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Notícias | 21 de novembro de 2019 - 12:20


Por trás do preconceito, uma mulher insegura e depressiva

A vendedora Erlandia dos Santos preferiu viver por anos sofrendo do que aceitar entrar em uma Universal. Saiba como isso mudou

Por trás do preconceito, uma mulher insegura e depressiva

Para a vendedora Erlandia dos Santos, de 33 anos, o Bispo Edir Macedo – líder e fundador da Universal – era um mercenário, que se importava apenas com o dinheiro das pessoas, não em ajudá-las.

A aversão que ela desenvolveu contra o Bispo era tão grande que Erlandia discordava de tudo o que ele fazia.
Ela não gostava da forma que pregava, por achar que ele distorcia o que estava escrito na Bíblia. Não gostava da forma como ele orava, porque achava que ele afrontava a Deus.

Além disso, sentia pena das pessoas que frequentavam a igreja.

“Eu não via como pessoas que estavam buscando a Deus, que iriam ter a vida transformada, não. Apenas que estavam lá para serem enganadas”, conta.

Por trás do preconceito

Erlandia hoje reconhece que o seu preconceito não a deixava buscar ajuda na Igreja. “Eu estava cada vez mais triste, não conseguia ficar sozinha, precisava da aceitação das outras pessoas e, justamente por isso, quando eu estava em grupos, e eles falavam mal da igreja, eu ajudava, porque precisava ser aceita”, relembra.

Contudo, ela tinha motivos suficientes para dar um voto de confiança à Igreja, já que sua avó – que tanto a convidava para ir – havia se libertado dos vícios e o irmão de Erlandia, curado.

Mas ela seguia irredutível, acreditando estar certa e eles enganados.

Porém, a vida estagnada, sempre tomada por uma tristeza que não passava, e um vazio constante na alma, começou a incomodá-la.

Até que, mais uma vez, sua avó a convidou para participar de uma reunião de domingo. Erlandia, então, enfim, se deu uma chance.

Assista o depoimento completo dela no vídeo abaixo:

Não lute sozinho

Muitos, a exemplo da Erlandia, há anos vêm lutando sozinhos contra seus problemas. E por causa do preconceito, fruto das informações distorcidas que ouviram, não aceitam ajuda, quando o assunto está relacionado à Universal.

Porém, mesmo com tantas calúnias e perseguições, todos os dias, a Universal está de portas abertas para ajudar a todos que estão dispostos a se darem uma chance para mudar de vida.

No Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás, zona leste de São Paulo, as reuniões acontecem às 10h, 15h e 20h.

Ou, se preferir, compareça em uma Universal mais próxima de sua casa. Consulte aqui os endereços.


Por trás do preconceito, uma mulher insegura e depressiva
  • Núbia Onara / Foto: Reprodução 


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