Perfil falso, mais mentiras = Igrejas queimadas e pastores ameaçados
Uma acusação incitada por detratores desencadeou ataques a templos da Universal em São Tomé e Príncipe, na costa africana, colocando um país contra a Igreja
A Notícia incendiária
Em 16 de outubro de 2019, uma onda de violência atingiu a Universal em São Tomé e Príncipe. Das 19 igrejas existentes no país, 13 foram depredadas e algumas incendiadas. Pastores receberam ameaças de morte e alguns precisaram fugir para a mata. A comoção nacional foi alimentada por difamações que acusavam a Igreja de ter ordenado, na Costa do Marfim, a prisão de um pastor são-tomense.
Meses antes, a Universal tinha sido alvo de fake news na Costa do Marfim promovidas por um perfil falso no Facebook e por um grupo de Telegram.
O fato distorcido
A Universal não sabia quem estava por trás dos ataques virtuais na Costa do Marfim e denunciou à polícia de lá o perfil falso que espalhava as acusações. Após oito meses de investigação, as autoridades descobriram que o autor era o pastor são-tomense. Ele confessou ter criado perfis para publicar calúnias e difamações. Como isso configura crime cibernético na Costa do Marfim, sua condenação e prisão foram determinadas pela Justiça local, sem qualquer ordem da Igreja.

Mentiras contra a Universal em São Tomé e Príncipe provocaram uma onda de violência que levou à depredação de 13 das 19 igrejas do país e a ameaças de morte a seus pastores.
Para ele, o Bispo Macedo era mestre em ensinar a roubar
Notícias falsas sobre a Universal fizeram o gestor público Adilson Rodrigues, de 52 anos, alimentar uma raiva que atingia justamente quem ele menos imaginava

Ensinando a roubar
Por muitos anos, fui vítima das fake news contra a Universal. Acreditava no que ouvia na televisão e no rádio sobre o Bispo Edir Macedo e os pastores, mesmo sem nunca ter entrado em uma igreja. Eu comecei a olhar o Bispo como se ele fosse um professor que ensinava os pastores a serem ladrões. Certa vez, recebi um jornal Folha Universal de pessoas que evangelizavam. Ao ver a foto do Bispo Macedo, devolvi e disse que não queria nada que viesse dele. Eu sentia tanta raiva que, quando ouvia a voz dele no rádio, desligava. Eu não percebia que o ódio só fazia mal a mim mesmo.
Desconfiado
Enquanto julgava a igreja, minha vida estava destruída. Eu sofria com insônia, dormia apenas duas horas por noite e carregava um vazio e uma angústia que não sabia explicar. Até que resolvi entrar em uma Universal. Sentei-me na última cadeira, escondido e envergonhado, para observar. Reconheci um amigo de infância servindo como obreiro. Tentei me esconder, mas ele se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda. O pastor também falou comigo, e ambos se dispuseram a me ajudar.
Olhos abertos
Aquela recepção me marcou. Comecei a frequentar as reuniões, ainda desconfiado e pensando que me pediriam dinheiro. Aos poucos, deixei de falar mal, abri o coração e obedeci à Palavra de Deus. Foi como se uma venda caísse dos meus olhos. Voltei a dormir, encontrei paz e passei a desejar conhecer mais a Deus. Pela Sua misericórdia, recebi o Espírito Santo. Eu, que antes atacava a igreja, passei a anunciar a Palavra e a ajudar outras pessoas.
Do ódio à gratidão
Hoje reconheço os anos que perdi por acreditar no que ouvia sem conhecer a verdade. Eu não teria sofrido tanto se tivesse dado uma oportunidade a Deus antes. Hoje vejo o Bispo Macedo e sua esposa, Dona Ester, mesmo com idade avançada, viajando para pregar a Palavra com o mesmo desejo do início de ganhar almas. O ódio que eu alimentava se transformou em uma única palavra: gratidão.
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