Restaurar as portas é proteger a vida espiritual e fechar as brechas que enfraquecem a fé

Meditação da Palavra mostrou que guardar a salvação exige vigilância constante sobre aquilo que se vê, se ouve e se alimenta na mente

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Durante a Meditação da Palavra desta segunda-feira (06), Cristiane Cardoso, ao lado de Rosana Silva, deu continuidade aos ensinamentos da semana anterior sobre a reconstrução das portas de Jerusalém, descrita no capítulo 3 do livro de Neemias. Desta vez, elas aprofundaram a reflexão sobre a importância de proteger a vida espiritual.

Além disso, destacaram que, assim como Neemias restaurou e fortaleceu as portas da cidade, cada cristão também precisa identificar e fechar as brechas que podem dar espaço à ação do mal. 

Segundo elas, muitas quedas espirituais começam em situações aparentemente inofensivas. No entanto, quando essas brechas não são identificadas e fechadas, comprometem gradualmente a comunhão com Deus.

A comparação pode dar origem à cobiça

Um dos alertas da mensagem tratou do perigo da comparação. De acordo com Cristiane Cardoso e Rosana Silva, a insatisfação com aquilo que se tem pode gerar cobiça e levar a pessoa a colocar os próprios desejos acima da vontade de Deus.

Por isso, elas ressaltaram a importância de avaliar constantemente se escolhas, oportunidades e objetivos que fortalecem ou enfraquecem a vida espiritual. 

Vigiar os olhos, os ouvidos e a mente 

Outro ensinamento destacou a necessidade de proteger aquilo que entra pelos olhos e pelos ouvidos. Segundo elas, conteúdos consumidos, conversas, fofocas, redes sociais, filmes e outras influências podem alimentar pensamentos contrários à fé. 

Além disso, lembraram que nem todo pensamento nasce da própria pessoa. Por esse motivo, é preciso rejeitar rapidamente ideias que geram dúvidas, acusações ou desânimo. 

Fechar as portas também exige renúncia

Durante a meditação, Cristiane afirmou que preservar a fé exige decisões práticas. Isso inclui, por exemplo, evitar tudo o que possa contaminar a mente ou despertar desejos incompatíveis com a vida de quem afirma ter o Espírito Santo. 

Da mesma forma, ela explicou que nem toda informação precisa ser consumida. A verdadeira sabedoria, segundo ela, está em reconhecer aquilo que não contribui para a salvação nem para o crescimento espiritual.

A fé não pode ser conduzida pelas emoções

Outro ponto importante abordou o risco de agir movido pelos sentimentos. Cristiane Cardoso e Rosana Silva explicaram que tristeza, mágoa, vergonha e autocomiseração podem enfraquecer a fé quando ocupam o lugar da razão e da obediência à Palavra de Deus. 

Assim, destacaram que o cristão deve aprender a reagir pela fé, sem permitir que as emoções determinem suas decisões. 

Por fim, Cristiane e Rosana reforçaram que guardar a salvação exige vigilância e escolhas diárias. Assim como Neemias restaurou e protegeu as portas de Jerusalém, cada pessoa também precisa identificar e fechar as brechas da própria vida. Dessa forma, permanecerá firme na fé e preservará sua comunhão com Deus. 

A meditação será retomada no próximo encontro, no UNIVER Vídeo, com a continuidade da história de Neemias.

 

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Colaborador

Sabrina Rodrigues / Foto: reprodução Seriella