Professora muda visual para defender aluna vítima de racismo
Conheça o caso, que, infelizmente, se repete em tantas ocasiões
Uma imagem postada pela professora Ana Bárbara Ferreira em seu Facebook está ganhando a admiração de milhares de internautas. Em pouco mais de uma semana a imagem já recebeu mais de 140 mil reações positivas e foi compartilhada mais de 30 mil vezes. Tudo isso porque ela se solidarizou com uma aluna vítima de racismo em sua sala de aula.
“Ontem, a minha aluna veio me falar que tinha um menino falando que o cabelo dela era feio. Ela estava bem triste”, conta Ana Bárbara em sua página da rede social. “Naquele momento, a única coisa que consegui dizer a ela era que ela era maravilhosa e que não ligasse para o que ele falava.”
A professora entende, porém, que no processo de educação das crianças as palavras são importantes, mas as atitudes também desempenham papel fundamental. Por isso, no dia seguinte, Ana Bárbara foi para a escola usando o mesmo penteado que a sua aluna costuma usar, como pode ser visto na foto acima.
“Quando me viu (a aluna), foi correndo me abraçar e falar que eu estava linda, e eu disse: ‘Hoje estou linda igual a você.’”
Mundo preconceituoso
Infelizmente, o preconceito está em todos os setores, desde o religioso ao social, do cultural ao financeiro. “É como disse Robert Anthony (especialista em psicologia comportamental): ‘A maioria das pessoas não pensa. Elas simplesmente reorganizam os seus preconceitos”, destaca o palestrante Renato Cardoso.
E um dos preconceitos mais fortes apresentados em nossa sociedade – talvez o mais forte deles – é o racial, sofrido pela aluna de Ana Bárbara Fonseca. E o preconceituoso dificilmente está disposto a mudar. “Se você já lidou com uma pessoa preconceituosa, sabe que não adianta argumentar com ela. Ela já formou a opinião própria, ainda que de maneira falha e estúpida. Afinal, preconceito é filho da ignorância”, afirma Renato.
A própria Bíblia ensina que, perante O Criador, todas as pessoas são iguais, independentemente das diferenças físicas que possuam. “Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que Lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, O teme e faz o que é justo”, afirma Pedro em Atos 10.34,35.
Deus ama os justos e a justiça não caminha ao lado do preconceito, assim como a inteligência também não.
“Inteligência e preconceito não combinam. Onde a inteligência é fraca o preconceito é forte. Não me refiro à inteligência específica, mas geral. Alguém pode ser muito inteligente para a engenharia, mas completamente preconceituoso (e estúpido) com respeito a pessoas de outro país”, exemplifica Renato. “O preconceito é um dos maiores obstáculos ao progresso de uma pessoa e de uma sociedade.”
Reflita. Caso você encontre algum comportamento preconceituoso em suas atitudes, participe da Reunião dos Filhos de Deus, que acontece todas as quartas-feiras, na Universal, e entenda como funciona o amor de Deus por cada pessoa.
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