Obra de Deus exige entrega total e disposição para servir
Programa 'Obreiros em Foco' reforça que renúncia e sacrifício continuam sendo requisitos essenciais para o verdadeiro discipulado
Vivemos tempos de apostasia, como preveem as Escrituras. Esse foi o alerta reforçado durante o programa Obreiros em Foco do dia 28 de abril, ao destacar que, diferentemente do passado, hoje é mais comum ouvir relatos de pessoas que abandonaram a caminhada com Deus e a missão de ganhar almas.
Ainda assim, muitos têm considerado “difícil” servir a Deus. No entanto, a Bíblia ensina que servir ao Altíssimo sempre exigiu renúncia e sacrifício.
O sacrifício sempre fez parte da fé
Ao longo da história bíblica, não faltam exemplos de homens que entregaram suas vidas no Altar.
- Moisés enfrentou rejeição tanto de fora quanto de dentro do povo;
- Elias chegou a pedir a morte diante da perseguição;
- Já o apóstolo Paulo é lembrado como um dos que mais sacrificaram para cumprir sua missão.
Dessa forma, fica evidente que o sacrifício nunca foi exceção, mas uma condição para quem deseja agradar a Deus e ganhar almas.
Discípulos e não apenas seguidores
Outro ponto destacado foi a diferença entre seguidores e discípulos. Jesus nunca deu crédito apenas aos que O seguiam, mas àqueles dispostos a se tornar discípulos e deixar tudo pelo Evangelho.
Para isso, Ele deixou claro o preço dessa decisão:
“Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14:33)
Renúncia: o caminho para continuar a Obra
Ou seja, o discipulado exige entrega total. Jesus preparou Seus discípulos ensinando que eles precisariam renunciar a tudo para dar continuidade à Obra iniciada por Ele.
Além disso, Ele ensinou que ninguém ganha almas sem sacrifício. Afinal, trata-se de uma guerra espiritual, a saber — a maior de todas — pela salvação de vidas.
Nesse sentido, a comparação com o grão de trigo reforça essa verdade: se ele não morrer, permanece só; mas, se morrer, produz muitos frutos (João 12:24).
A realidade da obra missionária

Esse espírito de renúncia pode ser visto, na prática, no trabalho evangelístico realizado em países como as Bahamas. Apesar de ser conhecido por suas belezas naturais e turismo, a realidade local revela sofrimento, como violência doméstica, desemprego, vícios e depressão.
Diante disso, a Igreja leva a fé às pessoas por meio de evangelização nas ruas, visitas a hospitais e asilos, além de ações com familiares de detentos.
O Pastor Levi Silva e sua esposa, Gláucia, comentam as dificuldades enfrentadas no país e destacam que o principal objetivo é contribuir com o Reino de Deus. Eles ressaltam, inclusive, que não têm tempo para conhecer as belezas naturais da região, devido à dedicação à Obra.
“Nosso trabalho aqui tem sido nos dedicar a ganhar almas do povo bahamense. Mesmo sendo uma população majoritariamente evangélica, percebemos a necessidade de levá-los a conhecer verdadeiramente o Senhor Jesus e a salvação, inserindo-os no Reino de Deus”, destacou o Pastor Levi.
Mesmo com poucos obreiros e voluntários, o foco permanece em alcançar os que sofrem.
E se todos deixassem de sacrificar?
Por fim, foi destacado um questionamento importante: o que aconteceria se todos decidissem olhar apenas para si mesmos e ninguém estivesse disposto a renunciar, quem levaria a Palavra aos que sofrem? Como alcançar as próximas gerações?
A resposta é objetiva: a Obra só continua porque há quem esteja disposto a sacrificar.
Encontro dos obreiros: Mês da Unidade Espiritual
Como parte dessa meditação, no sábado, 2 de maio, às 18h, acontecerá o Encontro Nacional dos Obreiros, no Templo de Salomão (Avenida Celso Garcia, 605, Brás), com transmissão simultânea para todos os templos da Universal no Brasil.
Na ocasião, o Bispo Adilson Silva apresentará o propósito do mês de maio aos servos.
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