Por causa da rejeição, ela se envenenava com ódio e mágoa
Patrícia dos Santos tentava aliviar seu sofrimento com drogas, até que descobriu o caminho para a paz
A analista logística Patrícia dos Santos, de 37 anos, afastou-se de Deus ainda jovem. Ao buscar experimentar tudo que o mundo lhe oferecia, ela foi seduzida pelo vício em drogas e sofreu decepções amorosas.
Longe de Deus
Durante os 15 anos em que esteve longe da fé, ela bebeu, fumou e usou drogas como lança-perfume, maconha e cocaína. Na tentativa de preencher um vazio interno, ela se envolveu com vários homens.
Frustração e orgulho
Ela conta que queria investir nas relações pessoais, mas o fato de não ser correspondida lhe causava muito ódio. “Eu gostava das pessoas, mas as pessoas não gostavam de mim”, afirma.
Embora reconhecesse que estava em sofrimento, o orgulho a impedia de tomar uma decisão para resolver a situação que enfrentava. Patrícia até foi a algumas reuniões na Igreja Universal e em outras denominações, mas não conseguiu se firmar na fé.
A maior decepção
Quando tudo parecia bem, Patrícia engravidou após um encontro casual com um homem com quem tinha namorado antes. Segundo ela, a relação entre eles tinha terminado em decorrência de brigas por ciúmes. Quando soube da gravidez, o homem se afastou de Patrícia, o que a deixou profundamente magoada. “Eu não conseguia perdoá-lo por ter me deixado sozinha quando eu mais precisava”, diz.
Depois de ter sido traída no relacionamento seguinte, ela buscou entender o motivo de nunca ter sido feliz com ninguém. Ela explica que procurou ajuda de entidades espirituais para tentar resolver o problema, mas não teve sucesso. Essa atitude a fez refletir e se lembrar de que existe um caminho para alcançar a felicidade plena.
Aos pés do Pai
Tomada de grande temor pelo que tinha feito, Patrícia retornou à Universal, local que já tinha frequentado na infância. A ideia surgiu depois que ela se lembrou dos convites feitos pelo irmão. Ela detalha que sua entrega foi rápida: em apenas um mês, Patrícia se desfez das bebidas que tinha em casa, abandonou as más amizades e, pouco depois, conseguiu perdoar quem a havia magoado.
Entretanto ela sabia que abandonar o pecado, frequentar a igreja e se batizar nas águas eram atitudes que não garantiriam sua permanência no caminho da fé: “Eu sabia que só permaneceria com Deus se recebesse o Espírito Santo. Jejuei, orei e escrevi cartas para Ele diariamente. Fiz d’Ele meu melhor amigo. Até que, em uma reunião no Templo de Salomão, ajoelhada diante do Altar, eu O recebi”.
Hoje, ela sabe que não precisa estar em um relacionamento para se sentir amada ou feliz e que, diferentemente de todos os homens que conheceu, o Senhor Jesus a aceitou e a tornou completa. “Agora eu entendo que quem tem Deus
tem tudo”, conclui.
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