Palavras de perda e de morte
De acordo com os médicos, elas se tornariam uma viúva e duas órfãs
Na manhã de 6 de dezembro de 2022, o tapeceiro Nestor Amaro da Silva (foto abaixo), de 74 anos, acordou sua esposa, Francineide dos Santos Silva, de 67 anos, pois estava passando mal. Percebendo que se tratava de uma emergência, eles pediram ajuda à filha caçula, a designer de unhas Juliana dos Santos Silva, de 27 anos. Ela relata o que estava acontecendo: “minha mãe me acordou e disse que tínhamos que levar meu pai ao médico, pois ele estava com tontura”.

No trajeto, elas perceberam alterações no rosto de Nestor. No hospital, porém, a gravidade do caso foi menosprezada: “a equipe médica apenas disse que não era nada demais, receitou uma medicação leve na veia e voltamos para casa”, conta Juliana.
Nestor, contudo, não se sentiu melhor e sua filha mais velha, a consultora de vendas Cleoneide dos Santos Silva, de 49 anos, destaca como ele estava: “a boca e a língua dele começaram a inchar. Ele reclamava sempre de incômodos e afirmava que não estava bem. Então, no dia seguinte, fomos a outro hospital e aí que começaram os piores dias”.
Irreversível
Dessa vez, Nestor foi encaminhado diretamente à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois os médicos perceberam que ele havia sofrido um acidente vascular cerebral (AVC). “Eles levaram meu pai para a internação imediatamente, agitados, e depois não o vimos mais. Na tarde do mesmo dia recebemos o boletim médico e as palavras foram de perda e morte”, conta Cleoneide.

O médico informou à família que o quadro era irreversível, pois já havia acontecido perda funcional de 50% do cérebro e da visão. “O lado esquerdo do corpo dele já não tinha mais movimentos, pois a mão e a perna já não se mexiam mais. Então, os médicos estavam tentando salvar o lado direto, mas, se em 72 horas ele não progredisse com o tratamento, ficariam sequelas ou ele poderia até vir a óbito”, acrescenta Juliana.
A família foi orientada a visitar o leito de Nestor para se despedir, pois era provável que ele não melhorasse. Os familiares e Nestor relatam que se sentiram desesperados e tristes. Ele diz qual foi sua reação naquele dia: “desde quando comecei a passar mal tive uma sensação muito ruim. Já na UTI, vendo minhas filhas chorando, eu tentava falar algo, mas não conseguia, apenas chorava com a sensação de morte”.
O que é acidente vascular cerebral (AVC)?
O acidente vascular cerebral (AVC) decorre da alteração do fluxo de sangue ao cérebro. Responsável pela morte de células nervosas da região cerebral atingida, o AVC pode se originar de uma obstrução de vasos sanguíneos, chamado de acidente vascular isquêmico, ou de uma ruptura do vaso, conhecida por acidente vascular hemorrágico.
Quais os sintomas? Dor de cabeça muito forte, de início súbita, sobretudo se acompanhada de vômitos; fraqueza ou dormência na face, nos braços ou nas pernas, geralmente afetando um dos lados do corpo; paralisia (dificuldade ou incapacidade de se movimentar); perda súbita da fala ou dificuldade para se comunicar e compreender o que é dito; perda da visão ou dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos; tontura, perda de equilíbrio ou de coordenação.
Qual o tratamento? O processo de reabilitação muitas vezes começa no próprio hospital, para que o paciente se adeque mais facilmente à sua nova situação e restabeleça sua mobilidade, habilidades funcionais e independência física e psíquica. Esse processo ocorre quando a pressão arterial, o pulso e a respiração estabilizam, muitas vezes um ou dois dias após o AVC, e é conduzido por equipe multiprofissional, formada por neurologistas, enfermeiros, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia

Para a Glória de Deus
A família já frequentava a Universal e sabia que a fé é capaz de mudar qualquer diagnóstico. “Quando estávamos no leito do hospital, ouvi uma voz dizendo para que eu fosse à Igreja. Então, chamei minha irmã e quando chegamos lá estava acontecendo a reunião da corrente de cura. Ali recebemos a Palavra de Deus, que é vida”, destaca Juliana.
Para Cleoneide, essa atitude foi crucial, pois a Palavra de ânimo e fé foi determinante para que elas lutassem pelo milagre na vida de Nestor: “o pastor fez uma oração e nos afirmou, com a passagem de João 11.4, que o que aconteceu com meu pai não era para a morte, mas para a Glória de Deus. Saímos de lá fortes e crendo no milagre”.
Esposa e filhas passaram então a orar diariamente pela cura completa de Nestor. “Íamos à Universal às terças-feiras e aos domingos, o ungíamos com a água consagrada, orávamos com o lenço abençoado e a cada dia ele melhorava, reagia e vencia a palavra de morte”, enfatiza Cleoneide.
Dia a dia os boletins médicos traziam notícias de evolução e, depois de nove dias de internação, Nestor saiu da UTI. Ele estava recuperando até mesmo os movimentos que os médicos diziam que ele não teria de novo. No dia 22 de dezembro, ele recebeu alta e fala como estava sua disposição: “em muitos momentos achei que fosse o fim, mas cri na Palavra de Deus e firmei minha fé nEle. Hoje estou aqui pela misericórdia dEle e sou a prova do Seu poder. Ele é maravilhoso!”, celebra.
Hoje, ele leva a vida normalmente, sem sequelas e faz tudo que os médicos alegavam que ele não faria mais. “Os exames dele estão sem alterações. Ele faz o acompanhamento médico, mas anda, fala e tem uma vida normal, graças a Deus!”, conclui Cleoneide.
Cura total pela fé
Você também pode usar a fé para obter a cura para si mesmo ou um familiar. Participe da Corrente dos 70, que ocorre todas as terças-feiras na Universal.
No Templo de Salomão, em São Paulo, os horários são às 10h, 15h e 20h. Você ainda pode participar em uma Universal mais próxima.
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