“Quando ouvia a voz do Bispo Macedo, meu coração até acelerava de raiva”

Por ouvir as mentiras propagadas pela mídia, Cleide Ferreira acreditava que o líder da Universal enganava as pessoas

Cleide Ferreira, funcionária pública de 56 anos, acreditava em todas as inverdades que a mídia produzia contra a Universal e o Bispo Edir Macedo. Ela lembra o motivo de agir assim naquela época: “o que ficou marcado na minha mente foi o episódio do Maracanã, quando os obreiros levaram o pedido do povo e uma emissora falou que eram sacos e mais sacos de dinheiro. Eu achava aquilo um absurdo”.

Por causa dessa e de outras notícias falsas, ela passou a nutrir ódio contra o Bispo Macedo e a acreditar que os membros da Universal sofriam lavagem cerebral. Sua raiva era tão grande que ela evitava até passar perto da Igreja.

O ódio pela água da vida
Além dessa raiva, ela também tinha vícios: “minha vida não era vida. Eu tinha vícios, fumava e bebia muito. Eu já era casada e tinha filhos, mas levava uma vida de solteira das 18 horas em diante”. Quando voltava para casa, ela era consumida pela tristeza, pois sabia que estava magoando sua família e que era vista de maneira negativa por quem a conhecia.

Nas noites em claro, a programação da Universal na TV lhe fazia companhia, assim como sua filha, que colocava a água para ser consagrada durante a oração. Certa noite, não se sentindo bem, ela tomou a água: “naquele momento, tudo mudou na minha vida. Deus me tocou de uma forma tão profunda que no dia seguinte fui à Universal”.

A partir daí, ela passou a viver uma nova vida, reconstruiu sua família e seu dia a dia. Ela conta o que ocorreu: “receber o Espírito Santo foi a melhor coisa da minha vida.

Eu queria sair abraçando todo mundo. Se não fosse por Ele, eu não estaria aqui hoje. Ele me fortalece e me renova a cada luta. Hoje estou aqui para glorificá-Lo, porque Deus é tudo na minha vida”.

Além disso, o ódio que sentiu no passado se transformou em gratidão à Igreja e ao Bispo Macedo. “Eu até gostaria de um dia, se tiver a oportunidade, pedir perdão a ele por tê-lo julgado sem o conhecer”, afirma.

Faça como Cleide e busque a verdade. Deixe de crer em fake news.

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Autor

Laís Klaiber / Foto: reprodução