia de complexos e vícios, achava impossível o próprio Espírito de Deus vir sobre mim”.

Antes, ela enfrentava forte influência para agir de uma maneira que a prejudicava. “Nas baladas e festas repetia o que os outros faziam para me enturmar. Consumia músicas, novelas, filmes, tudo com um comportamento que parecia ‘normal’. Isso me moldava.”

Então, veio a proposta de jejuns da Universal, como o do Espírito Santo. “Vi a oportunidade de me esvaziar dos maus pensamentos e me encher de Deus. Comecei a ler mais a Bíblia, a buscá-Lo de madrugada e fazia propósitos. Eu obedecia sem questionar, mas dessa vez sabendo a Quem.”

Tayla revela que esse “detox” foi uma lição para ela. “Antes eu absorvia pouco da Palavra por não ter espaço em mim. No processo de novo nascimento, foi crucial o sacrifício de não satisfazer minha carne para agradar ao Espírito Santo. Até que, num domingo de manhã, tive meu encontro com Deus.”

Mas ela alerta que não basta dar esse passo sem manter continuidade: “mesmo após o batismo nas águas e no Espírito, é sempre bom relembrar as primeiras obras, o Primeiro Amor. É por isso que hoje nenhuma mídia nem pessoa me influenciam. O Espírito Santo é que fala e O ouço, pois estou sempre renovando com Ele nossa aliança em todas as campanhas e jejuns. Hoje sei quem realmente sou e ninguém me diz como devo agir e, caso tentem, não surte efeito.”

Blinde-se buscando o Espírito Santo
O Bispo Renato Cardoso orienta que sem o Espírito Santo não tem como a pessoa estar protegida das influências erradas. “Sem o batismo com o Espírito Santo você está pondo em risco a sua Salvação. Se com o batismo já é difícil viver neste mundo, sem ele é impossível.”

Todos os dias somos bombardeados por ideias diabólicas de que o errado é bom. E podemos agir de acordo com elas, se não usarmos a razão. Será por mero acaso que o mundo está se transformando, cada vez mais, num lugar tão ruim?

No dia 19 , vai começar o Jejum do Espírito Santo. Ele é dedicado àqueles que reconhecem que precisam da direção dEle para suas vidas. Mesmo aqueles que já O tem, precisam sempre ser renovados e estar em obediência à Sua Voz. Se é isso que você deseja, procure uma Universal e saiba como participar.


Que vozes você ouve?
  • Marcelo Rangel / Fotos: Getty Images, Mídia FJU e Demetrio Koch 


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